É no âmbito escolar, onde os alunos passam a maior parte do dia, um dos espaços onde está muito presente o lazer; no momento do recreio, nas atividades culturais e demais momentos, usufruem do lazer para a construção dos seus aprendizados.
A rotina diária dos alunos e professores pode ser diversificada, sendo que a motivação para estar na escola muda conforme o sujeito, pois para alguns é encarado como lazer, enquanto que para outros é visto como o cumprimento de uma obrigação, talvez esta seja uma das justificativas para a inserção de atividades esportivas e recreativas na escola.
O lazer torna-se importante para o desenvolvimento da cultura e socialização dos alunos, possibilitando que todos interajam, os jogos e a musicalidade cumprem um importante papel contribuindo para a formação de atitudes e cidadania no que se refere ao resgate e formação da cultura local.
A utilização de materiais alternativos na construção de brinquedos e jogos lúdicos, na escola, tem larga aplicação pedagógica em sala de aula, constituindo-se em um fator interdisciplinar. Enfatizamos que o processo de construção desses jogos e brinquedos ultrapassa, em muitas vezes, os limites da escola, pois os alunos os reconstroem e aperfeiçoam, modificando-os, passando também a utilizá-los como forma de lazer em seus lares e demais espaços sociais.
Através da utilização destes materiais são desenvolvidos conceitos e aporte às diversas áreas de conhecimento, por exemplo: na linguagem, no desenvolvimento lógico-matemático, no desenvolvimento psicomotor, sendo também um excelente agente sociabilizador e de cooperação, que ocorre nos momentos de construção e de utilização desses materiais.
Fatores e características do brincar com materiais alternativos
Os materiais alternativos são conceituados como sendo todos os materiais não convencionais, reciclados ou elaborados. O uso de materiais alternativos com crianças do ensino infantil e fundamental tem um importante papel à medida que possibilita à criança participação integral na atividade proposta pelo professor, que inclui desde a coleta destes materiais, o manuseio a partir de suas vivências e trocas de experiências entre o grupo. Outro fator preponderante neste tipo de atividade é que a criança libera o seu poder de criação. Utiliza o seu imaginário e da sua fantasia para modificar, transformar, dando asas aos seus sonhos, materializando assim o personagem de sua história. Permite o descobrimento e interiorização de diversos conceitos e situações de forma progressiva, buscando o significado para o que foi construído por ela como agente participativo do processo.
Algumas observações importantes a destacar:
• A inexistência do erro: no brincar com material alternativo, a criança sempre acerta, pois é ela quem cria, é ela quem determina o que está fazendo, o que está representando, o que está vendo.
• Exploração total do material com o qual se está brincando: observa-o em todos os sentidos interpretam cada peça, experimenta, puxa, coloca em pé, vira, conta história. Qualquer objeto pode significar aos olhos da criança uma infinidade de coisas.
• Respeito às diferenças individuais: o manuseio destes materiais em jogos e brincadeiras permite o desenvolvimento das potencialidades infantis, respeitando sempre o ritmo, interesse e necessidades de cada criança.
• Fácil obtenção e valorização dos brinquedos construídos: este tipo de material pode ser encontrado em qualquer lugar, pois nada mais é do que “sucata”, ou seja, aquilo que para muitos não tem mais valor algum. A valorização se dá pelo fato de a criança ter participado da elaboração de cada parte deste objeto, valorizando o processo pelo qual as coisas se encaminham e não a perfeição estética do produto final.
METODOLOGIA UTILIZADA
Pela intencionalidade de possibilitar a construção do aluno, acredita-se que o último modelo citado de metodologia não deva ser indicado, contudo, é importante que todas as variantes metodológicas devam ser citadas.
• ATIVIDADE LIVRE:
Total autonomia aos alunos a executar as atividades conforme suas próprias motivações.
• ATIVIDADE SUGERIDA:
Mostrar o tipo de exercício, porém oferecer ao aluno a possibilidade de incluir todo o tipo de variantes.
• ATIVIDADE DIRIGIDA:
Dar pautas claras e concretas para a execução das atividades.
ALGUNS MATERIAIS ALTERNATIVOS:
• Caixa de sapatos, garrafas descartáveis, latas, cabo de vassoura, pneus, copos descartáveis, tacos de madeira, jornais, barbante, arame, sucatas em geral.
domingo, 23 de junho de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
PERÍDO DE ADAPTAÇÃO
“O que é o processo de adaptação? É a passagem através da qual a criança aprende a separar-se de seu ambiente familiar e se familiariza com o novo entorno, chegando-se efetivamente a outros adultos, crianças e ambiente físico, desenvolvendo pouco a pouco sentimentos de confiança e pertinência” (Lúcia Moreau Linares – “El Jardin maternal” – Ed. Paidós)
A criança, ao ingressar na escola e separar-se dos pais, vive um momento delicado, em que precisa aprender a ficar longe do convívio familiar e a relacionar-se com diferentes pessoas em um novo ambiente. Este é um dos momentos mais importantes do início de sua vida escolar e, portanto, deve ser planejado com muita atenção e cuidado. Cada nova sala ou novo grupo a que se ingressa implica uma troca e, como tal, requer um esforço de adaptação grande por parte da criança. As salas da Educação Infantil são, para muitas crianças, suas primeiras experiências sociais e exigem, portanto, um grande empenho emocional de cada uma.
Durante o período de adaptação, o professor irá se aproximando de seus alunos, respeitando os sentimentos e a maneira de ser de cada um, sem, no entanto, deixar de exercer seu papel permanentemente organizador e mantenedor das situações de trabalho.
A escola possibilita o desenvolvimento da identidade, da autonomia das crianças além de ser um espaço de conquista, obtidas nos trabalhos individuais e coletivos como jogar, desenhar, pintar, modelar, ouvir histórias, brincar no parque, passear e se relacionar com colegas, professores e assim por diante.
ATIVIDADES
As atividades propostas serão lúdicas e prazerosas, com o objetivo de observar e avaliar as atitudes de cada criança para melhor conhecê-las.
Nos momentos em sala de aula, estarei realizando uma sondagem para verificar os conhecimentos referentes à sua faixa etária como: nome, números, letras, coordenação motora, regras, socialização, etc.
Roda de conversa para apresentação da professora e da criança;
Passeio pela escola e apresentação dos funcionários e dependências;
Conversa e vivência de hábitos de higiene;
Elaboração de combinados com regras de convivência;
Músicas do repertório infantil cantadas e com auxílio de CD’s, acompanhadas de gestos e movimentos;
Identificação do nome em situações diversas, inicialmente com apoio do crachá;
Contagem oral dos alunos, contagem de meninos e meninas, separadamente, registro na lousa e soma total;
Jogos de mesa, diversos;
Brincadeiras com jogos de atenção: estátua, lenço que corra, coelhinho sai da toca, etc.;
Atividades livres no parque e areia;
Conto de histórias diversas, com ou sem auxílio de livro ilustrado.
PERÍODO DE ADAPTAÇÃO
1 - A vinda da criança para a escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança;
2 - A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança quanto para a mãe, mas é superado em pouco tempo;
3 - O choro na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola;
4 - A ausência do choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação. Não force com violência e ansiedade a criança a ficar na escola;
5 - Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença;
6- Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe;
7 - Nunca saia escondido de seu filho. Despeça-se naturalmente.
8 - A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães;
9 - Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele;
10- Lembre-se que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção, igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança;
11 - Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que suportará melhor a nova situação;
12 - O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente;
13 - Evite interrogatórios sobre o dia da criança na escola;
14 - Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o período de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vômitos etc.)
15 - É comum verificar-se nessa fase uma ambivalência de sentimentos. O desejo de autonomia da criança e a necessidade de proteção ocorrem simultaneamente.
16 - Cuidado com a aparente adaptação. Os pais devem respeitar o período estabelecido pela escola.
17 - A adaptação das crianças de período integral inicialmente poderá ser feita em um turno (manhã ou tarde).
PERÍODO DE ADAPTAÇÃO
Planejamos o Período de Adaptação com muito carinho, pensando sempre no bem estar de sua criança.
Sabemos que este período é delicado tanto para a criança e sua família como para o educador. Todos estão enfrentando mudanças e iniciando um processo de socialização e afetividade.
A adaptação ocorre de maneira diferenciada entre as crianças, algumas tem mais facilidade em conviver em ambientes diferentes e com um grande número de pessoas, porém a grande maioria resiste em se separar da mamãe e então é a hora do choro. Quanto choro!!! Até mesmo as mamães choram discretamente.
Todo esse processo é normal, porém com o passar dos dias vão se estabelecendo vínculos que trarão segurança para todos. Logo, logo no lugar do choro teremos o sorriso e o beijo de despedida.
É preciso persistência, neste momento criar uma nova rotina é de fundamental importância para que a adaptação caminhe de maneira harmoniosa.
Estaremos sempre juntos escola e família, caminhando para o mesmo objetivo, o desenvolvimento pleno de nossas crianças.
Registramos aqui também o nosso muito obrigado pela confiança.
Que Deus nos abençoe!
EMEI ......
* ESTE TEXTO PODE SER ENTREGUE NAS PRIMEIRAS SEMANAS DE ADAPTAÇÃO.
A criança, ao ingressar na escola e separar-se dos pais, vive um momento delicado, em que precisa aprender a ficar longe do convívio familiar e a relacionar-se com diferentes pessoas em um novo ambiente. Este é um dos momentos mais importantes do início de sua vida escolar e, portanto, deve ser planejado com muita atenção e cuidado. Cada nova sala ou novo grupo a que se ingressa implica uma troca e, como tal, requer um esforço de adaptação grande por parte da criança. As salas da Educação Infantil são, para muitas crianças, suas primeiras experiências sociais e exigem, portanto, um grande empenho emocional de cada uma.
Durante o período de adaptação, o professor irá se aproximando de seus alunos, respeitando os sentimentos e a maneira de ser de cada um, sem, no entanto, deixar de exercer seu papel permanentemente organizador e mantenedor das situações de trabalho.
A escola possibilita o desenvolvimento da identidade, da autonomia das crianças além de ser um espaço de conquista, obtidas nos trabalhos individuais e coletivos como jogar, desenhar, pintar, modelar, ouvir histórias, brincar no parque, passear e se relacionar com colegas, professores e assim por diante.
ATIVIDADES
As atividades propostas serão lúdicas e prazerosas, com o objetivo de observar e avaliar as atitudes de cada criança para melhor conhecê-las.
Nos momentos em sala de aula, estarei realizando uma sondagem para verificar os conhecimentos referentes à sua faixa etária como: nome, números, letras, coordenação motora, regras, socialização, etc.
Roda de conversa para apresentação da professora e da criança;
Passeio pela escola e apresentação dos funcionários e dependências;
Conversa e vivência de hábitos de higiene;
Elaboração de combinados com regras de convivência;
Músicas do repertório infantil cantadas e com auxílio de CD’s, acompanhadas de gestos e movimentos;
Identificação do nome em situações diversas, inicialmente com apoio do crachá;
Contagem oral dos alunos, contagem de meninos e meninas, separadamente, registro na lousa e soma total;
Jogos de mesa, diversos;
Brincadeiras com jogos de atenção: estátua, lenço que corra, coelhinho sai da toca, etc.;
Atividades livres no parque e areia;
Conto de histórias diversas, com ou sem auxílio de livro ilustrado.
PERÍODO DE ADAPTAÇÃO
1 - A vinda da criança para a escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança;
2 - A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança quanto para a mãe, mas é superado em pouco tempo;
3 - O choro na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola;
4 - A ausência do choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação. Não force com violência e ansiedade a criança a ficar na escola;
5 - Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença;
6- Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe;
7 - Nunca saia escondido de seu filho. Despeça-se naturalmente.
8 - A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães;
9 - Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele;
10- Lembre-se que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção, igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança;
11 - Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que suportará melhor a nova situação;
12 - O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente;
13 - Evite interrogatórios sobre o dia da criança na escola;
14 - Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o período de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vômitos etc.)
15 - É comum verificar-se nessa fase uma ambivalência de sentimentos. O desejo de autonomia da criança e a necessidade de proteção ocorrem simultaneamente.
16 - Cuidado com a aparente adaptação. Os pais devem respeitar o período estabelecido pela escola.
17 - A adaptação das crianças de período integral inicialmente poderá ser feita em um turno (manhã ou tarde).
PERÍODO DE ADAPTAÇÃO
Planejamos o Período de Adaptação com muito carinho, pensando sempre no bem estar de sua criança.
Sabemos que este período é delicado tanto para a criança e sua família como para o educador. Todos estão enfrentando mudanças e iniciando um processo de socialização e afetividade.
A adaptação ocorre de maneira diferenciada entre as crianças, algumas tem mais facilidade em conviver em ambientes diferentes e com um grande número de pessoas, porém a grande maioria resiste em se separar da mamãe e então é a hora do choro. Quanto choro!!! Até mesmo as mamães choram discretamente.
Todo esse processo é normal, porém com o passar dos dias vão se estabelecendo vínculos que trarão segurança para todos. Logo, logo no lugar do choro teremos o sorriso e o beijo de despedida.
É preciso persistência, neste momento criar uma nova rotina é de fundamental importância para que a adaptação caminhe de maneira harmoniosa.
Estaremos sempre juntos escola e família, caminhando para o mesmo objetivo, o desenvolvimento pleno de nossas crianças.
Registramos aqui também o nosso muito obrigado pela confiança.
Que Deus nos abençoe!
EMEI ......
* ESTE TEXTO PODE SER ENTREGUE NAS PRIMEIRAS SEMANAS DE ADAPTAÇÃO.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
PAIS QUE NÃO IMPÕEM LIMITES PODEM PREJUDICAR O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
uma escola que iniciava seu ano letivo. Havia várias crianças bem pequenas em adaptação. Algumas mães choravam, outras pareciam inquietas, outras irritadas. As crianças ora choravam, ora mostravam interesse e curiosidade. Uma situação bastante inquietante. Aos poucos, cada um era levado para sua sala, acompanhado pela professora, "a tia", e os amiguinhos. Porém, a curiosidade, nem sempre, suplantava a insegurança de deixar para trás o aconchego conhecido para desbravar um novo território. No olhar de cada mãe e de cada criança havia um quase "pedido de socorro". As mães pareciam estar fazendo algo imperdoável com seus filhos.
O primeiro dia de escola na vida da criança e da sua família é algo a ser celebrado, assim como o engatinhar, o caminhar e tantas outras conquistas. Entretanto, para algumas mães, é um momento de muita ambivalência, principalmente quando os pequenos são bem pequenos, por volta dos dois anos. As mães entendem que ir à escola é uma necessidade não só delas, mas dos seus filhos, porém alimentam a idéia da necessidade de controle sobre o desenvolvimento e o crescimento, e nem sempre se adequam com rapidez às mudanças inerentes ao desenvolvimento do seu filho, inclusive, encarando como um grande privilégio o acesso dos seus filhos a outra parte do processo educativo, agora fora de casa.
"Como dar o melhor aos filhos se você não faz o melhor na relação com o ambiente, com o professor, com a escola e com todos que estão inseridos no dia a dia do processo de educação?"
Voltando à cena anterior, enquanto eu passeava pela escola, observei que duas mães estavam dentro da sala de aula, achei estranho. Enfim, imaginei que para algumas crianças ou, melhor, para algumas mães, a situação havia se complicado mais. Continuei observando. Para minha surpresa, as duas mães, ora "papeavam" entre si, ora uma delas falava ao celular. A professora, muito nova, não sabia o que fazer e as crianças se agitavam. Até que num dado momento, não bastasse o desrespeito de falar ao telefone numa sala de aula, uma das mães começa a interferir nas ações da professora, sugerindo como devia agir com as crianças. Pensei: como é possível qualquer profissional, principalmente em educação, trabalhar de maneira autônoma nessa situação? Como uma mãe se vê com tanta autoridade? Dessa maneira nenhuma criança consegue aderir ao processo educacional escolar. A adaptação se tornará mais difícil e demorada!
Para completar, uma das mães reclama da escola e ameaça não voltar. Claro, estou relatando uma exceção, felizmente! De qualquer maneira, isto nos dá a idéia do que assistimos todos os dias: crianças e jovens com uma imensa dificuldade para crescer, assumir as responsabilidades próprias da sua idade, respeitar as hierarquias e seguir numa trajetória em que pai e mãe podem estar ao lado, não a frente, nem atrás. Além disso, fica mais que provado que educação ocorre por meio de atitudes coerentes, "faça o que digo e faça o que faço", por parte daqueles que são os responsáveis pela criança e pelo jovem. A velha e conhecida fórmula: exemplo.
Eleanor Roosevelt dizia: "a melhor maneira de dificultar a vida dos filhos, é facilitá-la para eles." Claro, não estou defendendo a criação de dificuldades desnecessárias, mas por que eliminar aquelas que são parte do crescimento? E, pior: como dar o melhor se você não faz o melhor na relação com o ambiente, com o professor, com a escola e com todos que estão inseridos no dia-a-dia do processo de educação?
Os livros de desenvolvimento infantil e as mais variadas teses originadas pelos mais diversos estudiosos do comportamento de crianças comprovam todos os dias, que o amor, a celebração, a verdadeira capacidade de compreender o outro e as atitudes dos pais no dia-a-dia são os principais ingredientes que nutrem o desenvolvimento biopsicossocial saudável, capacitando os seres humanos, em todas as fases da sua vida, a enfrentar seus desafios. Sem dúvida uma das maneiras de aprender é pela imitação. Pais são modelos, sempre!
O primeiro dia de escola na vida da criança e da sua família é algo a ser celebrado, assim como o engatinhar, o caminhar e tantas outras conquistas. Entretanto, para algumas mães, é um momento de muita ambivalência, principalmente quando os pequenos são bem pequenos, por volta dos dois anos. As mães entendem que ir à escola é uma necessidade não só delas, mas dos seus filhos, porém alimentam a idéia da necessidade de controle sobre o desenvolvimento e o crescimento, e nem sempre se adequam com rapidez às mudanças inerentes ao desenvolvimento do seu filho, inclusive, encarando como um grande privilégio o acesso dos seus filhos a outra parte do processo educativo, agora fora de casa.
"Como dar o melhor aos filhos se você não faz o melhor na relação com o ambiente, com o professor, com a escola e com todos que estão inseridos no dia a dia do processo de educação?"
Voltando à cena anterior, enquanto eu passeava pela escola, observei que duas mães estavam dentro da sala de aula, achei estranho. Enfim, imaginei que para algumas crianças ou, melhor, para algumas mães, a situação havia se complicado mais. Continuei observando. Para minha surpresa, as duas mães, ora "papeavam" entre si, ora uma delas falava ao celular. A professora, muito nova, não sabia o que fazer e as crianças se agitavam. Até que num dado momento, não bastasse o desrespeito de falar ao telefone numa sala de aula, uma das mães começa a interferir nas ações da professora, sugerindo como devia agir com as crianças. Pensei: como é possível qualquer profissional, principalmente em educação, trabalhar de maneira autônoma nessa situação? Como uma mãe se vê com tanta autoridade? Dessa maneira nenhuma criança consegue aderir ao processo educacional escolar. A adaptação se tornará mais difícil e demorada!
Para completar, uma das mães reclama da escola e ameaça não voltar. Claro, estou relatando uma exceção, felizmente! De qualquer maneira, isto nos dá a idéia do que assistimos todos os dias: crianças e jovens com uma imensa dificuldade para crescer, assumir as responsabilidades próprias da sua idade, respeitar as hierarquias e seguir numa trajetória em que pai e mãe podem estar ao lado, não a frente, nem atrás. Além disso, fica mais que provado que educação ocorre por meio de atitudes coerentes, "faça o que digo e faça o que faço", por parte daqueles que são os responsáveis pela criança e pelo jovem. A velha e conhecida fórmula: exemplo.
Eleanor Roosevelt dizia: "a melhor maneira de dificultar a vida dos filhos, é facilitá-la para eles." Claro, não estou defendendo a criação de dificuldades desnecessárias, mas por que eliminar aquelas que são parte do crescimento? E, pior: como dar o melhor se você não faz o melhor na relação com o ambiente, com o professor, com a escola e com todos que estão inseridos no dia-a-dia do processo de educação?
Os livros de desenvolvimento infantil e as mais variadas teses originadas pelos mais diversos estudiosos do comportamento de crianças comprovam todos os dias, que o amor, a celebração, a verdadeira capacidade de compreender o outro e as atitudes dos pais no dia-a-dia são os principais ingredientes que nutrem o desenvolvimento biopsicossocial saudável, capacitando os seres humanos, em todas as fases da sua vida, a enfrentar seus desafios. Sem dúvida uma das maneiras de aprender é pela imitação. Pais são modelos, sempre!
PAIS E PROFESSOR - UMA RELAÇÃO ESSENCIAL
É muito importante a participação dos pais na escola. Não apenas em festas, comemorações e reuniões de pais. Os pais devem participar efetivamente da rotina escolar dos filhos, trabalhar juntamente com a professora, para melhor atender as dificuldades que este tem.
Esta parceira deve existir para ajudar os cidadãos futuros que teremos a resolver seus problemas e dificuldades. A educação começa primeiramente na família, através dos pais as crianças adquirem os primeiros valores, princípios e conhecimentos.
O professor é uma peça fundamental na educação das crianças, passa por ele o futuro do mundo, depende dele formar pessoas boas ou más. O professor tem que ter noção disso, pois tudo que ele passar para os alunos acarretará para o resto de suas vidas. Por isso temos que oferecer tudo de bom para nossos alunos, para crescerem pessoas conscientes, inteligentes e participativas.
Esta parceira deve existir para ajudar os cidadãos futuros que teremos a resolver seus problemas e dificuldades. A educação começa primeiramente na família, através dos pais as crianças adquirem os primeiros valores, princípios e conhecimentos.
O professor é uma peça fundamental na educação das crianças, passa por ele o futuro do mundo, depende dele formar pessoas boas ou más. O professor tem que ter noção disso, pois tudo que ele passar para os alunos acarretará para o resto de suas vidas. Por isso temos que oferecer tudo de bom para nossos alunos, para crescerem pessoas conscientes, inteligentes e participativas.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Os Filhos necessitam de Limites
É necessário enfrentar esta questão para que as crianças tenham alguma referência na vida e não vivam na confusão e no relativismo.
LIMITE E AUTORITARISMO
Talvez seja difícil ver a diferença entre limite e autoritarismo, mas é necessário clarear esta questão.
Nota-se que se não houver limites, as crianças fazem de tudo para procurá-los. Mas até onde elas podem chegar nesta procura? Como elas agem?
Veja este exemplo, bastante comum em qualquer família:
Depois de uma manhã com um grupo de amiguinhos, Ana quer brincar também durante o almoço. A mãe diz: “Não! Agora é hora de comer”. A criança bate os pés e se recusa a comer.
Se a mãe lhe permitisse comer sem estar sentada à mesa, provavelmente se alegraria pelo seu triunfo.
No entanto, se a mãe conseguir se mostrar firme, ajudando Ana a superar o mau humor, e se Ana no fim comer tranquilamente, ambas sairão vitoriosas. Sentir-se-ão mais unidas e satisfeitas por terem superado o conflito.
PROTEÇÃO E SEGURANÇA
A existência de determinados limites, conhecidos pelos pais e pelos filhos, faz com que as crianças se sintam mais protegidas e seguras.
Caso contrário, existem dois perigos evidentes: ou os pais são autoritários e proíbem tudo ou a criança domina os pais. Mas, se uma criança se sentir mais poderosa do que quem cuida dela, como poderá confiar em quem deveria protegê-la?
Do ponto de vista da criança, os limites podem parecer restrições e enfurecê-la, mas são também portões que protegem e dão garantia.
São os pais que devem formar nela a sensibilidade para reconhecer a diferença entre suas necessidades e suas vontades.
Existem muitas boas razões para fixar limites, como coisas primárias e simples: proibir brincar com objetos perigosos, como as tomadas elétricas, fogo, facas, armas...
As coisas começam a se complicar quando se deve decidir se uma criança pode voltar para casa sozinha, se pode ir de bicicleta ou dormir na casa de um amigo. Nisso tudo, o respeito e os desejos dos filhos são muito importantes e todo cuidado é pouco.
AUTONOMIA E RESPONSABILIDADE
Outro aspecto importante é refletir sobre aquilo que ajuda o filho ou a filha a crescer com autonomia e responsabilidade. Se os pais satisfizerem todas as vontades dos filhos, estes cresceriam fracos e sempre mais incapazes de suportar uma frustração.
Os pais, com as melhores intenções, procuram poupar o filho de qualquer tipo de sofrimento, mas podem acabar eliminando a possibilidade de desenvolver neles os instrumentos necessários para enfrentar dificuldades.
A segurança, com a qual a mãe faz os filhos respeitarem as regras que regulam as diversas atividades, ajuda as crianças a entenderem que as coisas têm uma determinada estrutura e que os fatos têm início e fim. Isso lhes servirá para superar os momentos difíceis e aprender a gerir as circunstâncias mais complicadas.
Os limites ajudam as crianças a desenvolver capacidades próprias. A criança quer atenção, ou um certo brinquedo, ou desenvolver outra atividade e, devendo esperar ou renunciar, aprende também a ser flexível e paciente, a procurar alternativas, a ser criativa: todas qualidades úteis na vida.
LIMITES COERENTES
Os limites são um dos pilares para uma boa educação, pois fornecem aquele sentido de segurança física e emotiva de que ela necessita para aprender as grandes lições do autocontrole e do comportamento ético.
Mas justamente porque ajudam a formar a estrutura da personalidade, os limites devem ser coerentes. Os pais nunca devem esquecer de que justamente eles devem ser exemplos pelos mesmos limites.
Enquanto cresce, um filho deve ser sempre envolvido na compreensão e na aceitação de seus limites. Os “não” devem encorajar o contato e não o afastamento, atrair os filhos para a reflexão...
Geralmente os “não” dos pais chegam depois do “por que?” dos filhos. Eles têm direito a uma resposta.
É importante levar em conta a personalidade e o temperamento individual dos filhos. Os limites devem ser, num certo sentido, feitos na “medida”.
Tudo isso requer um tempinho e trabalho maior do que aquilo que se gastaria esbravejando ou ameaçando punições, mas constitui o “coração” da arte da educação.
PARA REFLETIR
O que você entende por “limite”?
Por que os filhos precisam de limites?
Como estabelecer limites demo craticamente numa família?
As pequenas coisas...
Eu tinha, na parede da sala, um grande quadro. Era uma paisagem com flores silvestres e um beija-flor sugando o néctar de uma delas.
O quadro estava pendurado por um cordão de seda e, certo dia, sem que ninguém tocasse, caiu, ficando em pedaços.
Fui verificar a causa do desastre e notei que uma pequenina traça roera o cordão e... era uma vez um lindo quadro...
Às vezes, em muitas vidas, acontecem coisas desastradas por um simples mal-entendido, ou uma palavra dita sem reflexão, ou um ato praticado impensadamente.
E destrói-se uma boa amizade, a felicidade de um lar e, quantas vezes, vidas são danificadas porque alguém deixou de corrigir uma criança que trouxe para casa um brinquedo roubado, um troco a mais do padeiro por engano, ou, ainda, porque alguém se embriagou, tendo começado por um pequeno gole.
Por isso, tome cuidado com as pequenas coisas, com as pequenas traças, capazes de destruir grandes e belos quadros. Leve em consideração a advertência das sagradas escrituras: “Uma pequena fagulha põe em chamas uma grande floresta”. (Tiago 3,5)
Corina M. de CarvalhoArtur Alvin - SP
Fonte:http://www.pime.org.br/missaojovem/mjeducfilhos.htm
LIMITE E AUTORITARISMO
Talvez seja difícil ver a diferença entre limite e autoritarismo, mas é necessário clarear esta questão.
Nota-se que se não houver limites, as crianças fazem de tudo para procurá-los. Mas até onde elas podem chegar nesta procura? Como elas agem?
Veja este exemplo, bastante comum em qualquer família:
Depois de uma manhã com um grupo de amiguinhos, Ana quer brincar também durante o almoço. A mãe diz: “Não! Agora é hora de comer”. A criança bate os pés e se recusa a comer.
Se a mãe lhe permitisse comer sem estar sentada à mesa, provavelmente se alegraria pelo seu triunfo.
No entanto, se a mãe conseguir se mostrar firme, ajudando Ana a superar o mau humor, e se Ana no fim comer tranquilamente, ambas sairão vitoriosas. Sentir-se-ão mais unidas e satisfeitas por terem superado o conflito.
PROTEÇÃO E SEGURANÇA
A existência de determinados limites, conhecidos pelos pais e pelos filhos, faz com que as crianças se sintam mais protegidas e seguras.
Caso contrário, existem dois perigos evidentes: ou os pais são autoritários e proíbem tudo ou a criança domina os pais. Mas, se uma criança se sentir mais poderosa do que quem cuida dela, como poderá confiar em quem deveria protegê-la?
Do ponto de vista da criança, os limites podem parecer restrições e enfurecê-la, mas são também portões que protegem e dão garantia.
São os pais que devem formar nela a sensibilidade para reconhecer a diferença entre suas necessidades e suas vontades.
Existem muitas boas razões para fixar limites, como coisas primárias e simples: proibir brincar com objetos perigosos, como as tomadas elétricas, fogo, facas, armas...
As coisas começam a se complicar quando se deve decidir se uma criança pode voltar para casa sozinha, se pode ir de bicicleta ou dormir na casa de um amigo. Nisso tudo, o respeito e os desejos dos filhos são muito importantes e todo cuidado é pouco.
AUTONOMIA E RESPONSABILIDADE
Outro aspecto importante é refletir sobre aquilo que ajuda o filho ou a filha a crescer com autonomia e responsabilidade. Se os pais satisfizerem todas as vontades dos filhos, estes cresceriam fracos e sempre mais incapazes de suportar uma frustração.
Os pais, com as melhores intenções, procuram poupar o filho de qualquer tipo de sofrimento, mas podem acabar eliminando a possibilidade de desenvolver neles os instrumentos necessários para enfrentar dificuldades.
A segurança, com a qual a mãe faz os filhos respeitarem as regras que regulam as diversas atividades, ajuda as crianças a entenderem que as coisas têm uma determinada estrutura e que os fatos têm início e fim. Isso lhes servirá para superar os momentos difíceis e aprender a gerir as circunstâncias mais complicadas.
Os limites ajudam as crianças a desenvolver capacidades próprias. A criança quer atenção, ou um certo brinquedo, ou desenvolver outra atividade e, devendo esperar ou renunciar, aprende também a ser flexível e paciente, a procurar alternativas, a ser criativa: todas qualidades úteis na vida.
LIMITES COERENTES
Os limites são um dos pilares para uma boa educação, pois fornecem aquele sentido de segurança física e emotiva de que ela necessita para aprender as grandes lições do autocontrole e do comportamento ético.
Mas justamente porque ajudam a formar a estrutura da personalidade, os limites devem ser coerentes. Os pais nunca devem esquecer de que justamente eles devem ser exemplos pelos mesmos limites.
Enquanto cresce, um filho deve ser sempre envolvido na compreensão e na aceitação de seus limites. Os “não” devem encorajar o contato e não o afastamento, atrair os filhos para a reflexão...
Geralmente os “não” dos pais chegam depois do “por que?” dos filhos. Eles têm direito a uma resposta.
É importante levar em conta a personalidade e o temperamento individual dos filhos. Os limites devem ser, num certo sentido, feitos na “medida”.
Tudo isso requer um tempinho e trabalho maior do que aquilo que se gastaria esbravejando ou ameaçando punições, mas constitui o “coração” da arte da educação.
PARA REFLETIR
O que você entende por “limite”?
Por que os filhos precisam de limites?
Como estabelecer limites demo craticamente numa família?
As pequenas coisas...
Eu tinha, na parede da sala, um grande quadro. Era uma paisagem com flores silvestres e um beija-flor sugando o néctar de uma delas.
O quadro estava pendurado por um cordão de seda e, certo dia, sem que ninguém tocasse, caiu, ficando em pedaços.
Fui verificar a causa do desastre e notei que uma pequenina traça roera o cordão e... era uma vez um lindo quadro...
Às vezes, em muitas vidas, acontecem coisas desastradas por um simples mal-entendido, ou uma palavra dita sem reflexão, ou um ato praticado impensadamente.
E destrói-se uma boa amizade, a felicidade de um lar e, quantas vezes, vidas são danificadas porque alguém deixou de corrigir uma criança que trouxe para casa um brinquedo roubado, um troco a mais do padeiro por engano, ou, ainda, porque alguém se embriagou, tendo começado por um pequeno gole.
Por isso, tome cuidado com as pequenas coisas, com as pequenas traças, capazes de destruir grandes e belos quadros. Leve em consideração a advertência das sagradas escrituras: “Uma pequena fagulha põe em chamas uma grande floresta”. (Tiago 3,5)
Corina M. de CarvalhoArtur Alvin - SP
Fonte:http://www.pime.org.br/missaojovem/mjeducfilhos.htm
quarta-feira, 19 de junho de 2013
ORAÇÃO DOS EDUCADORES
Gostei muito desta oração, tenho certeza que todos educadores vão gostar também.
Oração dos Educadores
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar.
Dai-me esta graça que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor.
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar.
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples,
humano e alegre, como o Amor de aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe.
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
mas cresçam e se abasteçam da humildade.
Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
mas animem as faces de quem procura a Luz.
Que a minha voz nunca assuste, mas seja a pregação da esperança.
Que eu aprenda que quem não me entendeprecisa ainda mais de mim.
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.
Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender
para que eu possa trazer o novo, a esperança.
E não ser um perpetuador das desilusões.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender.
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do Amor.
AMÉM!!!
Oração dos Educadores
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar.
Dai-me esta graça que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor.
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar.
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples,
humano e alegre, como o Amor de aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe.
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
mas cresçam e se abasteçam da humildade.
Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
mas animem as faces de quem procura a Luz.
Que a minha voz nunca assuste, mas seja a pregação da esperança.
Que eu aprenda que quem não me entendeprecisa ainda mais de mim.
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.
Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender
para que eu possa trazer o novo, a esperança.
E não ser um perpetuador das desilusões.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender.
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do Amor.
AMÉM!!!
ORAÇÃO DA CRIANÇA
OBRIGADO SENHOR PELA MINHA VIDA, PELA MINHA SAÚDE, PELA MINHA FAMÍLIA E POR TODOS OS MEUS AMIGUINHOS.
SENHOR JESUS ENSINA-ME A SER UMA CRIANÇA CHEIA DE FÉ E DE AMOR, ENSINA-ME A CRESCER SEGUINDO O SEU CAMINHO.
ABENÇOE SENHOR TODOS QUE CUIDAM DA MINHA EDUCAÇÃO COM SABEDORIA, FÉ E AMOR.
DÁ-ME SENHOR A BENÇÃO DE SER UMA CRIANÇA FELIZ.
AMÉM!
SENHOR JESUS ENSINA-ME A SER UMA CRIANÇA CHEIA DE FÉ E DE AMOR, ENSINA-ME A CRESCER SEGUINDO O SEU CAMINHO.
ABENÇOE SENHOR TODOS QUE CUIDAM DA MINHA EDUCAÇÃO COM SABEDORIA, FÉ E AMOR.
DÁ-ME SENHOR A BENÇÃO DE SER UMA CRIANÇA FELIZ.
AMÉM!
terça-feira, 18 de junho de 2013
Objetivos Gerais para a Educação Infantil
Objetivos Gerais para a Educação Infantil
Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, confiante em suas capacidades e percepção de suas limitações;
Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;
Estabelecer vínculos afetivos e de troca entre adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;
demonstrando atitudes
Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista, interagindo com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente, valorizando atitudes que contribuem para sua conservação;
Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
Utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;
Conhecer algumas manifestações culturais, de interesse, respeito e participação, valorizando a diversidade;
Fonte:www.educacao.rs.gov.br
Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, confiante em suas capacidades e percepção de suas limitações;
Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;
Estabelecer vínculos afetivos e de troca entre adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;
demonstrando atitudes
Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista, interagindo com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente, valorizando atitudes que contribuem para sua conservação;
Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
Utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;
Conhecer algumas manifestações culturais, de interesse, respeito e participação, valorizando a diversidade;
Fonte:www.educacao.rs.gov.br
segunda-feira, 17 de junho de 2013
O DIÁLOGO ENTRE PROFESSOR E ALUNOS / ALUNO E ALUNO.
É muito importante a relação aluno e professor. Principalmente o diálogo entre eles, através da comunicação o professor passa a conhecer melhor os alunos.
É preciso que o professor faça os alunos falarem, se comunicarem, se expressarem, para crescerem pessoas comunicativas.
Existem professores que não gostam que os alunos falem em sala de aula, mas eles deveriam dar esta oportunidade dos alunos falarem o que pensam, pois devemos, a partir do que eles trazem, ajudá-los e orientá-los. O diálogo é fundamental na sala de aula, tanto professor/aluno como aluno/aluno.
Devemos fazer com que os alunos se soltem, não fique tímidos. Oferecer atividades que eles se comuniquem, como por exemplo o teatro, trabalhos em grupo, onde irão discutir e entrar em um consenso.
O professor deve ser bem comunicativo e dialogar com seus alunos, isso é muito importante para o desenvolvimento deles.
É preciso que o professor faça os alunos falarem, se comunicarem, se expressarem, para crescerem pessoas comunicativas.
Existem professores que não gostam que os alunos falem em sala de aula, mas eles deveriam dar esta oportunidade dos alunos falarem o que pensam, pois devemos, a partir do que eles trazem, ajudá-los e orientá-los. O diálogo é fundamental na sala de aula, tanto professor/aluno como aluno/aluno.
Devemos fazer com que os alunos se soltem, não fique tímidos. Oferecer atividades que eles se comuniquem, como por exemplo o teatro, trabalhos em grupo, onde irão discutir e entrar em um consenso.
O professor deve ser bem comunicativo e dialogar com seus alunos, isso é muito importante para o desenvolvimento deles.
O TRABALHO EM GRUPO, UMA MANEIRA IMPORTANTE PARA RELACIONAR COM AS PESSOAS
Os trabalhos em grupo são muito importante na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, ajuda a se relacionar com as pessoas.
Os professores devem oferecer atividades deste jeito, para que as crianças se comuniquem, também ajuda na convivência com os demais, e a discutir o que cada um quer. As crianças aprendem a aceitar as opiniões dos outros, e dar opiniões também.
Elas percebem que o outro existe, que não existe somente ela no mundo, pois quando nascem e durante alguns anos ignoram a presença do outro.
Os professores devem oferecer atividades deste jeito, para que as crianças se comuniquem, também ajuda na convivência com os demais, e a discutir o que cada um quer. As crianças aprendem a aceitar as opiniões dos outros, e dar opiniões também.
Elas percebem que o outro existe, que não existe somente ela no mundo, pois quando nascem e durante alguns anos ignoram a presença do outro.
O QUE É PEDAGOGIA E O QUE É SER PEDAGOGO?
Pedagogia é o ato de educar. É se doar inteira para pessoas que você nem conhece, que depende de nós pedagogos formar estas crianças, pessoas do bem e cidadãos corretos, humildes e educados.
Acredito que depende de nós pedagogos para mudar o mundo, pois depende dos adultos futuros que teremos, e estes serão nossas crianças. Ser pedagogo não é simplesmente dar aula, é a partir destas aulas oferecer oportunidades dos alunos crescerem pessoas honestas.
Acredito que depende de nós pedagogos para mudar o mundo, pois depende dos adultos futuros que teremos, e estes serão nossas crianças. Ser pedagogo não é simplesmente dar aula, é a partir destas aulas oferecer oportunidades dos alunos crescerem pessoas honestas.
Comportamento O primeiro amiguinho
Fazer amiguinhos não é tarefa das mais fáceis. Ao nascer, o cérebro do bebê não está totalmente desenvolvido e as partes que gerenciam o pensamento e as lembranças, assim como o comportamento emocional e social, ainda não se consolidaram.
Cabe aos pais o melhor desenvolvimento do filho. Uma criança que pouco brinca ou que brinca apenas sozinha poderá ter dificuldades na adaptação social ao longo de seu crescimento. Os primeiros anos de vida são fundamentais, pois é quando o bebê aprende como ser amigo, sendo importante sempre o contato do filho com crianças da mesma idade.
Até os três meses de idade, o bebê não se diferencia da mãe. A partir daí, começa a reconhecer outras pessoas começando pelo papai e mais tarde pessoas próximas. Com seis meses, já estranha os desconhecidos.
Depois do primeiro aniversário, seu filho brinca sozinho ao lado das outras crianças. Conseguir interagir e ser amigo envolve afeto, troca na relação e isso só vai aparecer por volta dos seis ou sete anos. Antes disso, tudo é um suporte para futuras relações afetivas de amizade.
O primeiro amiguinho acontece por volta dos dois anos: o "amigo imaginário". Os pais não devem se preocupar com isso, é a forma encontrada pelas crianças de lidar com sua imaginação. Exercitam livremente a criatividade, vontade e autoridade.
"Trabalhando a fantasia, também aprendem a se inserir no seu mundo social real" explica a psicóloga Raquel Peetz. Esse amigo imaginário será substituído por um amigo de verdade lá pelos cinco ou seis anos de idade.
No período de dois a três anos, a criança só se interessa por outra se esta oferecer algo de bom, como um brinquedo. Aparece aos poucos o senso de cooperação - em vez de derrubar a pilha de blocos do amiguinho, ele poderá ajudá-lo a erguê-la. Mas a briga por brinquedos numa brincadeira em grupo ainda existirá, mas poderá ser convencido a ceder de vez em quando.
A partir dos quatro anos, a criança já consegue obedecer a algumas regras simples quando brinca em grupo. É a fase em que a criança vai testar limites de sua independência e aprende a desafiar a autoridade. É importante reprimir seu filho quando demonstrar desrespeito a você e aos amiguinhos.
Se você sentir a necessidade de discipliná-lo, tire-o do grupo antes de falar com ele - se reprimi-lo em público, ele tenderá a insistir no mau comportamento, devido ao embaraço provocado pela "bronca".
Agora sim! - Com seis anos, a criança está pronta para aceitar regras de convivência. Agora poderá fazer uma amizade de verdade. Aqui limites também são exigidos pelos amigos. As crianças aprendem que se baterem vão apanhar. Raquel aponta que encontrando esse limite, a criança vai se diferenciando do outro.
Mas desde cedo é preciso ensinar a criança à não discriminar ninguém. Para ser um bom amigo é preciso ter limites e saber lidar com as diferenças. Em situações de conflito os pais devem agir como mediadores, levando o filho a se colocar no lugar da outra criança.
Bruno Thadeu
Fonte do texto:http://guiadobebe.uol.com.br/bb2a3/o_primeiro_amiguinho.htm
Cabe aos pais o melhor desenvolvimento do filho. Uma criança que pouco brinca ou que brinca apenas sozinha poderá ter dificuldades na adaptação social ao longo de seu crescimento. Os primeiros anos de vida são fundamentais, pois é quando o bebê aprende como ser amigo, sendo importante sempre o contato do filho com crianças da mesma idade.
Até os três meses de idade, o bebê não se diferencia da mãe. A partir daí, começa a reconhecer outras pessoas começando pelo papai e mais tarde pessoas próximas. Com seis meses, já estranha os desconhecidos.
Depois do primeiro aniversário, seu filho brinca sozinho ao lado das outras crianças. Conseguir interagir e ser amigo envolve afeto, troca na relação e isso só vai aparecer por volta dos seis ou sete anos. Antes disso, tudo é um suporte para futuras relações afetivas de amizade.
O primeiro amiguinho acontece por volta dos dois anos: o "amigo imaginário". Os pais não devem se preocupar com isso, é a forma encontrada pelas crianças de lidar com sua imaginação. Exercitam livremente a criatividade, vontade e autoridade.
"Trabalhando a fantasia, também aprendem a se inserir no seu mundo social real" explica a psicóloga Raquel Peetz. Esse amigo imaginário será substituído por um amigo de verdade lá pelos cinco ou seis anos de idade.
No período de dois a três anos, a criança só se interessa por outra se esta oferecer algo de bom, como um brinquedo. Aparece aos poucos o senso de cooperação - em vez de derrubar a pilha de blocos do amiguinho, ele poderá ajudá-lo a erguê-la. Mas a briga por brinquedos numa brincadeira em grupo ainda existirá, mas poderá ser convencido a ceder de vez em quando.
A partir dos quatro anos, a criança já consegue obedecer a algumas regras simples quando brinca em grupo. É a fase em que a criança vai testar limites de sua independência e aprende a desafiar a autoridade. É importante reprimir seu filho quando demonstrar desrespeito a você e aos amiguinhos.
Se você sentir a necessidade de discipliná-lo, tire-o do grupo antes de falar com ele - se reprimi-lo em público, ele tenderá a insistir no mau comportamento, devido ao embaraço provocado pela "bronca".
Agora sim! - Com seis anos, a criança está pronta para aceitar regras de convivência. Agora poderá fazer uma amizade de verdade. Aqui limites também são exigidos pelos amigos. As crianças aprendem que se baterem vão apanhar. Raquel aponta que encontrando esse limite, a criança vai se diferenciando do outro.
Mas desde cedo é preciso ensinar a criança à não discriminar ninguém. Para ser um bom amigo é preciso ter limites e saber lidar com as diferenças. Em situações de conflito os pais devem agir como mediadores, levando o filho a se colocar no lugar da outra criança.
Bruno Thadeu
Fonte do texto:http://guiadobebe.uol.com.br/bb2a3/o_primeiro_amiguinho.htm
domingo, 16 de junho de 2013
O ENTUSIASMO DO(A) PROFESSOR(A) NA SALA DE AULA
O professor deve ser dinâmico na sala de aula, ser extrovertido, brincar, conversar com os alunos. Isso motiva os alunos a realizarem atividades e trabalhos.
O professor deve fazer aulas dinâmicas, fazendo com que as crianças se expressem, não somente ficar naquelas aulas, onde os alunos ficam enfileirados, todos quietos, sem falar nada.
Em muitas salas podemos observar que os alunos são como o seu professor, o professor molda os alunos do seu jeito. Aquele professor alegre, dinâmico, comunicativo, podemos perceber que os alunos são bem parecidos com ele, já aquele bravo, que não deixe nenhum aluno falar, os alunos ficam parecidos com ele também.
Portanto o desempenho, o jeito dos alunos e a maneira que eles agem dependem do professor, depende de como é este professor.
O entusiasmo do professor incentiva os alunos a persistirem. Não somente na Educação Infantil, mas como em todo processo acadêmico, até na faculdade somos incentivados a prosseguir, existem aqueles professores que nos colocam para cima e fazem com que nós não desistimos de nossos objetivos.
O professor deve fazer aulas dinâmicas, fazendo com que as crianças se expressem, não somente ficar naquelas aulas, onde os alunos ficam enfileirados, todos quietos, sem falar nada.
Em muitas salas podemos observar que os alunos são como o seu professor, o professor molda os alunos do seu jeito. Aquele professor alegre, dinâmico, comunicativo, podemos perceber que os alunos são bem parecidos com ele, já aquele bravo, que não deixe nenhum aluno falar, os alunos ficam parecidos com ele também.
Portanto o desempenho, o jeito dos alunos e a maneira que eles agem dependem do professor, depende de como é este professor.
O entusiasmo do professor incentiva os alunos a persistirem. Não somente na Educação Infantil, mas como em todo processo acadêmico, até na faculdade somos incentivados a prosseguir, existem aqueles professores que nos colocam para cima e fazem com que nós não desistimos de nossos objetivos.
O DESENHO, AJUDA AS CRIANÇAS A SE EXPRESSAREM
O desenho é muito importante para o desenvolvimento da criança. Através deste, ela se expressa, representando sua realidade no papel.
As cores também representam as emoções, angústias, sentimentos, alegrias, medo, trauma, felicidade, como por exemplo quando pintam de preto, ela deve estar com algum problema.
O professor da Educação Infantil e do Ensino Fundamental deve valorizar os desenhos feitos pelas crianças. Sempre que elas perguntarem se o desenho está bonito, devemos elogiá-las, e não mostrar-se insatisfeita com a produção delas, pois com isso elas ficam entusiasmada para realizar atividades futuras.
O professor deve também direcionar assuntos aos alunos, como por exemplo, a violência, eles representam suas ideias sobre o tema, o que conhecem e entendem sobre este.
Antes de falar, as crianças se comunicam através do desenho e é único feito individualmente, ajuda a se relacionar com as pessoas.
As cores também representam as emoções, angústias, sentimentos, alegrias, medo, trauma, felicidade, como por exemplo quando pintam de preto, ela deve estar com algum problema.
O professor da Educação Infantil e do Ensino Fundamental deve valorizar os desenhos feitos pelas crianças. Sempre que elas perguntarem se o desenho está bonito, devemos elogiá-las, e não mostrar-se insatisfeita com a produção delas, pois com isso elas ficam entusiasmada para realizar atividades futuras.
O professor deve também direcionar assuntos aos alunos, como por exemplo, a violência, eles representam suas ideias sobre o tema, o que conhecem e entendem sobre este.
Antes de falar, as crianças se comunicam através do desenho e é único feito individualmente, ajuda a se relacionar com as pessoas.
Na escolinha, o que fazer na hora do choro?
VÁRIOS TIPOS O choro transmite o que os pequenos não sabem dizer. É preciso aprender a identificar a mensagem.
Adaptar-se ao ambiente e à equipe da creche, despedir-se da família, avisar que a fralda está suja ou que a barriga dói, perder um brinquedo para um colega... Pode não parecer, mas a vida de uma criança até 3 anos tem uma porção de desafios e uma boa dose de estresse! Sem contar com a fala bem desenvolvida, os pequenos não têm muitas opções além das lágrimas, que podem acompanhar chorinhos sofridos ou mesmo choradeiras de assustar a vizinhança.
Para o educador, enfrentar momentos como esses está longe de ser fácil. É natural que surjam sinais de frustração, irritação e, principalmente, falta de paciência. Mas tudo fica mais simples quando se conhece o desenvolvimento infantil e há acolhimento e uma permanente construção de vínculos afetivos com os bebês e as crianças - um trabalho fundamental, que começa ao iniciarem a adaptação e segue ao longo do ano.
Nos primeiros dias da criança na creche, a equipe ainda não distingue os tipos de choro dela. "Há o que expressa dor, o de ‘acordei, vem me buscar’ e o de saudade, entre tantos outros. Quem investe em um cuidado atento passa a identificar essas diferenças e, assim, descobre qual é a melhor atitude a tomar", diz Edimara de Lima, psicopedagoga da Associação Brasileira de Psicopedagogia.
Para decifrar as lágrimas, é preciso ter em mente que o objetivo dos bebês é comunicar que algo vai mal. "Eles relacionam o choro a uma reação boa. Afinal, alguém vem atendê-los. Esse é o jeito que eles têm de dizer ‘estou tentando lidar com um problema, mas não está fácil’. Por isso, deve-se evitar ideias preconcebidas e tentar entender o que o choro expressa", orienta Beatriz Ferraz, coordenadora do Núcleo de Educação Infantil do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac).
Essa pesquisa parte de tentativas e erros e, com o tempo, chega a várias respostas. Quando há dor física, deve-se agir no ato e buscar as devidas orientações médicas. A dor emocional também merece ação rápida e aconchego. "Costumam dizer que, se pegar no colo, a criança fica manhosa. Mas colo e carinho não estragam ninguém e são sempre bem-vindos", garante Regina Célia Marques Teles, diretora da Creche Carochinha, em Ribeirão Preto, a 319 quilômetros de São Paulo.
Partindo dessa premissa, Vera Cristina Figueiredo, coordenadora de projetos da associação Grão da Vida, em São Paulo, desenvolveu com sua equipe uma proposta preventiva baseada no acolhimento constante. "Logo notamos a importância do brincar junto e do estar próximo, atento às realizações e descobertas dos pequenos. Dar atenção nesses momentos, e não apenas na hora de impor limites, gera tranquilidade e faz o pranto diminuir", conta. Essa experiência jogou por terra a teoria de que acolher deixa os pequenos grudentos e dependentes. "O carinho gera ganhos consideráveis em termos de autonomia", garante Vera.
Não é raro que um simples conflito tome proporções de catástrofe mundial, com direito a gritos, sacudidas pelo chão e soluços sem fim. "Às vezes, a criança perde o controle e não consegue voltar ao normal sozinha. Não dá para cruzar os braços e esperar isso passar nem tentar resolver na conversa", relata Regina Célia. Também não vale cair na armadilha de fazer chantagens para o choro cessar. O melhor é mostrar que entende o problema e pedir que ela respire fundo, lave o rosto e sente no seu colo, passando a mensagem de que você confia que ela vai se acalmar. Não perca a chance: respire fundo e tome fôlego também.
Adaptar-se ao ambiente e à equipe da creche, despedir-se da família, avisar que a fralda está suja ou que a barriga dói, perder um brinquedo para um colega... Pode não parecer, mas a vida de uma criança até 3 anos tem uma porção de desafios e uma boa dose de estresse! Sem contar com a fala bem desenvolvida, os pequenos não têm muitas opções além das lágrimas, que podem acompanhar chorinhos sofridos ou mesmo choradeiras de assustar a vizinhança.
Para o educador, enfrentar momentos como esses está longe de ser fácil. É natural que surjam sinais de frustração, irritação e, principalmente, falta de paciência. Mas tudo fica mais simples quando se conhece o desenvolvimento infantil e há acolhimento e uma permanente construção de vínculos afetivos com os bebês e as crianças - um trabalho fundamental, que começa ao iniciarem a adaptação e segue ao longo do ano.
Nos primeiros dias da criança na creche, a equipe ainda não distingue os tipos de choro dela. "Há o que expressa dor, o de ‘acordei, vem me buscar’ e o de saudade, entre tantos outros. Quem investe em um cuidado atento passa a identificar essas diferenças e, assim, descobre qual é a melhor atitude a tomar", diz Edimara de Lima, psicopedagoga da Associação Brasileira de Psicopedagogia.
Para decifrar as lágrimas, é preciso ter em mente que o objetivo dos bebês é comunicar que algo vai mal. "Eles relacionam o choro a uma reação boa. Afinal, alguém vem atendê-los. Esse é o jeito que eles têm de dizer ‘estou tentando lidar com um problema, mas não está fácil’. Por isso, deve-se evitar ideias preconcebidas e tentar entender o que o choro expressa", orienta Beatriz Ferraz, coordenadora do Núcleo de Educação Infantil do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac).
Essa pesquisa parte de tentativas e erros e, com o tempo, chega a várias respostas. Quando há dor física, deve-se agir no ato e buscar as devidas orientações médicas. A dor emocional também merece ação rápida e aconchego. "Costumam dizer que, se pegar no colo, a criança fica manhosa. Mas colo e carinho não estragam ninguém e são sempre bem-vindos", garante Regina Célia Marques Teles, diretora da Creche Carochinha, em Ribeirão Preto, a 319 quilômetros de São Paulo.
Partindo dessa premissa, Vera Cristina Figueiredo, coordenadora de projetos da associação Grão da Vida, em São Paulo, desenvolveu com sua equipe uma proposta preventiva baseada no acolhimento constante. "Logo notamos a importância do brincar junto e do estar próximo, atento às realizações e descobertas dos pequenos. Dar atenção nesses momentos, e não apenas na hora de impor limites, gera tranquilidade e faz o pranto diminuir", conta. Essa experiência jogou por terra a teoria de que acolher deixa os pequenos grudentos e dependentes. "O carinho gera ganhos consideráveis em termos de autonomia", garante Vera.
Não é raro que um simples conflito tome proporções de catástrofe mundial, com direito a gritos, sacudidas pelo chão e soluços sem fim. "Às vezes, a criança perde o controle e não consegue voltar ao normal sozinha. Não dá para cruzar os braços e esperar isso passar nem tentar resolver na conversa", relata Regina Célia. Também não vale cair na armadilha de fazer chantagens para o choro cessar. O melhor é mostrar que entende o problema e pedir que ela respire fundo, lave o rosto e sente no seu colo, passando a mensagem de que você confia que ela vai se acalmar. Não perca a chance: respire fundo e tome fôlego também.
LINGUAGEM MUSICAL
A música é uma linguagem muito importante na comunicação e expressão humanas. Desde antes do seu nascimento, as crianças já estão imersas num mundo de sons: pesquisas comprovam que, ainda dentro do útero, os bebês escutam e reagem aos sons do corpo materno e mesmo aos sons externos. Quando nascem, e já desde as primeiras semanas de vida, os bebês são capazes de distinguir claramente a voz humana de outras fontes sonoras. A voz materna é reconhecida pelo bebê e será um instrumento importante na construção do vínculo e na interação pais-crianças. Farão parte igualmente deste universo sonoro as canções e pequenas brincadeiras musicais que a mãe entoa para o bebê. Assim, os sons e a música constituem uma fonte importante de conexão cultural e desde muito cedo o bebê estará conhecendo e se apropriando de sonoridades características do lugar onde vive – sua família, sua comunidade, seu país.
Ao entrar no CEI, portanto, o bebê já será dono de um repertório musical, do qual farão parte sons familiares, músicas e canções entoadas pelas pessoas que conhece.
No ambiente do berçário, este repertório se ampliará e novos sons passarão a fazer parte do mundo do bebê. Assim, é importante que os professores saibam que sua voz, as brincadeiras sonoras e canções que cantarão para as crianças estarão abrindo um canal comunicativo essencial para a integração do bebê na vida do berçário.
O canto do professor para o bebê estabelece um vínculo profundamente emotivo, e mais ainda se vem acompanhado do contato físico, do olhar e do seu próprio gosto por cantar.
Em alguns momentos, algumas das atitudes do professor serão dirigidas a apenas uma criança, como quando a embala com canções e brinca com sons e músicas durante a troca de fraldas. Em outras ocasiões, ele cantará para o grupo todo ou para várias crianças como, por exemplo, no momento de dormir ou quando as crianças brincam tranqüilamente.
Nesta faixa etária, podemos esperar que as crianças percebam e reajam aos diferentes sons do ambiente – e, à medida que crescem, não apenas aos sons vocais, mas também a outras informações sonoras, que lhes provocarão diferentes reações: bem estar e alegria, susto, medo ou curiosidade. Estas reações se dão através do olhar, do choro ou da expressão corporal: é muito comum que bebês agitem pernas e braços diante de sons conhecidos ou que chorem diante de algum estímulo sonoro novo. Porém, além de escutar e distinguir sons, as crianças pequenas também são capazes de produzi-los.
Muito cedo os bebês começam a vocalizar, a brincar com sua própria voz, uma fonte inesgotável de exploração e comunicação. À medida que crescem, a pesquisa de sons produzidos com a boca também pode ocupar as crianças durante bastante tempo. As lalações – ruídos vocais ainda sem relação com a língua falada, e que até mesmo as crianças surdas produzem - os barulhos com os lábios e língua entretêm e divertem as crianças. Outro importante veículo para a expressão de sensações e desconfortos é o choro, reação inicialmente reflexa, mas que resulta no primeiro sistema de sinais que pode ser decodificado por outro.
No convívio com o professor e as outras crianças do berçário, e desenvolvendo cada vez mais habilidades motoras, as crianças amplificam suas possibilidades de produzir sons. Elas descobrem fontes sonoras surpreendentes ao bater, sacudir, chacoalhar ou empurrar objetos do seu entorno (o tampo das mesas, os banquinhos, as cortinas de tampinhas de garrafa, os talheres, etc.), bem como objetos sonoros e instrumentos musicais simples (garrafas plásticas com água, chocalhos, clavas, guizos, pandeiros etc.). Estas descobertas ganham ainda maior sentido e valor se o professor está atento a elas e as comenta com observações como: “Vejam que som alto o João fez com esse banquinho!” Assim, as crianças não apenas descobrem, mas aprendem a explorar as diferentes qualidades sonoras destes objetos.
É importante saber, porém, que mesmo percebendo parâmetros sonoros como a duração (sons mais curtos ou mais longos), a altura (sons mais graves ou mais agudos), a intensidade (sons mais fracos ou mais fortes) ou o timbre (que qualifica os sons, a partir da fonte que os origina), não se deve esperar que estes parâmetros sejam nomeados convencionalmente na educação infantil.
Como já vimos, é fundamental que o professor se ponha a cantar e que cante muito. Além dos momentos em que o professor canta diretamente para o bebê (como nas trocas de fraldas, quando os embala para adormecer e outras situações de intimidade), também os momentos em que todos cantam juntos são imensamente apreciados pelas crianças e revelam-se situações de grande aprendizagem.
Assim que possível, o professor poderá organizar situações em que o grupo de crianças acompanhe o seu canto, utilizando os objetos e instrumentos musicais. É bom lembrar, porém, que este acompanhamento não pretende uma coordenação rítmica exata. O principal é proporcionar às crianças uma experiência de compartilhar e fazer música com alegria e sensibilidade.
À medida que crescem, o interesse das crianças pela música também se diferencia.
Elas continuam suas pesquisas sobre os sons e sobre a maneira de produzi-los, por meio das diferentes vivências sonoras possibilitadas pelo professor, que disponibiliza vários objetos e instrumentos e promove a audição de músicas e canções, quer cantadas pelos adultos e por outras crianças, quer reproduzidas por aparelhos de som.
É importante que o repertório de músicas apresentado às crianças seja amplo e diversificado, composto de obras clássicas, populares, étnicas, cantadas ou instrumentais.
Um repertório diversificado qualificará a escuta das crianças, que podem aprender que há muitos tipos de música, não apenas aquela relacionada ao universo supostamente “infantil”. Quanto mais diversificado o repertório, mais as crianças terão condições de identificar, reconhecer elementos e desenvolver preferências musicais.
A experiência de vivenciar sons e silêncios ajuda os bebês a perceber os sons do ambiente e a reagir a sons e músicas por meio do olhar, movimentos e expressões vocais. Eles logo passam a compartilhar com adultos e outras crianças os estados emocionais e afetivos provocados pelos sons e pela música.
As crianças desde cedo reconhecem suas músicas preferidas pelo movimento corporal que promovem e costumam dar-lhes algum nome para identificá-las. Essa progressiva atividade de escuta musical as sensibiliza com relação às qualidades específicas da música, estimulando, incidindo e promovendo o desejo de produção sonora e musical. Elas podem construir, com a ajuda do professor, diferentes objetos sonoros e instrumentos musicais 1 e ampliar seu repertório de músicas e canções, brinquedos de roda, jogos musicais, parlendas e trava-línguas prediletos. Outra atividade muito apreciada pelas crianças, e que integra a socialização, a criação e a reflexão em grupo é a sonorização de histórias, quando as narrativas podem ser acompanhadas por objetos sonoros e instrumentos musicais. Nestas atividades, longe de fazer, ouvir e reproduzir sons sem refletir, as crianças percebem questões relacionadas aos sons e à música, inseridas em contextos de realizações musicais muito significativas. Certamente crianças que tenham a oportunidade de uma vivência musical desta qualidade terão todas as condições para improvisar e criar.
As crianças de cinco anos podem ser incentivadas a improvisar em grupo, buscando agrupar ou coordenar diferentes sons e criar pequenas frases musicais e canções que envolvam os nomes dos amigos e rimas. Outra experiência importante diz respeito ao registro dos sons por meio de formas gráficas. As crianças podem aprender a desenhar aquilo que ouvem – um som curto, comprido, grosso ou fino, por exemplo. Estas produções podem ser comentadas, comparadas e até mesmo relidas pelo grupo, como “partituras gráficas”. Estes registros podem ser enriquecidos com outros materiais, como massinha, lãs, barbantes, botões ou tampinhas, que permitem associações com diferentes tipos de sons e podem ser “lidos” de diferentes maneiras.
Juntamente com o professor, parceiro nas descobertas e na apreciação musical, as crianças podem participar cada vez mais de conversas sobre música: sobre as características, instrumentos utilizados, sentimentos que despertam etc.
BERÇÁRIO 1 – Os bebês podem ser apoiados a perceber os sons do ambiente e a reagir a sons e músicas.
Podem reconhecer suas músicas preferidas acompanhando-as por meio de movimento corporal.
BERÇÁRIO 2 – As crianças podem produzir sons batendo, sacudindo, chacoalhando etc. objetos sonoros e instrumentos musicais diversos, usando o próprio corpo e a voz. Podem ser convidadas a explorar as qualidades sonoras (intensidade, duração, timbre, altura) de objetos e instrumentos musicais diversos, mesmo sem reconhecê-las convencionalmente. Podem ainda aprender a explorar as possibilidades expressivas da própria voz.
MINI-GRUPO – As crianças podem ser desafiadas a cantar, sozinhas ou em grupo, partes ou frases das canções que já conhecem, a participar de brincadeiras musicais e a relacionar a música com a expressão corporal e a dança. Podem aprender a identificar diferentes paisagens sonoras, percebendo suas qualidades: aprender a identificar o silêncio, a identificar sons da natureza (cantos de pássaros, “vozes” de animais, barulho do vento, da chuva etc.) ou da cultura (vozes humanas, instrumentos musicais, máquinas, objetos e outras fontes sonoras). Elas podem aprender a reconhecer diferentes qualidades dos sons, ainda que não saibam nomeá-las convencionalmente, e a apreciar músicas instrumentais e diferentes expressões da cultura musical brasileira, bem como de outras culturas.
Podem também aprender a reconhecer e demonstrar sua preferência por músicas instrumentais, canções, acalantos, cantigas de roda, brincos, parlendas, trava-línguas, mnemônicas, adivinhas etc, cantar e participar de brinquedos de roda e jogos musicais.
PRIMEIRO ESTÁGIO – As crianças podem aprender a reconhecer as qualidades sonoras de determinados objetos sonoros e instrumentos musicais, a explorar diferentes maneiras de produzir sons com o próprio corpo, e a construir, com a ajuda do professor, diferentes objetos sonoros e instrumentos musicais. Podem ampliar seu repertório de músicas e canções, brinquedos de roda, jogos musicais, parlendas e trava-línguas prediletos, manifestar preferências por algumas músicas e canções, inventar canções e inventar letras para canções.
SEGUNDO ESTÁGIO – As crianças podem aprender a reconhecer o som e saber o nome de alguns instrumentos musicais, a selecionar alguns objetos sonoros e instrumentos musicais para utilizá-los em suas improvisações e composições, e a construir alguns instrumentos musicais de percussão, de sopro, de corda etc., com materiais alternativos. Podem aprender a acompanhar a narrativa de histórias usando objetos sonoros e instrumentos musicais para sonorizá-las e a contar histórias usando modulações de voz, objetos sonoros e instrumentos musicais. Elas podem ainda aprender a se interessar por músicas de diferentes gêneros, estilos, épocas e culturas, a reconhecer diversas músicas instrumentais e canções pertencentes ao repertório diversificado construído pelo grupo e a
saber usar cada vez mais a própria voz, sem forçá-la ao cantar. Podem aprender a sonorizar histórias, acompanhando as narrativas com objetos sonoros e instrumentos musicais.
TERCEIRO ESTÁGIO – As crianças podem aprender a criar pequenas composições musicais, sozinhas ou em grupos, a relacionar as características sonoras dos objetos do cotidiano com os instrumentos musicais convencionais, a registrar os sons por meio de formas gráficas, a desenhar aquilo que ouvem – um som curto, comprido, grosso ou fino, por exemplo, e a conversar sobre as características de certas músicas, os instrumentos utilizados em sua execução, os sentimentos que despertam etc.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
Do repertório da educação infantil devem fazer parte canções infantis tradicionais, canções folclóricas de diferentes países e também canções do repertório popular, do agrado de seus professores. Esta é uma das ações mais básicas e eficientes e que gera transformações imediatas nas práticas de trabalho com música: ampliar o acervo musical do CEI, da creche e da EMEI, buscando um repertório diversificado, da mesma forma que se faz com os livros. O professor pode promover seções de escuta e apreciação musical de obras musicais infantis, populares, clássicas, cantadas e instrumentais.
É muito importante que o professor se interesse por cantar e que cante para as crianças. Assim, conhecer várias canções, brincadeiras, parlendas, lengalengas, brincos, rimas, adivinhas e outros jogos musicais é fundamental. Porém, tão importante quanto a seleção do repertório, são as oportunidades escolhidas para cantar para os bebês. Quando cantar? O que cantar? O professor também pode e deve selecionar os momentos em que o canto seja significativo para si e para o grupo de crianças.
Cantar ou tocar não é apenas “preencher silêncios”.
É importante lembrar que as crianças podem ter formas diferentes de participar ou manifestar sua preferência por músicas e canções. Assim, nem todas estas músicas e canções convidam à marcação do ritmo com palmas, o que pode se tornar uma reação mecânica e estereotipada. Existem muitas outras formas de apreciação e acompanhamento que é preciso saber ver, respeitar e valorizar.
O silêncio também pode e deve ser apreciado pelas crianças. Assim, a música não precisa estar presente em todos os momentos. Há ocasiões em que o silêncio é bem-vindo, pleno de significado, experiência que contribui para o ‘descanso auditivo’ e para a compreensão da música, quando ela está presente. O professor deve saber organizar as situações onde as crianças escutarão ou produzirão música em grupos, distribuindo colchonetes no chão, ou criando para elas cantinhos aconchegantes.
Orientações Curriculares – Educação infantil (pág 120 à 125)
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Documentos/BibliPed/EdInfantil/OrientaCurriculares_ExpectativasAprendizagens_%20OrientaDidaticas.pdf
Ao entrar no CEI, portanto, o bebê já será dono de um repertório musical, do qual farão parte sons familiares, músicas e canções entoadas pelas pessoas que conhece.
No ambiente do berçário, este repertório se ampliará e novos sons passarão a fazer parte do mundo do bebê. Assim, é importante que os professores saibam que sua voz, as brincadeiras sonoras e canções que cantarão para as crianças estarão abrindo um canal comunicativo essencial para a integração do bebê na vida do berçário.
O canto do professor para o bebê estabelece um vínculo profundamente emotivo, e mais ainda se vem acompanhado do contato físico, do olhar e do seu próprio gosto por cantar.
Em alguns momentos, algumas das atitudes do professor serão dirigidas a apenas uma criança, como quando a embala com canções e brinca com sons e músicas durante a troca de fraldas. Em outras ocasiões, ele cantará para o grupo todo ou para várias crianças como, por exemplo, no momento de dormir ou quando as crianças brincam tranqüilamente.
Nesta faixa etária, podemos esperar que as crianças percebam e reajam aos diferentes sons do ambiente – e, à medida que crescem, não apenas aos sons vocais, mas também a outras informações sonoras, que lhes provocarão diferentes reações: bem estar e alegria, susto, medo ou curiosidade. Estas reações se dão através do olhar, do choro ou da expressão corporal: é muito comum que bebês agitem pernas e braços diante de sons conhecidos ou que chorem diante de algum estímulo sonoro novo. Porém, além de escutar e distinguir sons, as crianças pequenas também são capazes de produzi-los.
Muito cedo os bebês começam a vocalizar, a brincar com sua própria voz, uma fonte inesgotável de exploração e comunicação. À medida que crescem, a pesquisa de sons produzidos com a boca também pode ocupar as crianças durante bastante tempo. As lalações – ruídos vocais ainda sem relação com a língua falada, e que até mesmo as crianças surdas produzem - os barulhos com os lábios e língua entretêm e divertem as crianças. Outro importante veículo para a expressão de sensações e desconfortos é o choro, reação inicialmente reflexa, mas que resulta no primeiro sistema de sinais que pode ser decodificado por outro.
No convívio com o professor e as outras crianças do berçário, e desenvolvendo cada vez mais habilidades motoras, as crianças amplificam suas possibilidades de produzir sons. Elas descobrem fontes sonoras surpreendentes ao bater, sacudir, chacoalhar ou empurrar objetos do seu entorno (o tampo das mesas, os banquinhos, as cortinas de tampinhas de garrafa, os talheres, etc.), bem como objetos sonoros e instrumentos musicais simples (garrafas plásticas com água, chocalhos, clavas, guizos, pandeiros etc.). Estas descobertas ganham ainda maior sentido e valor se o professor está atento a elas e as comenta com observações como: “Vejam que som alto o João fez com esse banquinho!” Assim, as crianças não apenas descobrem, mas aprendem a explorar as diferentes qualidades sonoras destes objetos.
É importante saber, porém, que mesmo percebendo parâmetros sonoros como a duração (sons mais curtos ou mais longos), a altura (sons mais graves ou mais agudos), a intensidade (sons mais fracos ou mais fortes) ou o timbre (que qualifica os sons, a partir da fonte que os origina), não se deve esperar que estes parâmetros sejam nomeados convencionalmente na educação infantil.
Como já vimos, é fundamental que o professor se ponha a cantar e que cante muito. Além dos momentos em que o professor canta diretamente para o bebê (como nas trocas de fraldas, quando os embala para adormecer e outras situações de intimidade), também os momentos em que todos cantam juntos são imensamente apreciados pelas crianças e revelam-se situações de grande aprendizagem.
Assim que possível, o professor poderá organizar situações em que o grupo de crianças acompanhe o seu canto, utilizando os objetos e instrumentos musicais. É bom lembrar, porém, que este acompanhamento não pretende uma coordenação rítmica exata. O principal é proporcionar às crianças uma experiência de compartilhar e fazer música com alegria e sensibilidade.
À medida que crescem, o interesse das crianças pela música também se diferencia.
Elas continuam suas pesquisas sobre os sons e sobre a maneira de produzi-los, por meio das diferentes vivências sonoras possibilitadas pelo professor, que disponibiliza vários objetos e instrumentos e promove a audição de músicas e canções, quer cantadas pelos adultos e por outras crianças, quer reproduzidas por aparelhos de som.
É importante que o repertório de músicas apresentado às crianças seja amplo e diversificado, composto de obras clássicas, populares, étnicas, cantadas ou instrumentais.
Um repertório diversificado qualificará a escuta das crianças, que podem aprender que há muitos tipos de música, não apenas aquela relacionada ao universo supostamente “infantil”. Quanto mais diversificado o repertório, mais as crianças terão condições de identificar, reconhecer elementos e desenvolver preferências musicais.
A experiência de vivenciar sons e silêncios ajuda os bebês a perceber os sons do ambiente e a reagir a sons e músicas por meio do olhar, movimentos e expressões vocais. Eles logo passam a compartilhar com adultos e outras crianças os estados emocionais e afetivos provocados pelos sons e pela música.
As crianças desde cedo reconhecem suas músicas preferidas pelo movimento corporal que promovem e costumam dar-lhes algum nome para identificá-las. Essa progressiva atividade de escuta musical as sensibiliza com relação às qualidades específicas da música, estimulando, incidindo e promovendo o desejo de produção sonora e musical. Elas podem construir, com a ajuda do professor, diferentes objetos sonoros e instrumentos musicais 1 e ampliar seu repertório de músicas e canções, brinquedos de roda, jogos musicais, parlendas e trava-línguas prediletos. Outra atividade muito apreciada pelas crianças, e que integra a socialização, a criação e a reflexão em grupo é a sonorização de histórias, quando as narrativas podem ser acompanhadas por objetos sonoros e instrumentos musicais. Nestas atividades, longe de fazer, ouvir e reproduzir sons sem refletir, as crianças percebem questões relacionadas aos sons e à música, inseridas em contextos de realizações musicais muito significativas. Certamente crianças que tenham a oportunidade de uma vivência musical desta qualidade terão todas as condições para improvisar e criar.
As crianças de cinco anos podem ser incentivadas a improvisar em grupo, buscando agrupar ou coordenar diferentes sons e criar pequenas frases musicais e canções que envolvam os nomes dos amigos e rimas. Outra experiência importante diz respeito ao registro dos sons por meio de formas gráficas. As crianças podem aprender a desenhar aquilo que ouvem – um som curto, comprido, grosso ou fino, por exemplo. Estas produções podem ser comentadas, comparadas e até mesmo relidas pelo grupo, como “partituras gráficas”. Estes registros podem ser enriquecidos com outros materiais, como massinha, lãs, barbantes, botões ou tampinhas, que permitem associações com diferentes tipos de sons e podem ser “lidos” de diferentes maneiras.
Juntamente com o professor, parceiro nas descobertas e na apreciação musical, as crianças podem participar cada vez mais de conversas sobre música: sobre as características, instrumentos utilizados, sentimentos que despertam etc.
BERÇÁRIO 1 – Os bebês podem ser apoiados a perceber os sons do ambiente e a reagir a sons e músicas.
Podem reconhecer suas músicas preferidas acompanhando-as por meio de movimento corporal.
BERÇÁRIO 2 – As crianças podem produzir sons batendo, sacudindo, chacoalhando etc. objetos sonoros e instrumentos musicais diversos, usando o próprio corpo e a voz. Podem ser convidadas a explorar as qualidades sonoras (intensidade, duração, timbre, altura) de objetos e instrumentos musicais diversos, mesmo sem reconhecê-las convencionalmente. Podem ainda aprender a explorar as possibilidades expressivas da própria voz.
MINI-GRUPO – As crianças podem ser desafiadas a cantar, sozinhas ou em grupo, partes ou frases das canções que já conhecem, a participar de brincadeiras musicais e a relacionar a música com a expressão corporal e a dança. Podem aprender a identificar diferentes paisagens sonoras, percebendo suas qualidades: aprender a identificar o silêncio, a identificar sons da natureza (cantos de pássaros, “vozes” de animais, barulho do vento, da chuva etc.) ou da cultura (vozes humanas, instrumentos musicais, máquinas, objetos e outras fontes sonoras). Elas podem aprender a reconhecer diferentes qualidades dos sons, ainda que não saibam nomeá-las convencionalmente, e a apreciar músicas instrumentais e diferentes expressões da cultura musical brasileira, bem como de outras culturas.
Podem também aprender a reconhecer e demonstrar sua preferência por músicas instrumentais, canções, acalantos, cantigas de roda, brincos, parlendas, trava-línguas, mnemônicas, adivinhas etc, cantar e participar de brinquedos de roda e jogos musicais.
PRIMEIRO ESTÁGIO – As crianças podem aprender a reconhecer as qualidades sonoras de determinados objetos sonoros e instrumentos musicais, a explorar diferentes maneiras de produzir sons com o próprio corpo, e a construir, com a ajuda do professor, diferentes objetos sonoros e instrumentos musicais. Podem ampliar seu repertório de músicas e canções, brinquedos de roda, jogos musicais, parlendas e trava-línguas prediletos, manifestar preferências por algumas músicas e canções, inventar canções e inventar letras para canções.
SEGUNDO ESTÁGIO – As crianças podem aprender a reconhecer o som e saber o nome de alguns instrumentos musicais, a selecionar alguns objetos sonoros e instrumentos musicais para utilizá-los em suas improvisações e composições, e a construir alguns instrumentos musicais de percussão, de sopro, de corda etc., com materiais alternativos. Podem aprender a acompanhar a narrativa de histórias usando objetos sonoros e instrumentos musicais para sonorizá-las e a contar histórias usando modulações de voz, objetos sonoros e instrumentos musicais. Elas podem ainda aprender a se interessar por músicas de diferentes gêneros, estilos, épocas e culturas, a reconhecer diversas músicas instrumentais e canções pertencentes ao repertório diversificado construído pelo grupo e a
saber usar cada vez mais a própria voz, sem forçá-la ao cantar. Podem aprender a sonorizar histórias, acompanhando as narrativas com objetos sonoros e instrumentos musicais.
TERCEIRO ESTÁGIO – As crianças podem aprender a criar pequenas composições musicais, sozinhas ou em grupos, a relacionar as características sonoras dos objetos do cotidiano com os instrumentos musicais convencionais, a registrar os sons por meio de formas gráficas, a desenhar aquilo que ouvem – um som curto, comprido, grosso ou fino, por exemplo, e a conversar sobre as características de certas músicas, os instrumentos utilizados em sua execução, os sentimentos que despertam etc.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
Do repertório da educação infantil devem fazer parte canções infantis tradicionais, canções folclóricas de diferentes países e também canções do repertório popular, do agrado de seus professores. Esta é uma das ações mais básicas e eficientes e que gera transformações imediatas nas práticas de trabalho com música: ampliar o acervo musical do CEI, da creche e da EMEI, buscando um repertório diversificado, da mesma forma que se faz com os livros. O professor pode promover seções de escuta e apreciação musical de obras musicais infantis, populares, clássicas, cantadas e instrumentais.
É muito importante que o professor se interesse por cantar e que cante para as crianças. Assim, conhecer várias canções, brincadeiras, parlendas, lengalengas, brincos, rimas, adivinhas e outros jogos musicais é fundamental. Porém, tão importante quanto a seleção do repertório, são as oportunidades escolhidas para cantar para os bebês. Quando cantar? O que cantar? O professor também pode e deve selecionar os momentos em que o canto seja significativo para si e para o grupo de crianças.
Cantar ou tocar não é apenas “preencher silêncios”.
É importante lembrar que as crianças podem ter formas diferentes de participar ou manifestar sua preferência por músicas e canções. Assim, nem todas estas músicas e canções convidam à marcação do ritmo com palmas, o que pode se tornar uma reação mecânica e estereotipada. Existem muitas outras formas de apreciação e acompanhamento que é preciso saber ver, respeitar e valorizar.
O silêncio também pode e deve ser apreciado pelas crianças. Assim, a música não precisa estar presente em todos os momentos. Há ocasiões em que o silêncio é bem-vindo, pleno de significado, experiência que contribui para o ‘descanso auditivo’ e para a compreensão da música, quando ela está presente. O professor deve saber organizar as situações onde as crianças escutarão ou produzirão música em grupos, distribuindo colchonetes no chão, ou criando para elas cantinhos aconchegantes.
Orientações Curriculares – Educação infantil (pág 120 à 125)
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Documentos/BibliPed/EdInfantil/OrientaCurriculares_ExpectativasAprendizagens_%20OrientaDidaticas.pdf
Modelo de avaliação para alunos do jardim
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL
1º SEMESTRE DE ...............
Nome:
Idade:
Turno:
Período em que está freqüentando a turma:
.........................., iniciou seu período de adaptação em ............................... Ao chegar na escola demonstrou-se .......................................................(pouco a vontade, a vontade pois,................................................................................................. Para a sua melhor inserção no ambiente da escola foram proporcionadas atividades no pátio na sala de atividades da turma/ na praça) que iam ao encontro de seus gostos e interesses tais como:........................................... Aos poucos .................... foi desenvolvendo um vínculo afetivo intenso com a turma e os colegas e atualmente mostra-se...(satisfeito em brincar com o grupo/ satisfeito com o grupo e especialmente com os colegas.........................../ próximo da professora..................... em especial/ do colega................. em especial.) Quanto a regras e limites em sala de aula já consegue internalizar a rotina , logo começa a /guardar os brinquedos e organizar a sala para a próxima atividade, por exemplo......................................). Na linguagem oral ........................apresentou desenvolvimento significativo. Seu vocabulário apresenta-se enriquecido com novas palavras e expressões cada vez mais complexas.......................................................... Na hora da rodinha (conversa). ................. relata experiências cotidianas, tais como ...................................(o que almoçou, como foi seu fim de semana/.......). Na linguagem escrita, identifica ...........................................................................................................(seu nome escrito com letras de imprensa maiúsculas em meio aos demais). Reconhece nomes de pessoas da família ou colegas da sala de aula. Estabelece diferenças entre escrita e desenho. Quanto ao gosto pela leitura, ................................ouve com atenção histórias infantil, demonstra (satisfação/ entusiasmo/ curiosidade)............................................. pelas atividades de manuseio e leitura de livros de literatura infantil. A partir de seu contato com a literatura e contação. Planeja o que vai desenhar antes de fazê-lo e descreve o processo do desenho ou da técnica usada na pintura, escultura ou montagem de sucata. Participa com entusiasmo da confecção do Livro de ..........................(canções, culinária, histórias) da turma. Na técnica do Alfabeto Divertido, ...................... apresenta (desenvoltura/ facilidade/ dificuldade) para...................por exemplo quando...............................................Tem obtido (pouco/acentuado/ tranqüilo) desenvolvimento motor nas experiências de movimento diversas. Ao correr, andar, quadrupedar, rolar e pular consegue contornar obstáculos com desenvoltura, tais como cones e arco( passa por obstáculos, minhocão, bambolês) em escadas de dois degraus. Usando o espelho reconhece as principais partes do corpo, tais como ................................................( olhos, ouvidos, boca, nariz e sabe suas funções). No que se refere a agilidade, corrida e movimentos dos grandes grupos musculares, Bruna corre de forma ágil sabe posicionar-se nas posturas: deitado, em pé, sentado. Além disso, salta com os pés alternados distâncias significativas.................................., pula repetidamente com fôlego. No parque, ............................. apresenta destreza no uso do balanço, escorregador, subir escadas, gangorra. Quanto a motricidade fina é capaz de modelar com massa e argila, formas tais como confeccionar animais, joaninhas, cobra e casinha. Com os brinquedos montessorianos encaixa com ajuda, enfia contas......................, bate....................., coloca pinos................, enfia cadarços, abotoa, empilha blocos, alinhava, enfia contas em cordão e em pinos de madeira . Quanto ao desenvolvimento da expressão através do desenho,.............(nome) demonstra, nesse período, capacidade e gosto pela atividade de desenhar trabalha em desenho livre individual, em dupla e coletivo. O tamanho do papel tem sido ampliado ou suprimido, assim como temos variado a textura, forma e cor da superfície usada para desenhar e variado também os instrumentos de desenho (giz de cera, tempera, cola colorida varias técnicas) para estabelecer, de forma gradativa, os limites espaciais necessários para um desafio compatível com seu potencial de desenvolvimento. Na pintura,............................ está (familiarizando-se / familiarizado) com o uso de instrumentos como tempera, cola colorida , experimentou técnicas de..................................................................................................................... (pintura com escova de sopro)uso de substâncias variadas . Reconhece com...................................... (ajuda/facilidade/sozinho com autonomia) as cores primárias e secundarias: verde, vermelho, amarelo, azul e laranja.e as formas geométricas básicas, tais como........................( quadrado, círculo, triângulo e retângulo, etc). Realiza colagens diversas com todo o tipo de material, colagem de sucata, montagens com e sem uso de modelo, montagem de figura humana a partir de recorte, e objetos com formas geométricas. No ensino de Ciências experienciou com.................................. (autonomia/ desenvoltura/ ajuda do colega) atividades de educação dos sentidos, discriminação visual, tato, olfato e audição, trabalhou com a temática da alimentação e da higiene e vivenciou brinquedos lúdicos que relacionam existência do ar e resistência atmosférica e força da gravidade. No desenvolvimento da imaginação e representação simbólica através do faz-de-conta, .............................usa objetos do dia a dia para representar situações que não poderia serem vivenciadas na realidade não fosse pela brincadeira, tais como quando brinca de............................................................................................................................................... Seus temas mais freqüentes na hora de brincar são.................................................................................. Imita tarefas comumente praticadas pelos adultos como por exemplo quando brinca de ............................................................. e na hora da organização da sala. (Aprecia/ Precisa de ajuda para/)............................... manipular fantoche, nessa situação inventando histórias tais como................................................................. Usa fantasias e inicia a dramatizar pequenas cenas com os colegas, ..............................................................Quanto ao desenvolvimento do pensamento lógico-matemático ........................................demonstra identificar com (facilidade/ habilidade/ ajuda) as noções básicas de: em cima, em baixo, ao lado, na frente, atrás, pequeno, grande, cumprido, estreito, leve, pesado, áspero, macio,frio, quente, fino e grosso. Classifica objetos com até .........(2, 3 ou 4 atributos): forma, cor, tamanho, espécie, como por exemplo quando............................................................................................................... Inclui formas de diferentes tamanhos combinando-as de maneira crescente e decrescente. Monta quebra cabeças de animais peças com .....................(rapidez/ Com ajuda/ sozinho/ Em dupla com o colega). Nas atividades de linguagem musical proporcionadas ao grupo, ...................................experimentou .......................................(com gosto e resistência/ com ajuda) as audições de canções tradicionais infantis. Apresentou (boa/ Precisa de ajuda/ Precisa ser mais estimulado/ Ainda não apresenta) memória auditiva para ritmos simples e movimentos corporais correspondentes. Apresenta um repertório (consistente/insipiente/que precisa ser ampliado) de músicas e brincadeiras cantadas infantis mostrando-se inserido na cultura lúdica infantil e na percepção de regras de organização, atenção e convívio através das brincadeiras orientadas, memorização e apresentação de rimas e parlendas.
Profª ...................................
Professora Titular
______________________--
Profa
Coordenadora Pedagógica
_______________________
Prof
Diretor da Escola
________________________
1º SEMESTRE DE ...............
Nome:
Idade:
Turno:
Período em que está freqüentando a turma:
.........................., iniciou seu período de adaptação em ............................... Ao chegar na escola demonstrou-se .......................................................(pouco a vontade, a vontade pois,................................................................................................. Para a sua melhor inserção no ambiente da escola foram proporcionadas atividades no pátio na sala de atividades da turma/ na praça) que iam ao encontro de seus gostos e interesses tais como:........................................... Aos poucos .................... foi desenvolvendo um vínculo afetivo intenso com a turma e os colegas e atualmente mostra-se...(satisfeito em brincar com o grupo/ satisfeito com o grupo e especialmente com os colegas.........................../ próximo da professora..................... em especial/ do colega................. em especial.) Quanto a regras e limites em sala de aula já consegue internalizar a rotina , logo começa a /guardar os brinquedos e organizar a sala para a próxima atividade, por exemplo......................................). Na linguagem oral ........................apresentou desenvolvimento significativo. Seu vocabulário apresenta-se enriquecido com novas palavras e expressões cada vez mais complexas.......................................................... Na hora da rodinha (conversa). ................. relata experiências cotidianas, tais como ...................................(o que almoçou, como foi seu fim de semana/.......). Na linguagem escrita, identifica ...........................................................................................................(seu nome escrito com letras de imprensa maiúsculas em meio aos demais). Reconhece nomes de pessoas da família ou colegas da sala de aula. Estabelece diferenças entre escrita e desenho. Quanto ao gosto pela leitura, ................................ouve com atenção histórias infantil, demonstra (satisfação/ entusiasmo/ curiosidade)............................................. pelas atividades de manuseio e leitura de livros de literatura infantil. A partir de seu contato com a literatura e contação. Planeja o que vai desenhar antes de fazê-lo e descreve o processo do desenho ou da técnica usada na pintura, escultura ou montagem de sucata. Participa com entusiasmo da confecção do Livro de ..........................(canções, culinária, histórias) da turma. Na técnica do Alfabeto Divertido, ...................... apresenta (desenvoltura/ facilidade/ dificuldade) para...................por exemplo quando...............................................Tem obtido (pouco/acentuado/ tranqüilo) desenvolvimento motor nas experiências de movimento diversas. Ao correr, andar, quadrupedar, rolar e pular consegue contornar obstáculos com desenvoltura, tais como cones e arco( passa por obstáculos, minhocão, bambolês) em escadas de dois degraus. Usando o espelho reconhece as principais partes do corpo, tais como ................................................( olhos, ouvidos, boca, nariz e sabe suas funções). No que se refere a agilidade, corrida e movimentos dos grandes grupos musculares, Bruna corre de forma ágil sabe posicionar-se nas posturas: deitado, em pé, sentado. Além disso, salta com os pés alternados distâncias significativas.................................., pula repetidamente com fôlego. No parque, ............................. apresenta destreza no uso do balanço, escorregador, subir escadas, gangorra. Quanto a motricidade fina é capaz de modelar com massa e argila, formas tais como confeccionar animais, joaninhas, cobra e casinha. Com os brinquedos montessorianos encaixa com ajuda, enfia contas......................, bate....................., coloca pinos................, enfia cadarços, abotoa, empilha blocos, alinhava, enfia contas em cordão e em pinos de madeira . Quanto ao desenvolvimento da expressão através do desenho,.............(nome) demonstra, nesse período, capacidade e gosto pela atividade de desenhar trabalha em desenho livre individual, em dupla e coletivo. O tamanho do papel tem sido ampliado ou suprimido, assim como temos variado a textura, forma e cor da superfície usada para desenhar e variado também os instrumentos de desenho (giz de cera, tempera, cola colorida varias técnicas) para estabelecer, de forma gradativa, os limites espaciais necessários para um desafio compatível com seu potencial de desenvolvimento. Na pintura,............................ está (familiarizando-se / familiarizado) com o uso de instrumentos como tempera, cola colorida , experimentou técnicas de..................................................................................................................... (pintura com escova de sopro)uso de substâncias variadas . Reconhece com...................................... (ajuda/facilidade/sozinho com autonomia) as cores primárias e secundarias: verde, vermelho, amarelo, azul e laranja.e as formas geométricas básicas, tais como........................( quadrado, círculo, triângulo e retângulo, etc). Realiza colagens diversas com todo o tipo de material, colagem de sucata, montagens com e sem uso de modelo, montagem de figura humana a partir de recorte, e objetos com formas geométricas. No ensino de Ciências experienciou com.................................. (autonomia/ desenvoltura/ ajuda do colega) atividades de educação dos sentidos, discriminação visual, tato, olfato e audição, trabalhou com a temática da alimentação e da higiene e vivenciou brinquedos lúdicos que relacionam existência do ar e resistência atmosférica e força da gravidade. No desenvolvimento da imaginação e representação simbólica através do faz-de-conta, .............................usa objetos do dia a dia para representar situações que não poderia serem vivenciadas na realidade não fosse pela brincadeira, tais como quando brinca de............................................................................................................................................... Seus temas mais freqüentes na hora de brincar são.................................................................................. Imita tarefas comumente praticadas pelos adultos como por exemplo quando brinca de ............................................................. e na hora da organização da sala. (Aprecia/ Precisa de ajuda para/)............................... manipular fantoche, nessa situação inventando histórias tais como................................................................. Usa fantasias e inicia a dramatizar pequenas cenas com os colegas, ..............................................................Quanto ao desenvolvimento do pensamento lógico-matemático ........................................demonstra identificar com (facilidade/ habilidade/ ajuda) as noções básicas de: em cima, em baixo, ao lado, na frente, atrás, pequeno, grande, cumprido, estreito, leve, pesado, áspero, macio,frio, quente, fino e grosso. Classifica objetos com até .........(2, 3 ou 4 atributos): forma, cor, tamanho, espécie, como por exemplo quando............................................................................................................... Inclui formas de diferentes tamanhos combinando-as de maneira crescente e decrescente. Monta quebra cabeças de animais peças com .....................(rapidez/ Com ajuda/ sozinho/ Em dupla com o colega). Nas atividades de linguagem musical proporcionadas ao grupo, ...................................experimentou .......................................(com gosto e resistência/ com ajuda) as audições de canções tradicionais infantis. Apresentou (boa/ Precisa de ajuda/ Precisa ser mais estimulado/ Ainda não apresenta) memória auditiva para ritmos simples e movimentos corporais correspondentes. Apresenta um repertório (consistente/insipiente/que precisa ser ampliado) de músicas e brincadeiras cantadas infantis mostrando-se inserido na cultura lúdica infantil e na percepção de regras de organização, atenção e convívio através das brincadeiras orientadas, memorização e apresentação de rimas e parlendas.
Profª ...................................
Professora Titular
______________________--
Profa
Coordenadora Pedagógica
_______________________
Prof
Diretor da Escola
________________________
Mensagem: Sou Educadora
Sou Educadora
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥
Quando digo que sou educadora de infância em geral, respondem com um “Ah” tão insípido, que gostaria de dizer:
Em que outra profissão poderias pôr laços no cabelo, fazer penteados inovadores e ver um desfile de moda todas as manhãs?
Onde te diriam todos os dias “És linda”?!!!
Em que outro trabalho te abraçariam para te dizerem o quanto te querem?
Em que outro lado te esquecerias das tuas tristezas para atender a tanto joelho esfolado, e coração afligido?
Onde receberias mais flores?
Onde mais poderias iniciar na escrita,
uma mãozinha que, quem sabe, um dia poderá escrever um livro?
Em que outro lugar receberias de presente um sorriso como este?
Em que outro lugar te fariam um retrato grátis através de um desenho?
Em que outro lugar as tuas palavras causariam tanta admiração?
Em que trabalho te receberiam de braços abertos depois de teres faltado um dia?
Onde poderias aprofundar os teus conhecimentos sobre bichos da seda, caracóis, formigas e borboletas?
Em que outro lugar derramarias lágrimas por ter que terminar um ano de relações tão felizes?
Sinto-me GRANDE trabalhando com pequenos.
A todos os educadores de infância,
que tanto semeiam para que outros recolham
A todos os que escolheram esta profissão…
Obrigada!
Manual de urgência contra as birras
Poucas coisas como as birras conseguem pôr à prova a paciência e a serenidade dos pais. Podem acontecer em qualquer fase, mas a sua época por excelência é entre o ano e meio e os três anos. As crianças nestas idades são, regra geral, muito expressivas, mas onde verdadeiramente isso se faz notar é quando decidem fazer uma berreiro: choram, gritam, dão pontapés nos móveis, cabeçadas contra a parede, ficam inchadas de raiva, passam de vermelho a azul... Enfim, não se poupam a esforços. E não é nada fácil para os pais permanecerem calmos.
Por mais aborrecidas que sejam as birras é normal acontecerem. E tal como surge a fase dos dentes, também surge a fase dos caprichos. Há crianças mais sossegadas e outras mais temperamentais, e também as que têm muitas ou poucas birras. Mas se uma criança desta idade não tem qualquer capricho, isso é raro. Deve preocupar-nos mais uma criança demasiado sossegada do que as que, esporadicamente, têm atos de rebeldia, porque o normal... é eles acontecerem.
Ai da criança que não as tenha...!
Quais são os motivos? Nesta idade estão a constituir-se os sentimentos de identidade, associados a uma vontade própria que começa a manifestar-se. E isso acontece numa etapa em que sendo as crianças ainda tão pequenas e dependentes, necessariamente, obrigará à vivência de várias frustrações. Querem mexer em tudo, querem fazer tudo, querem chegar a todos os sítios, e as suas próprias limitações físicas impedem-nas. Além disso, muitas das vezes querem pedir algo e não podem, porque a sua linguagem ainda é escassa e faltam-lhes as palavras (embora tenhamos, sobretudo as mães, uma capacidade assombrosa para descodificar o que nos querem dizer).
Como se isto fosse pouco, os próprios pais também não têm outro remédio senão impedir que façam ou obtenham uma quantidade de coisas. Têm desejos que não podem ser consentidos ou que não são convenientes.
Tudo tem o seu tempo, mas ainda não entendem
Devido à sua idade, ainda não compreendem muitas vezes as explicações. E mesmo que as entendam, não lhes servem de nada. Não são como os adultos, que possuem já a capacidade de saber esperar para poderem concretizar os seus desejos. Mas, os adultos podem dizer a si próprios "Se não posso tê-lo ou fazê-lo agora, sei que o poderei ter ou fazer amanhã, ou no mês que vem" e, mais ou menos, são capazes de se conformar. Porém, as crianças, quando querem alguma coisa, querem-na imediatamente. É muito difícil ter de esperar. Não podem ainda abstrair a noção de tempo, de futuro e, quando não conseguem algo de imediato sofrem um terrível desgosto.
E é por isso que as birras acontecem e é normal acontecerem precisamente nesta idade. São, entre outras coisas, uma manifestação de uma maior independência; as crianças querem fazer as coisas à sua maneira e não como lhes pedem. Ou seja, as birras estão relacionadas com processos de autonomização próprios destas idades. Mas o facto de serem normais não implica que sejam fáceis de suportar, sobretudo se acontecem em público. Estas, dependem, em parte, do temperamento, que é a parte inata da personalidade, algo que varia muito de uma crianças para outra, inclusivamente entre irmãos.
Há crianças que raramente fazem birras e há outras que têm estes comportamentos muito frequentemente. Portanto, não há que ter vergonha se são muito frequentes, nem orgulhar-se se são raras (já referimos que é um pouco estranho não fazer nenhuma).
A tendência que a criança tem para os caprichos resulta de uma combinação do seu temperamento inato e da educação que recebe, ou seja, da atitude que os seus pais têm a esse respeito. Não é preciso assustar-se com as birras, mas antes ter em consideração que é sempre possível tentar diminuir a sua frequência e intensidade. Pode ajudar a criança a aprender formas mais adequadas para expressar a sua vontade e os seus desejos sem renunciar à sua crescente independência. Porque existe o risco que os caprichos, que são episódios normais no desenvolvimento infantil, se tornem num hábito e num traço de personalidade no futuro.
O primeiro grupo de regras deve aplicar-se antes que a birra aconteça. Consiste em prevenir, sempre que possível: muitas vezes é fácil adivinhar quais as situações que as podem provocar e, consequentemente, escapar-se a tempo. Por exemplo, deve evitar-se o cansaço ou a excitação em demasia, parar com as atividades antes que a criança fique demasiado cansada ou muito excitada e, com isso, controlar as suas emoções. Não deve dar-lhe tarefas demasiado complicadas procurando mudar o cenário antes que fique frustrada por não poder fazer o que quer.
Se, por exemplo, fica frustada porque uma determinada tarefa ou um brinquedo são demasiado complicados para ela, podemos dar-lhe outra coisa para fazer ou guardar o brinquedo até que esteja preparada para brincar com ele. Ou ajudá-la a rodar o carrinho que resiste ou a encaixar a peça do puzzle. Quando aparece o seu primo um pouco mais velho que a diverte muito, mas cujas brincadeiras acabam sempre num choro, terá que o advertir sobre o que aborrece a criança ou então pedir-lhe que a excitação da brincadeira não exceda um determinado nível.
Nem sempre a prevenção funciona
Às vezes as medidas preventivas não dão resultado, e rapidamente encontra-se no meio de uma sonora birra. Que fazer então? Comece pelo que não tem de fazer. Primeiro, não perder a calma e recordar que está perante um comportamento normal, embora pouco agradável. A tarefa mais difícil quando se enfrenta uma criança muito aborrecida é controlar a nossa própria raiva.
É importante que os pais sejam um bom modelo de autocontrole, embora possa parecer difícil perante uma criança com birras frequentes. Apesar de tudo, uma mensagem de amor incondicional é muito importante para uma criança que acaba de perder o controlo. Por exemplo, uma bilhete que poderia ser formulado desta maneira: «Embora me aborreça muito o que fazes, nunca deixarei de gostar de ti».
Não deve bater nem castigar. Deve evitar a raiva e gritar mais alto que a criança. Também não é eficaz tentar o diálogo nesses momentos: a criança, embrenhada nas suas emoções, é pouco acessível ao diálogo quando está em pleno choro. As explicações podem ser oportunas, mas uma vez superada a crise. O que é absolutamente proibido é ceder quando a birra é fruto duma proibição dos pais que, por sua vez, acham ser a atitude mais correta.
Isto não quer dizer que seja inflexível. Às vezes podemos apercebermo-nos que fomos demasiado rígidos ou que o desejo da criança, afinal, não era assim tão descabido. Em algumas ocasiões pode inclusivamente decidir que não vale a pena desencadear uma birra. Mas o que é preciso evitar é que descubra nestas uma forma de "levar a sua avante".
À medida que as crianças crescem, e com a ajuda dos progenitores, compreenderão melhor as coisas e será mais fácil que se controlem de uma forma mais razoável.
As birras num local público põem os pais à prova, que às vezes não sabem como reagir. Se, pressionados pelo o que dirão as pessoas, aceder, por exemplo, em comprar à criança algo que não quer, para a próxima vez fará o mesmo. Assim, tenha em conta o seguinte:
• O melhor é atuar como em casa. Deve colocar a criança num canto e esperar que se acalme. Se for necessário, pode levá-la para um local mais isolado e, sem aborrecer as outras pessoas (por exemplo, num restaurante) fecharmos a porta até que fique mais calma.
• Não se deve incomodar com o facto de outras pessoas presenciarem a cena. As pessoas sabem que é uma criança e, se alguém não o entende, esse é um problema que não é seu.
• Às vezes é possível prevenir as birras em público evitando confrontar a criança com situações que de certeza não vai suportar: um dia de compras demasiado comprido, por exemplo.
• Também se pode distraí-la. Uma grande ajuda é fazer com que participe numa atividade (não a deixar de lado), solicitando a sua colaboração e comentado tudo o que estamos a fazer.
Resta-nos acrescentar que conforme vão superando o imperioso desejo de conseguir tudo aqui e agora e porque sim, as birras irão diminuindo pouco a pouco.
Revista "Bebé d'Hoje"
Fonte texto:http://www.angelfire.com
Por mais aborrecidas que sejam as birras é normal acontecerem. E tal como surge a fase dos dentes, também surge a fase dos caprichos. Há crianças mais sossegadas e outras mais temperamentais, e também as que têm muitas ou poucas birras. Mas se uma criança desta idade não tem qualquer capricho, isso é raro. Deve preocupar-nos mais uma criança demasiado sossegada do que as que, esporadicamente, têm atos de rebeldia, porque o normal... é eles acontecerem.
Ai da criança que não as tenha...!
Quais são os motivos? Nesta idade estão a constituir-se os sentimentos de identidade, associados a uma vontade própria que começa a manifestar-se. E isso acontece numa etapa em que sendo as crianças ainda tão pequenas e dependentes, necessariamente, obrigará à vivência de várias frustrações. Querem mexer em tudo, querem fazer tudo, querem chegar a todos os sítios, e as suas próprias limitações físicas impedem-nas. Além disso, muitas das vezes querem pedir algo e não podem, porque a sua linguagem ainda é escassa e faltam-lhes as palavras (embora tenhamos, sobretudo as mães, uma capacidade assombrosa para descodificar o que nos querem dizer).
Como se isto fosse pouco, os próprios pais também não têm outro remédio senão impedir que façam ou obtenham uma quantidade de coisas. Têm desejos que não podem ser consentidos ou que não são convenientes.
Tudo tem o seu tempo, mas ainda não entendem
Devido à sua idade, ainda não compreendem muitas vezes as explicações. E mesmo que as entendam, não lhes servem de nada. Não são como os adultos, que possuem já a capacidade de saber esperar para poderem concretizar os seus desejos. Mas, os adultos podem dizer a si próprios "Se não posso tê-lo ou fazê-lo agora, sei que o poderei ter ou fazer amanhã, ou no mês que vem" e, mais ou menos, são capazes de se conformar. Porém, as crianças, quando querem alguma coisa, querem-na imediatamente. É muito difícil ter de esperar. Não podem ainda abstrair a noção de tempo, de futuro e, quando não conseguem algo de imediato sofrem um terrível desgosto.
E é por isso que as birras acontecem e é normal acontecerem precisamente nesta idade. São, entre outras coisas, uma manifestação de uma maior independência; as crianças querem fazer as coisas à sua maneira e não como lhes pedem. Ou seja, as birras estão relacionadas com processos de autonomização próprios destas idades. Mas o facto de serem normais não implica que sejam fáceis de suportar, sobretudo se acontecem em público. Estas, dependem, em parte, do temperamento, que é a parte inata da personalidade, algo que varia muito de uma crianças para outra, inclusivamente entre irmãos.
Há crianças que raramente fazem birras e há outras que têm estes comportamentos muito frequentemente. Portanto, não há que ter vergonha se são muito frequentes, nem orgulhar-se se são raras (já referimos que é um pouco estranho não fazer nenhuma).
A tendência que a criança tem para os caprichos resulta de uma combinação do seu temperamento inato e da educação que recebe, ou seja, da atitude que os seus pais têm a esse respeito. Não é preciso assustar-se com as birras, mas antes ter em consideração que é sempre possível tentar diminuir a sua frequência e intensidade. Pode ajudar a criança a aprender formas mais adequadas para expressar a sua vontade e os seus desejos sem renunciar à sua crescente independência. Porque existe o risco que os caprichos, que são episódios normais no desenvolvimento infantil, se tornem num hábito e num traço de personalidade no futuro.
O primeiro grupo de regras deve aplicar-se antes que a birra aconteça. Consiste em prevenir, sempre que possível: muitas vezes é fácil adivinhar quais as situações que as podem provocar e, consequentemente, escapar-se a tempo. Por exemplo, deve evitar-se o cansaço ou a excitação em demasia, parar com as atividades antes que a criança fique demasiado cansada ou muito excitada e, com isso, controlar as suas emoções. Não deve dar-lhe tarefas demasiado complicadas procurando mudar o cenário antes que fique frustrada por não poder fazer o que quer.
Se, por exemplo, fica frustada porque uma determinada tarefa ou um brinquedo são demasiado complicados para ela, podemos dar-lhe outra coisa para fazer ou guardar o brinquedo até que esteja preparada para brincar com ele. Ou ajudá-la a rodar o carrinho que resiste ou a encaixar a peça do puzzle. Quando aparece o seu primo um pouco mais velho que a diverte muito, mas cujas brincadeiras acabam sempre num choro, terá que o advertir sobre o que aborrece a criança ou então pedir-lhe que a excitação da brincadeira não exceda um determinado nível.
Nem sempre a prevenção funciona
Às vezes as medidas preventivas não dão resultado, e rapidamente encontra-se no meio de uma sonora birra. Que fazer então? Comece pelo que não tem de fazer. Primeiro, não perder a calma e recordar que está perante um comportamento normal, embora pouco agradável. A tarefa mais difícil quando se enfrenta uma criança muito aborrecida é controlar a nossa própria raiva.
É importante que os pais sejam um bom modelo de autocontrole, embora possa parecer difícil perante uma criança com birras frequentes. Apesar de tudo, uma mensagem de amor incondicional é muito importante para uma criança que acaba de perder o controlo. Por exemplo, uma bilhete que poderia ser formulado desta maneira: «Embora me aborreça muito o que fazes, nunca deixarei de gostar de ti».
Não deve bater nem castigar. Deve evitar a raiva e gritar mais alto que a criança. Também não é eficaz tentar o diálogo nesses momentos: a criança, embrenhada nas suas emoções, é pouco acessível ao diálogo quando está em pleno choro. As explicações podem ser oportunas, mas uma vez superada a crise. O que é absolutamente proibido é ceder quando a birra é fruto duma proibição dos pais que, por sua vez, acham ser a atitude mais correta.
Isto não quer dizer que seja inflexível. Às vezes podemos apercebermo-nos que fomos demasiado rígidos ou que o desejo da criança, afinal, não era assim tão descabido. Em algumas ocasiões pode inclusivamente decidir que não vale a pena desencadear uma birra. Mas o que é preciso evitar é que descubra nestas uma forma de "levar a sua avante".
À medida que as crianças crescem, e com a ajuda dos progenitores, compreenderão melhor as coisas e será mais fácil que se controlem de uma forma mais razoável.
As birras num local público põem os pais à prova, que às vezes não sabem como reagir. Se, pressionados pelo o que dirão as pessoas, aceder, por exemplo, em comprar à criança algo que não quer, para a próxima vez fará o mesmo. Assim, tenha em conta o seguinte:
• O melhor é atuar como em casa. Deve colocar a criança num canto e esperar que se acalme. Se for necessário, pode levá-la para um local mais isolado e, sem aborrecer as outras pessoas (por exemplo, num restaurante) fecharmos a porta até que fique mais calma.
• Não se deve incomodar com o facto de outras pessoas presenciarem a cena. As pessoas sabem que é uma criança e, se alguém não o entende, esse é um problema que não é seu.
• Às vezes é possível prevenir as birras em público evitando confrontar a criança com situações que de certeza não vai suportar: um dia de compras demasiado comprido, por exemplo.
• Também se pode distraí-la. Uma grande ajuda é fazer com que participe numa atividade (não a deixar de lado), solicitando a sua colaboração e comentado tudo o que estamos a fazer.
Resta-nos acrescentar que conforme vão superando o imperioso desejo de conseguir tudo aqui e agora e porque sim, as birras irão diminuindo pouco a pouco.
Revista "Bebé d'Hoje"
Fonte texto:http://www.angelfire.com
LIMITES UMA FORMA DE DAR AMOR
Tratando-se da educação de crianças, talvez um dos pontos que mais angustia os pais, hoje em dia, seja a questão dos limites, ou melhor, da falta deles. Quem nunca acompanhou um pequeno gritando com os pais para impor sua vontade, esperneando em pleno supermercado até que lhe seja comprado aquilo que deseja? Quantos pais já não sonharam em encontrar uma solução mágica capaz de “domar” seus anjinhos e colocar ordem na casa?
A questão dos limites é um tanto quanto complexa. Nosso país passou por um período em que tudo era proibido, em que as autoridades, em casa e fora dela, não podiam ser questionadas, quem dirá confrontadas. A geração pós-ditadura resolveu que, com seus filhos, faria o oposto. Dar limites passou a ser sinônimo de repreensão e o “não” era, portanto, uma palavra proibida na educação. O certo era deixar a criança expressar-se livremente, fazer o que quisesse, como quisesse, sob o pretexto de não traumatizá-la. Hoje estão explícitas as conseqüências desse pensamento, uma vez que, parece consenso, que limites servem como pontos de referência necessários à vida de qualquer pessoa – sua ausência completa está longe de ser a solução. Nem tanto para um lado, nem tanto para o outro; o que vivemos hoje é a busca por um equilíbrio... Mas e então, como dar limites?
Educar é uma tarefa nada fácil, que exige tempo e muita paciência. As crianças nascem querendo ter tudo a sua disposição e cabe aos pais explicar que isso não é possível e que na sociedade existem regras. Por esse motivo, os pais devem colocar limites a seu filho desde que ele é pequeno. Limites são construídos e demandam empenho, persistência e firmeza por parte dos pais.
Algumas dicas são de grande utilidade para o sucesso na educação dos pequenos. É importante sempre manter as combinações feitas. Uma vez dito “não”, o mesmo deve ser sustentado e, para tanto, precisamos aprender a suportar choros, escândalos e chantagens, no que, sem dúvida, as crianças são especialistas. Explicar para elas o motivo do “não” é fundamental para que a regra faça sentido e possa ser aplicada em outras situações. Ao ir a lugares públicos, como restaurantes e supermercados, os pais devem explicar para a criança, antes de sair de casa, para onde estão indo e como ela deverá se comportar. Envolvê-las nas compras do supermercado, por exemplo, também ajuda a mantê-las empolgadas com a tarefa, diminuindo assim as chances de uma conduta inadequada.
É necessário que os pais tenham convicção de suas decisões e estejam congruentes entre si, para conseguir sustentá-las e passar segurança aos seus filhos. Isso não é tarefa fácil, pois muitas vezes, frente ao choro desesperado das crianças, os pais sentem-se verdadeiros carrascos e desistem da regra. Esse sentimento é potencializado quando os pais passam longos períodos do dia afastados das crianças e, quando estão próximos, ainda têm o papel de frustrá-las novamente ao impor os limites.
Independentemente de quanto tempo passam com seus filhos, é necessário que os pais tenham certeza do quão importantes são na formação deles. Por isso, sem dúvida, dar limites é uma das formas mais significativas de dar amor.
Fonte:http://panila.multiply.com/journal/item/42/LIMITES_UMA_FORMA_DE_DAR_AMOR?
A questão dos limites é um tanto quanto complexa. Nosso país passou por um período em que tudo era proibido, em que as autoridades, em casa e fora dela, não podiam ser questionadas, quem dirá confrontadas. A geração pós-ditadura resolveu que, com seus filhos, faria o oposto. Dar limites passou a ser sinônimo de repreensão e o “não” era, portanto, uma palavra proibida na educação. O certo era deixar a criança expressar-se livremente, fazer o que quisesse, como quisesse, sob o pretexto de não traumatizá-la. Hoje estão explícitas as conseqüências desse pensamento, uma vez que, parece consenso, que limites servem como pontos de referência necessários à vida de qualquer pessoa – sua ausência completa está longe de ser a solução. Nem tanto para um lado, nem tanto para o outro; o que vivemos hoje é a busca por um equilíbrio... Mas e então, como dar limites?
Educar é uma tarefa nada fácil, que exige tempo e muita paciência. As crianças nascem querendo ter tudo a sua disposição e cabe aos pais explicar que isso não é possível e que na sociedade existem regras. Por esse motivo, os pais devem colocar limites a seu filho desde que ele é pequeno. Limites são construídos e demandam empenho, persistência e firmeza por parte dos pais.
Algumas dicas são de grande utilidade para o sucesso na educação dos pequenos. É importante sempre manter as combinações feitas. Uma vez dito “não”, o mesmo deve ser sustentado e, para tanto, precisamos aprender a suportar choros, escândalos e chantagens, no que, sem dúvida, as crianças são especialistas. Explicar para elas o motivo do “não” é fundamental para que a regra faça sentido e possa ser aplicada em outras situações. Ao ir a lugares públicos, como restaurantes e supermercados, os pais devem explicar para a criança, antes de sair de casa, para onde estão indo e como ela deverá se comportar. Envolvê-las nas compras do supermercado, por exemplo, também ajuda a mantê-las empolgadas com a tarefa, diminuindo assim as chances de uma conduta inadequada.
É necessário que os pais tenham convicção de suas decisões e estejam congruentes entre si, para conseguir sustentá-las e passar segurança aos seus filhos. Isso não é tarefa fácil, pois muitas vezes, frente ao choro desesperado das crianças, os pais sentem-se verdadeiros carrascos e desistem da regra. Esse sentimento é potencializado quando os pais passam longos períodos do dia afastados das crianças e, quando estão próximos, ainda têm o papel de frustrá-las novamente ao impor os limites.
Independentemente de quanto tempo passam com seus filhos, é necessário que os pais tenham certeza do quão importantes são na formação deles. Por isso, sem dúvida, dar limites é uma das formas mais significativas de dar amor.
Fonte:http://panila.multiply.com/journal/item/42/LIMITES_UMA_FORMA_DE_DAR_AMOR?
IMPORTÂNCIA DO TEATRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO ENSINO FUNDAMENTAL
O teatro na Educação Infantil e no Ensino Fundamental é muito importante. Através dele, as crianças aprendem a se relacionarem com as pessoas, perdem a timidez.
Os professores devem utilizar este método para ajudar as crianças a se comunicarem e expressarem. Elas adoram brincar de teatro, pois imaginam, fazem seus próprios mundos naqueles momentos, elas se divertem muito.
O teatro também ajuda na cooperação e na socialização, as crianças brincam com todos da sala, sem discriminar alguém, pois envolve o grupo inteiro.
O professor deve saber trabalhar, fazer com que através do teatro eles aprendem também, abordar temas que eles gostam e assuntos da realidade, para que eles cresçam adultos conscientes e participativos.
Os professores devem utilizar este método para ajudar as crianças a se comunicarem e expressarem. Elas adoram brincar de teatro, pois imaginam, fazem seus próprios mundos naqueles momentos, elas se divertem muito.
O teatro também ajuda na cooperação e na socialização, as crianças brincam com todos da sala, sem discriminar alguém, pois envolve o grupo inteiro.
O professor deve saber trabalhar, fazer com que através do teatro eles aprendem também, abordar temas que eles gostam e assuntos da realidade, para que eles cresçam adultos conscientes e participativos.
O Fazer Pedagógico da Educação Infantil com a Implantação do Ensino Fundamental de 9 anos.
Enquanto pais, queremos o melhor para os nossos filhos: alimentação adequada, boa vestimenta, amor, carinho, lazer e uma educação de qualidade.
Desde cedo, observamos o desenvolvimento infantil de nossos pequenos: os primeiros balbucios, o pegar de forma incontrolada os objetos, o rastejar, sentar, andar, e a cada novo progresso, ficamos na expectativa da próxima etapa do desenvolvimento infantil e assim ansiamos por nossos filhos falar, correr, desenhar, contar e finalmente ler e escrever. Para tanto, de forma bem pensada, há a escolha de uma boa escola de Educação Infantil com o intuito de que tal desenvolvimento ocorra de forma adequada e equilibrada.
O que cabe à Educação Infantil Ensinar??? E de que forma a criança deve aprender???
No Ursinho Pimpão a criança é vista em sua globalidade e individualidade, sendo respeitada em sua fase de desenvolvimento infantil, tendo direito em brincar e ter experiências com o mundo através de inúmeros estímulos, pois o lema de nossa escola é “Aqui se aprende brincando”.
Desta forma, o Ursinho Pimpão possui dois grandes objetivos de trabalho baseados no RCN (Referencial Curricular Nacional), um material elaborado pelo Mec.
O primeiro objetivo refere-se à Formação Pessoal e Social que contém o eixo de trabalho que favorece os processos de construção da Identidade e Autonomia das crianças.
Neste sentido, em nossa escola a construção da Identidade ocorre desde a mais tenra idade, com situações promovidas desde os berçários sendo uma delas a atividade onde o bebê recebe estímulo para observar-se ao espelho, reconhecendo o seu corpo, características individuais que a faz ser único dentro de uma grande diversidade. Este aspecto é explorado ao longo da Educação Infantil através de inúmeras intervenções em que a criança explora o seu corpo, observa-o, valoriza-o e respeita-o assim como o corpo dos demais amigos.
Quanto a autonomia, nossas crianças, desde o Berçário ao Pré III, são incentivadas a tomar decisões por si próprias, sendo sempre questionadas em suas ações dentro de cada grupo. Nossos alunos são valorizados e reconhecidos como seres que possuem vontade própria, sendo capazes de construir conhecimentos com uma intervenção pedagógica pensada e estruturada de acordo com as diferentes faixas etárias.
O segundo objetivo refere-se ao Conhecimento de Mundo o qual contém sete eixos de trabalho: Movimento, Música, Artes Visuais, Natureza e Sociedade, Matemática, Linguagem Oral e Escrita.
Sendo assim cabe a Educação Infantil garantir uma ampla diversidade de experiências e estímulos de forma equilibrada dentro de cada eixo, não focando a ação educativa somente para a Linguagem Oral e Escrita e Matemática, pois a infância vai muito mais além do que letras e números.
Na escola de Educação Infantil a criança deve ter a possibilidade de brincar com o Movimento, sentindo em sua pele diferentes texturas, desafiando seu próprio corpo em busca da superação de si própria, pelo “simples” fato de conseguir pular em um pé só, pelo desafio de correr sem esbarrar em obstáculos, em manter-se imóvel em uma brincadeira de estátua.
A Música não se faz presente somente durante as aulas de Musicalização, pois no dia a dia, nossas crianças possuem a liberdade de brincar com a música ao produzir sons com panelas, sucatas, cones, de cantar e de gritar em locais apropriados, explorando desta forma o ritmo, timbre, som e o silêncio.
As Artes Visuais não está fechada dentro dos museus de nossa cidade, pois no Ursinho Pimpão as obras, observação de imagens e principalmente a produção artística se faz presente, no prazer e alegria de pintar as paredes do “Espaço da Arte”, de folhar revistas observando imagens diversificadas, de manipular sucatas na construção de um brinquedo, sendo também estimuladas a promover a reciclagem.
A Natureza e Sociedade também é muito estimulada, fazendo com que nossas crianças percebam a relação de interdependência entre as nossas ações para com o meio em que vivemos. Para tanto, o contato com os elementos naturais se faz presente ao manusear a terra, aos observar a nossa tartaruga Lilica, ao valorizar diferentes culturas na leitura de um livro, ao montar um quadro com a foto das famílias, onde a criança perceba a estruturação de diferentes grupos sociais.
Nossos alunos, do Berçário ao Pré III, são estimulados a experimentarem conceitos Matemáticos como peso, distância, velocidade, formas geométricas, medição, etc., não se restringindo somente e exclusivamente ao ensino de números, mas sim os vivenciado através de brincadeiras e manuseio de materiais.
Quanto a Linguagem Oral e Escrita, a criança é estimulada a perceber a função social da escrita, para que serve, quando a utilizamos, tendo liberdade de realizar seus primeiros registros escritos dentro das características de cada faixa etária. Sendo assim, desde os Berçários, nossas crianças possuem contato com diferentes estilos literários (poesia, rima, trava-língua, histórias) com o objetivo de enriquecer o repertório lingüístico, bem como de desenvolver o gosto e apreciação pela leitura.
Com a implantação do Ensino Fundamental de 9 anos, a Educação Infantil não mais possui o caráter alfabetizador, responsabilidade esta que cabe ao Ensino Fundamental. Desta forma, fez-se necessário uma readequação dos conteúdos em tal área, o que representou um grande ganho à Educação Infantil, pois assim nossas crianças terão muito mais liberdade de vivenciar de forma rica e diversificada outras áreas do conhecimento, podendo brincar ainda mais. Vale a pena ressaltar que as brincadeiras se fazem de modo pensado e organizado, tendo objetivos claros a serem atingidos, potencializando também o faz de conta, o pensamento simbólico, a interação social, a resolução de conflitos, a solução de situações problemas, o desenho, etc., vivendo a infância dentro de sua maior amplitude.
Esta readequação de conteúdos pode ser nitidamente percebida pelo novo Livro Didático adotado pelo Ursinho Pimpão para as turmas de Pré I, II e III, o qual também é utilizado pelo Colégio Bom Jesus. Em tal material percebe-se um maior equilíbrio em todas as áreas do conhecimento, proporcionando as crianças estímulos equilibrados dentro do rico universo infantil, além da quantidade de páginas que é bem mais reduzida do que o antigo livro. Este material didático contém 4 blocos de atividades anuais e 4 livros de literatura infantil. O material do professor possui também um CD musical para o enriquecimento das atividades voltadas à musicalização, além de um Guia Didático ao professor, com múltiplas sugestões de trabalhos visando a complementação das atividades a serem desenvolvidas em sala de aula. As professoras de nossa escola, também possuem outros acervos de pesquisa: livros, vídeos, revistas especializada nesta área e, principalmente o Plano Curricular da Escola, programado dentro dos conteúdos da Educação Infantil.
Com esta reformulação da Educação Infantil, o lema de nossa escola “Aqui se aprende brincando” será ainda mais explorado tanto pelos educadores como por nossas crianças, as quais serão significativamente beneficiadas em seu desenvolvimento infantil, recebendo criativos estímulos em busca do aforamento da criatividade, alegria e prazer em aprender.
Andrea Mara Bella Cruz
Segue abaixo, a Resolução de 14 de Janeiro de 2010 do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 1, DE 14 DE JANEIRO DE 2010 (*)
Define Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.
O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais, em conformidade com o disposto na alínea “c” do § 1º do artigo 9º da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, bem como no § 1º do artigo 8º, no § 1º do artigo 9º e no artigo 90 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e com fundamento no Parecer CNE/CEB nº 22/2009, homologado por despacho do Senhor Ministro da Educação, publicado no DOU de 11 de janeiro de 2010, resolve:
Art. 1º Os entes federados, as escolas e as famílias devem garantir o atendimento do direito público subjetivo das crianças com 6 (seis) anos de idade, matriculando-as e mantendo-as em escolas de Ensino Fundamental, nos termos da Lei nº 11.274/2006.
Art. 2º Para o ingresso no primeiro ano do Ensino Fundamental, a criança deverá ter 6 (seis) anos de idade completos até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula.
Art. 3º As crianças que completarem 6 (seis) anos de idade após a data definida no artigo 2º deverão ser matriculadas na Pré-Escola.
Art. 4º Os sistemas de ensino definirão providências complementares de adequação às normas desta Resolução em relação às crianças matriculadas no Ensino Fundamental de 8 (oito) anos ou de 9 (nove) anos no período de transição definido pela Lei nº 11.274/2006 como prazo legal de implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.
§ 1º As escolas de Ensino Fundamental e seus respectivos sistemas de ensino que matricularam crianças que completaram 6 (seis) anos de idade após a data em que se iniciou o ano letivo devem, em caráter excepcional, dar prosseguimento ao percurso educacional dessas crianças, adotando medidas especiais de acompanhamento e avaliação do seu desenvolvimento global.
§ 2º As crianças de 5 (cinco) anos de idade, independentemente do mês do seu aniversário, que no seu percurso educacional estiveram matriculadas e frequentaram por mais de 2 (dois) anos a Pré-Escola, poderão, em caráter excepcional, no ano de 2010, prosseguir no eu percurso para o Ensino Fundamental.
Art. 5º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
CESAR CALLEGARI
Desde cedo, observamos o desenvolvimento infantil de nossos pequenos: os primeiros balbucios, o pegar de forma incontrolada os objetos, o rastejar, sentar, andar, e a cada novo progresso, ficamos na expectativa da próxima etapa do desenvolvimento infantil e assim ansiamos por nossos filhos falar, correr, desenhar, contar e finalmente ler e escrever. Para tanto, de forma bem pensada, há a escolha de uma boa escola de Educação Infantil com o intuito de que tal desenvolvimento ocorra de forma adequada e equilibrada.
O que cabe à Educação Infantil Ensinar??? E de que forma a criança deve aprender???
No Ursinho Pimpão a criança é vista em sua globalidade e individualidade, sendo respeitada em sua fase de desenvolvimento infantil, tendo direito em brincar e ter experiências com o mundo através de inúmeros estímulos, pois o lema de nossa escola é “Aqui se aprende brincando”.
Desta forma, o Ursinho Pimpão possui dois grandes objetivos de trabalho baseados no RCN (Referencial Curricular Nacional), um material elaborado pelo Mec.
O primeiro objetivo refere-se à Formação Pessoal e Social que contém o eixo de trabalho que favorece os processos de construção da Identidade e Autonomia das crianças.
Neste sentido, em nossa escola a construção da Identidade ocorre desde a mais tenra idade, com situações promovidas desde os berçários sendo uma delas a atividade onde o bebê recebe estímulo para observar-se ao espelho, reconhecendo o seu corpo, características individuais que a faz ser único dentro de uma grande diversidade. Este aspecto é explorado ao longo da Educação Infantil através de inúmeras intervenções em que a criança explora o seu corpo, observa-o, valoriza-o e respeita-o assim como o corpo dos demais amigos.
Quanto a autonomia, nossas crianças, desde o Berçário ao Pré III, são incentivadas a tomar decisões por si próprias, sendo sempre questionadas em suas ações dentro de cada grupo. Nossos alunos são valorizados e reconhecidos como seres que possuem vontade própria, sendo capazes de construir conhecimentos com uma intervenção pedagógica pensada e estruturada de acordo com as diferentes faixas etárias.
O segundo objetivo refere-se ao Conhecimento de Mundo o qual contém sete eixos de trabalho: Movimento, Música, Artes Visuais, Natureza e Sociedade, Matemática, Linguagem Oral e Escrita.
Sendo assim cabe a Educação Infantil garantir uma ampla diversidade de experiências e estímulos de forma equilibrada dentro de cada eixo, não focando a ação educativa somente para a Linguagem Oral e Escrita e Matemática, pois a infância vai muito mais além do que letras e números.
Na escola de Educação Infantil a criança deve ter a possibilidade de brincar com o Movimento, sentindo em sua pele diferentes texturas, desafiando seu próprio corpo em busca da superação de si própria, pelo “simples” fato de conseguir pular em um pé só, pelo desafio de correr sem esbarrar em obstáculos, em manter-se imóvel em uma brincadeira de estátua.
A Música não se faz presente somente durante as aulas de Musicalização, pois no dia a dia, nossas crianças possuem a liberdade de brincar com a música ao produzir sons com panelas, sucatas, cones, de cantar e de gritar em locais apropriados, explorando desta forma o ritmo, timbre, som e o silêncio.
As Artes Visuais não está fechada dentro dos museus de nossa cidade, pois no Ursinho Pimpão as obras, observação de imagens e principalmente a produção artística se faz presente, no prazer e alegria de pintar as paredes do “Espaço da Arte”, de folhar revistas observando imagens diversificadas, de manipular sucatas na construção de um brinquedo, sendo também estimuladas a promover a reciclagem.
A Natureza e Sociedade também é muito estimulada, fazendo com que nossas crianças percebam a relação de interdependência entre as nossas ações para com o meio em que vivemos. Para tanto, o contato com os elementos naturais se faz presente ao manusear a terra, aos observar a nossa tartaruga Lilica, ao valorizar diferentes culturas na leitura de um livro, ao montar um quadro com a foto das famílias, onde a criança perceba a estruturação de diferentes grupos sociais.
Nossos alunos, do Berçário ao Pré III, são estimulados a experimentarem conceitos Matemáticos como peso, distância, velocidade, formas geométricas, medição, etc., não se restringindo somente e exclusivamente ao ensino de números, mas sim os vivenciado através de brincadeiras e manuseio de materiais.
Quanto a Linguagem Oral e Escrita, a criança é estimulada a perceber a função social da escrita, para que serve, quando a utilizamos, tendo liberdade de realizar seus primeiros registros escritos dentro das características de cada faixa etária. Sendo assim, desde os Berçários, nossas crianças possuem contato com diferentes estilos literários (poesia, rima, trava-língua, histórias) com o objetivo de enriquecer o repertório lingüístico, bem como de desenvolver o gosto e apreciação pela leitura.
Com a implantação do Ensino Fundamental de 9 anos, a Educação Infantil não mais possui o caráter alfabetizador, responsabilidade esta que cabe ao Ensino Fundamental. Desta forma, fez-se necessário uma readequação dos conteúdos em tal área, o que representou um grande ganho à Educação Infantil, pois assim nossas crianças terão muito mais liberdade de vivenciar de forma rica e diversificada outras áreas do conhecimento, podendo brincar ainda mais. Vale a pena ressaltar que as brincadeiras se fazem de modo pensado e organizado, tendo objetivos claros a serem atingidos, potencializando também o faz de conta, o pensamento simbólico, a interação social, a resolução de conflitos, a solução de situações problemas, o desenho, etc., vivendo a infância dentro de sua maior amplitude.
Esta readequação de conteúdos pode ser nitidamente percebida pelo novo Livro Didático adotado pelo Ursinho Pimpão para as turmas de Pré I, II e III, o qual também é utilizado pelo Colégio Bom Jesus. Em tal material percebe-se um maior equilíbrio em todas as áreas do conhecimento, proporcionando as crianças estímulos equilibrados dentro do rico universo infantil, além da quantidade de páginas que é bem mais reduzida do que o antigo livro. Este material didático contém 4 blocos de atividades anuais e 4 livros de literatura infantil. O material do professor possui também um CD musical para o enriquecimento das atividades voltadas à musicalização, além de um Guia Didático ao professor, com múltiplas sugestões de trabalhos visando a complementação das atividades a serem desenvolvidas em sala de aula. As professoras de nossa escola, também possuem outros acervos de pesquisa: livros, vídeos, revistas especializada nesta área e, principalmente o Plano Curricular da Escola, programado dentro dos conteúdos da Educação Infantil.
Com esta reformulação da Educação Infantil, o lema de nossa escola “Aqui se aprende brincando” será ainda mais explorado tanto pelos educadores como por nossas crianças, as quais serão significativamente beneficiadas em seu desenvolvimento infantil, recebendo criativos estímulos em busca do aforamento da criatividade, alegria e prazer em aprender.
Andrea Mara Bella Cruz
Segue abaixo, a Resolução de 14 de Janeiro de 2010 do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 1, DE 14 DE JANEIRO DE 2010 (*)
Define Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.
O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais, em conformidade com o disposto na alínea “c” do § 1º do artigo 9º da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, bem como no § 1º do artigo 8º, no § 1º do artigo 9º e no artigo 90 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e com fundamento no Parecer CNE/CEB nº 22/2009, homologado por despacho do Senhor Ministro da Educação, publicado no DOU de 11 de janeiro de 2010, resolve:
Art. 1º Os entes federados, as escolas e as famílias devem garantir o atendimento do direito público subjetivo das crianças com 6 (seis) anos de idade, matriculando-as e mantendo-as em escolas de Ensino Fundamental, nos termos da Lei nº 11.274/2006.
Art. 2º Para o ingresso no primeiro ano do Ensino Fundamental, a criança deverá ter 6 (seis) anos de idade completos até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula.
Art. 3º As crianças que completarem 6 (seis) anos de idade após a data definida no artigo 2º deverão ser matriculadas na Pré-Escola.
Art. 4º Os sistemas de ensino definirão providências complementares de adequação às normas desta Resolução em relação às crianças matriculadas no Ensino Fundamental de 8 (oito) anos ou de 9 (nove) anos no período de transição definido pela Lei nº 11.274/2006 como prazo legal de implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.
§ 1º As escolas de Ensino Fundamental e seus respectivos sistemas de ensino que matricularam crianças que completaram 6 (seis) anos de idade após a data em que se iniciou o ano letivo devem, em caráter excepcional, dar prosseguimento ao percurso educacional dessas crianças, adotando medidas especiais de acompanhamento e avaliação do seu desenvolvimento global.
§ 2º As crianças de 5 (cinco) anos de idade, independentemente do mês do seu aniversário, que no seu percurso educacional estiveram matriculadas e frequentaram por mais de 2 (dois) anos a Pré-Escola, poderão, em caráter excepcional, no ano de 2010, prosseguir no eu percurso para o Ensino Fundamental.
Art. 5º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
CESAR CALLEGARI
Dicas para o professor receber bem as crianças na Adaptção Escolar
Postado por www.ferramentapedagogica.blogspot.com
Ansiedade, curiosidade e excitação em variadas expressões. Esse é um resumo do que o professor vai encontrar no espírito dos pequenos alunos que ingressam na educação infantil.
Abaixo, algumas dicas essenciais para recebê-los bem:
- Ter consciência sobre o tempo individual de adaptação e sobre a necessidade de confiança da criança para se lançar em interação com o novo ambiente. Atitudes rígidas quanto ao tempo de adaptação produzem tensão nos pais e alunos.
O professor apressado e ansioso é um estímulo negativo no processo de adaptação e na aprendizagem, pois inibirá a espontaneidade e a autonomia da criança
- Ter disposição e calma para receber os alunos com carinho e respeito ao seu jeito de ser, assim como para acolher as dúvidas de seus pais
- Saber que a adaptação deve funcionar como um convite e não uma imposição. O professor pode ser pensado como um anfitrião gentil, atencioso e muito atento aos seus convidados de honra
- Mostrar disponibilidade e muita flexibilidade para receber as várias expressões de ansiedade, curiosidade e excitação das crianças
- Ter organização e planejamento. Com horários e atividades previamente pensadas, o professor pode lidar com os interesses de seus alunos e com a dispersão natural dos primeiros dias ou semanas de aula
- Ser responsável e envolvido em suas tarefas profissionais. O educador com essas características terá maior capacidade para empatia e será mais criativo em sua abordagem pedagógica, independentemente do método de ensino adotado pela escola
- Saber que não basta gostar de crianças para estar no papel de educador. É necessário ter interesse em pensar a educação. É preciso saber brincar e saber observar a brincadeira de alunos, saber escutá-los, enxergar seus limites e potenciais
- Procurar conhecer o universo de vivências e experiências anteriores da criança, valorizando-as e fazendo-as significativas dentro das novas possibilidades que se abrem
- Descobrir possibilidades e oportunidades novas é a intenção do primeiro contato do ano letivo, seja a primeira experiência ou não das crianças. E cada ano deve ser vislumbrado cheio de novas possibilidades de vivência e conhecimento
- Demonstrar à criança que ela pode contar com aquele adulto para lhe dar segurança diante das novas experiências, sejam pedagógicas ou de relação interpessoal.
Fonte:http://noticias.terra.com.br/educacao/voltaasaulas/2009/interna/0,,OI3433562-EI12664,00.html
Ansiedade, curiosidade e excitação em variadas expressões. Esse é um resumo do que o professor vai encontrar no espírito dos pequenos alunos que ingressam na educação infantil.
Abaixo, algumas dicas essenciais para recebê-los bem:
- Ter consciência sobre o tempo individual de adaptação e sobre a necessidade de confiança da criança para se lançar em interação com o novo ambiente. Atitudes rígidas quanto ao tempo de adaptação produzem tensão nos pais e alunos.
O professor apressado e ansioso é um estímulo negativo no processo de adaptação e na aprendizagem, pois inibirá a espontaneidade e a autonomia da criança
- Ter disposição e calma para receber os alunos com carinho e respeito ao seu jeito de ser, assim como para acolher as dúvidas de seus pais
- Saber que a adaptação deve funcionar como um convite e não uma imposição. O professor pode ser pensado como um anfitrião gentil, atencioso e muito atento aos seus convidados de honra
- Mostrar disponibilidade e muita flexibilidade para receber as várias expressões de ansiedade, curiosidade e excitação das crianças
- Ter organização e planejamento. Com horários e atividades previamente pensadas, o professor pode lidar com os interesses de seus alunos e com a dispersão natural dos primeiros dias ou semanas de aula
- Ser responsável e envolvido em suas tarefas profissionais. O educador com essas características terá maior capacidade para empatia e será mais criativo em sua abordagem pedagógica, independentemente do método de ensino adotado pela escola
- Saber que não basta gostar de crianças para estar no papel de educador. É necessário ter interesse em pensar a educação. É preciso saber brincar e saber observar a brincadeira de alunos, saber escutá-los, enxergar seus limites e potenciais
- Procurar conhecer o universo de vivências e experiências anteriores da criança, valorizando-as e fazendo-as significativas dentro das novas possibilidades que se abrem
- Descobrir possibilidades e oportunidades novas é a intenção do primeiro contato do ano letivo, seja a primeira experiência ou não das crianças. E cada ano deve ser vislumbrado cheio de novas possibilidades de vivência e conhecimento
- Demonstrar à criança que ela pode contar com aquele adulto para lhe dar segurança diante das novas experiências, sejam pedagógicas ou de relação interpessoal.
Fonte:http://noticias.terra.com.br/educacao/voltaasaulas/2009/interna/0,,OI3433562-EI12664,00.html
Desenvolvimento infantil: Dicas e orientações para papais e mamães
Publicado por Rafael Vaz | Segunda-feira, 21 Novembro, 2011
Poucas vezes li um texto tão bom quanto este que estou compartilhando aqui. Ele é de autoria de Maria do Rosário Silva Souza, uma Psicopedagoga que possui vários outros artigos igualmente brilhantes.
Neste, ela foi precisa ao abordar questões importantíssimas na relação que devemos ter com nossos filhos. A proposta de nos orientar é seguida a risca em cada linha do texto.
Boa parte das dicas nós até conhecemos, mas ainda sim, em muitas oportunidades não a colocamos em prática. Por isso vale muito a pena ler o texto!!!
Algumas dicas e orientações para auxiliar no desenvolvimento de seu filho
Demonstro o que sinto por meu filho quando: ofereço carinho, colo, cafunés, tom suave de voz, expressão do meu rosto, palavras como “Amo você”, elogios sinceros, aceitando-o como é, nada de comparações, procurando ser justo…
Como dar segurança à criança
• Ofereça-lhe a mão, o colo, quando sente medo ou está insegura.
• Proponha que brinque com outras crianças e leve-a a lugares diferentes, diga a verdade com tranquilidade a respeito do dentista, do médico, da provável dor…
• Não a deixe sentir-se envergonhada e nem a superproteja…
• Também não a ameace de “mentirinha”.
• Diga não com firmeza, explique as regras do jogo da vida e saiba também dizer sim e permitir…
• Trace limites, dosando firmeza e o cumprimento das regras.
• Ensine-a se controlar…
• Procure dar o exemplo, coloque-se no lugar dela e verbalize o que está sentindo…
• Permita e incentive que faça muita coisa sozinha e reforce suas conquistas de independência…
• Busque mostrar o que é trabalho, chamando-a para dividir algumas tarefas com você. Interesse-se pelo que ela faz…
• Procure orientá-la quanto ao respeito que se deve ter com cada um e evite ter atitudes preconceituosas ou discriminatórias…
• Converse muito, saiba ouvir, leia para e com ela, explique, faça perguntas e, se precisar, chame-lhe a atenção…
• Ajude-a sentir orgulho do que faz e a acreditar em si mesma: “Viu, como você é capaz? Você é importante e especial!”
• Assim irá desenvolvendo nela bons sentimentos em relação a si mesma e aos outros…
• Faça do seu aniversário um grande dia! O dia mais importante do mundo! Bolo, velhinhas, bexigas, cartazes, bilhetes, cartões, surpresas escondidas pela casa…
• Olhe nos olhos dela enquanto fala com ela…
• Se ela diz: “Não sei… não consigo… faça para mim”…
• Responda: “Claro que sabe… Tente outra vez. Faça como acha que deve ser”. E se policie, evitando dizer: “Não, não é assim!”
• À medida que se sente útil, valorize-a e procure lembrar que, em algumas coisas, alguém pode ser melhor que ela e vice-versa.
• Conte até 10; até 100, se for preciso…
• Não permita que irmãos mais velhos chamem o menor de “burro”…
• Palavras como “burro”, “bobo”, “sujo”, “desligado”, “malvado”, “estúpido” ferem e tem péssimas consequências.
• Procure evitar que se sinta culpada: “Isto não se faz!…” e basta.
• Sentimentos de culpa a tornarão infeliz.
• Não a ameace com o seu afeto: “Estou triste com você!…”.
• As crianças precisam saber que estão aprendendo. “Olha! Sei fazer!” “Sei subir rápido na escada!” “Sei pular com um pé só!” “Veja, a letra do meu nome!…” “Olha, o ‘V’ da vovó!” “Consegui montar o quebra-cabeça!”
E agora, vamos brincar?
A alegria e a vibração com que grita para nós, transmitem-nos o orgulho da criança e como se sente importante. Ela tem um sentido de realização e sente-se satisfeita com seu desenvolvimento.
No aspecto físico a criança precisa desenvolver a habilidade motora. Deve saltar jogar bola, pular, rodar um pneu velho, balançar, passar por um túnel de caixas de papelão, manipular uma bola de meia, modelar com massa, colorir, pintar, desenhar, rasgar papéis, cortar com tesoura sem ponta, desenvolvendo assim os pequenos músculos, responsáveis pela coordenação motora fina.
Aos três anos, a criança sente que é alguém e começa a participar de brincadeiras com outras crianças, o que devemos estimular.
A maioria das crianças pequenas não gosta de partilhar suas coisas. Pais sensatos interferem de maneira firme, mas carinhosa. Elas aprendem a dividir com a ajuda dos pais: “Sua vez de andar na bicicleta e depois da Daniela…” “Gostei muito de ver como vocês brincaram hoje…”.
É importante conversar sobre os seus amiguinhos, para ajudar a criança a compreendê-los e aceitá-los. A aceitação do outro a ajudará a sentir-se e fazer-se aceita mais tarde. Portanto, dê a ela oportunidade de enriquecer suas amizades.
Desde pequena deve aprender que a dignidade não depende da qualidade de suas roupas, da cor de sua pele, do dinheiro que sua família possui ou do tipo de casa em que moram. Este é o segredo para um começo de vida feliz e, por certo, mais verdadeira, sem falsos valores ou transferências materiais consumistas.
A criança tem necessidade de muitas coisas para desenvolver suas habilidades, suas atitudes e a compreensão, que a ajudarão quando chegar o momento do ensino formal ou acadêmico.
Outros Aspectos que se desenvolvam brincando
Os aspectos que também precisam ser desenvolvidos, além da psicomotricidade, podem ser enumerados da seguinte forma:
• Vocabulário, ampliando a compreensão e o uso de muitas palavras.
• Diferenciação visual, observando semelhanças e diferenças.
• Classificação, seriação e sequenciação, onde aprende a pensar, agrupando, criando e descobrindo critérios e categorias.
• Percepção auditiva e tátil (descriminando sons, ouvindo enquanto você fala, manipulando objetos).
• Observação e atenção para desencadear a curiosidade, a concentração e a capacidade de comparar, concluir, generalizar, estabelecendo relações.
• Interesse e prazer em descobrir o mundo ao seu redor, conquistando autonomia e êxito.
Maria do Rosário Silva Souza – Psicopedagoga
DANÇA - AJUDA DA INTEGRAÇÃO DOS ALUNOS
A dança na Educação Infantil é muito importante. Ajuda na integração com os colegas e a desenvolverem a coordenação motora.
Os professores não devem oferecer a dança somente em datas comemorativas, como Dia das Mães, Festa Junina, Festa de final de ano. Deve oferecer este tipo de atividade no dia-a-dia das crianças.
Através da dança as crianças fazem exercícos, favorecendo a saúde, elas mexem o corpo, fazendo diversos movimentos.
O professor deve também oferecer danças de outros países e regiões, como danças da Espanha, da África, isso aprimora os conhecimentos das crianças. E elas adoram danças, o professor deve aproveitar isso e mostrar como é bom dançar, e sua importância. É bom também para a saúde mental.
Os professores não devem oferecer a dança somente em datas comemorativas, como Dia das Mães, Festa Junina, Festa de final de ano. Deve oferecer este tipo de atividade no dia-a-dia das crianças.
Através da dança as crianças fazem exercícos, favorecendo a saúde, elas mexem o corpo, fazendo diversos movimentos.
O professor deve também oferecer danças de outros países e regiões, como danças da Espanha, da África, isso aprimora os conhecimentos das crianças. E elas adoram danças, o professor deve aproveitar isso e mostrar como é bom dançar, e sua importância. É bom também para a saúde mental.
Currículo Temático
Um currículo temático fornece um quadro organizado das atividades de aprendizagem e serve para integrar as diferentes áreas do conhecimento. Um currículo temático é comumente organizado em unidades. Estas unidades devem estar de acordo com os interesses das crianças, apropriadas culturalmente, suas experiências anteriores e seus níveis de desenvolvimento.
Embora os professores elaborem unidades temáticas usando várias idéias vindas de muitas fontes como revistas especializadas, livros e internet, as melhores práticas indicam que os professores devem escolher entre os temas que são os mais relevantes e prioritários às crianças e suas famílias. Professores também, por vezes, devem possuir seu próprio interesse em um tema específico e deve igualmente incluir temas selecionados partindo das necessidades e /ou interesses das crianças. Além disso, os professores devem interrogar-se sobre o que as crianças estão aprendendo e iniciar experimentando atividades relacionadas a vários temas. Ao avaliar um tema para eventual introdução ao grupo, seria sensato anotar aquilo que efetivamente podem aprender com uma determinada unidade temática. Normalmente, temas simples são explorados no início do ano e ao longo do ano vão se tornando mais complexos. Quando o professor lista temas adequados àquele grupo de crianças está fazendo um plano horizontal com um longo intervalo longo. A medida em que o professor destaca um dos temas e como focá-lo com mais atenção surge a rede de áreas de conhecimento e possíveis atividades orientadas que servem para o desenvolvimento do tema.
Componentes da Unidade Temática
Essas são itens que devem compor uma unidade temática:
• Livre escolha de atividades para descobrir e explorar.
* Curtos períodos de instrução em grande grupo.
* Oportunidades para a música e movimento.
* Grande e pequenos grupos interativos para experiências com literatura.
* Aparelhos e parque ao ar livre e atividades de motricidade ampla orientada.
* Conjunto de metas em processo progressivo acompanhado pelo professor.
* Todas as crianças da classe comprometem-se com o mesmo trabalho;
* Atividades divididas em períodos curtos de tempo;
Selecionando um Tema para a Unidade Temática
Na escolha de um tema há varies coisas importantes a considerer para se chegar aos melhores resultados.. Os seguintes critérios são importantes: relevância, a oportunidade de aprender uma habilidade, material de pesquisa disponível, interesse para o professor, época do ano em que o tema será desenvolvido.
1)Relevância é como o tema poderá ser aplicado a vida das crianças.Existe significado para a criança e para o professor naquilo que se está aprendendo?
2)Oportunidade para aprender habilidades e envolver-se em experiências de escrever, ler e outras atividades que tem significado para a criança;
3)Material disponível para a pesquisa ajudará a determinar qual tema pode ser realizado porque é necessário ter informação suficiente;
4)Interesse para o professor. Se o professor não está interessado no que as crianças estarão muito provavelmente elas também não se interessarão pelo que o professor se interessa; Interessar-se verdadeiramente pela criança e pelo o que ela está procurando aprender por ela mesma a encoraja e a guia a explorar e investigar novas situações;
5) A época do ano é um bom fator a ser considerado quando se está selecionando um tema, porque existem certas coisas disponíveis em uma dada época do ano que não se encontra em outra, especialmente temas relativos a natureza;
O que a Hora da Rodinha?
A Hora da Rodinha prove experiências relativas a linguagem, cognição e habilidades sociais desenvolvidas naturalmente;
As crianças pequenas precisam estarem hábeis para interagirem e se comunicarem umas com as outras. Elas precisam expandir suas relações interpessoais e estabelecer uma interação positiva como os adultos que estão dispostos a ouvi-las e respondê-las.Eles também precisam de tempo e oportunidades para compartilhar idéias com os amigos da mesma idade e interesse, meninos e meninas; Portanto, a Hora da Rodinha se torna um momento privilegiado para oferecer às crianças essas oportunidades de desenvolvimento. Durante a Hora da Rodinha é apropriado para as crianças iniciar perguntando e respondendo perguntas, participando de canções, ouvindo e contando histórias e uma variedade de formas de auto expressar-se, além de inserirem-se em uma situação que requer um ato de paciência com os outros, pois precisam esperar que um amigo acabe sua explanação para começar a narrativa ou perguntas, deve também aprender a falar na sua vez e não atrapalhar a manifestação dos demais. Essas aprendizagens se refletirão no relacionamento entre a crianças e entre a criança e outros adultos na escola e na família;
Selecionando um Livro ou uma História para a Hora da Rodinha
Quando se precisa selecionar livros para ler para as crianças ou para que elas leiam ou olhem elas mesmas existem algumas recomendações a serem levadas em conta para que obtenhamos os melhores resultados nessa atividade:
1)A forma como o livro é apresentado visualmente à criança determina o seu uso e então antes de decidir qual livro adquirir para a classe considere a variedade de estilos de apresentação visual que os livros oferecem;
2)Ele precisa ter uma exibição atraente para a criança e ainda ajudar o professor a abordar assuntos que ensinam a criança a lidar com sentimentos e situações diárias;
3) Quando os livros estão sobre a prateleira para as crianças olharem e usarem, faça um rodízio dos livros a serem expostos, cuidando para que sempre encontrem novidades;
Contando uma História
Contar uma história não é um processo difícil, aqui vão algumas sugestões :
1) Contato Visual do livro, das gravuras, dos personagens,...
2)Faça questões , isso ajudará as crianças a compreenderem melhor a história
3)A história deve estar relacionada com o assunto que está sendo discutido em classe.
4)Segure o livro de forma que todas as crianças possam vê-lo. Vire a página criando um suspense do que encontraremos na próxima página;
5)Esteja ciente do conteúdo da história antes de partilhá-la com as crianças;
6)Faça ser divertido para ambos, tanto para as crianças quanto para o professor.
Versatilidade do Centro de Educação Infantil
O arranjo ambiental das classes de Educação Infantil deve estar adequada para nutrir o desenvolvimento total da criança pequena.
As experiências e atividades oferecem boas oportunidades para crianças realizarem tarefas individualmente, em pares e em grupos.Deve existir atividades dirigidas pelo professor e atividades dirigidas pelas crianças.Os centros também devem permitir que as crianças brinquem sozinhas e ao mesmo tempo, devem fazer surgir a interação entre diferentes crianças, de culturas, etnias, gêneros e idades diferentes. Isso ajudará a criança a ser mais independente construindo sua personalidade e igualmente, aprender a trabalhar cooperativamente.
Ensinando nos Centros de Educação Infantil
As crianças são ativas aprendem tocando, sentindo, experimentando e criando.
Os centros de educação infantil eficientes quanto a aprendizagem das crianças são projetados para encorajar as crianças a relacionarem o seu mundo infantil com a aprendizagem ativa na qual estão envolvidos. As crianças pequenas são interessadas no mundo a sua volta, então, os centros de educação infantil devem ser a representações simbólicas desse seu mundo. No seu centro mundo (a escola infantil) é permitido que eles testem de muitas maneiras suas idéias, construam a sua confiança e desse modo possam capazes de aprender.
Música
Pesquisas mostram que iniciando o convívio da criança com a música infantil desde antes dos 3 anos de idade e continuando até o final do período pré-escolar desenvolve a capacidade de responder positivamente a estímulos sonoros e ritmos, divertindo-se com isso. Um canto de música é um ambiente no qual as crianças experimentam sons enquanto criam suas próprias músicas. No canto da música as crianças são os músicos, compõem e partilham sua música com os outros.
Embora a música seja usada ao longo do dia, deve haver momento reservado para a música nos quais as crianças se dediquem a brincam e a aprenderem músicas e/ou a usarem materiais musicais (instrumentos musicais, som, cd, microfone, etc) ou seja, deve haver algum momento reservado para a música. É também importante lembrar que as crianças aprendem a partir de modelos, por isso, se o professor não dança e nem canta não deve esperar que a criança o faça.
Arte
O Centro de Arte é meio de auto-expressão. Sua linguagem é a símbolos e "rabiscos das crianças espalhados no papel e representações em argila, sucata e outros materiais. No centro da arte as crianças podem expressar o que sabem no s nível e conhecimentos que têm, que é ilimitada. Os efeitos de um Centro de Arte são os seguintes:
1) Proporcionam oportunidades para as crianças auto expressarem-se.
2) Desenvolvem as habilidades motoras finas em todo o uso de pincéis, marcadores, lápis de cor, lápis, giz e outros materiais artísticos.
3) Permitem que as crianças compreendam que símbolos têm significados.
4) Permite o alívio de tensões emocionais e experiência diária estressante na escola ou em suas casas.
5) Sublinha o valor estético de cada uma das criações.
O que um Centro de Arte deverá conter:
1) Cavaletes (dois, pelo menos, e mais, se possível)
2) Mesas e cadeiras.
3) Painéis ou espaço para exibição da arte infantil.
4) Prateleiras para armazenamento de materiais arte.
5) Pincéis, tintas, lápis de cor, marcadores, lápis, papel de todos os tipos, cola, palitos,sucatas pequenas, pintura de dedos, e um suprimento rico de materiais artísticos que existem no mercado, etc
Ciências
Crianças amam ciências muito mais do que muitos professores imaginam . Experimentar com água ou usando magnetos pela primeira vez é o que fundamenta o entendimento de conceitos complexos da física que se darão mais tarde no Ensino Fundamental. O Centro de Ciências organizado na sala é o meio lógico para trazer algo do mundo lá fora para o interior da sala de atividades.
Ciências ajuda a desenvolver o pensamento analítico. Isso ajuda a criança a descobrir a solução de problemas que elas encontram em seu ambienta. Isso promove um senso de competência em crianças quando elas entendem as causas de eventos específicos e ocorrência de fenômenos naturais.
O que o Centro de Ciências dará fazer por uma criança:
1) Introduz na criança o processo de método científico;2) Para permitir que experiências sensoriais com todos os tipos de recursos naturais e materiais sintéticos.3) Para ajudar as crianças a descobrir as relações de causa e efeito através de vários experimentos.4) Desafiar as crianças a desenvolver técnicas de resolução de problemas e habilidades de pensamento como um indivíduo e em grupos.5) Para adquirir a habilidade de escolher os dados específicos para recolher e depois cobrá-lo. 6) Para saber como gravar os dados científicos que são recolhidos e colocados no centro. (Língua Centers)
Manipulativos
Puzzles e outros materiais manipulativos realizam uma atração para as crianças que é difícil negar.
Os efeitos dos Manipulativos são muito importantes para o desenvolvimento da criança pré-escolar. Eles servem:
1) Para ajudar as crianças a aprender matemática, tais como, conhecimentos importantes sobre as relações entre inteiro e suas partes, como a contagem, as idéias de padronização, classificação, contagem do tempo, o uso do dinheiro.
2) Para proporcionar experiências sensoriais através de materiais que têm uma variedade de texturas, pesos, cores, tamanhos, formas.
3) Para permitir que as crianças desenvolvam o controle muscular bem como a experiência com eles ao manipular os diferentes materiais.
4) Para utilizar materiais manipulativos para a resolução de problemas e atividades de outros importantes conceitos matemáticos como
O que uma área de manipulação deve conter:
1) Puzzles, dominó, damas, fichas, atributo de blocos, talões e as cordas, escalas, réguas, bitola, sacos de feijão, e outros itens que são de interesse para as crianças.
2) muitas matérias-primas para a contagem.
3) professor fez jogos de pasta de arquivo que pode ser usado para correspondência, classificação, categorização, a medição, e também contando. 4) Os materiais que as crianças são capazes de usar para elaboração de gráficos, com papel extra, canetas ou marcadores.
5) Prateleiras e caixas de armazenamento para transportar itens e outros usos.
6) relógio digital ou regular, temporizadores, dinheiro de mentira.
Blocos
Jogar Block realça todas as áreas do desenvolvimento da criança, incluindo os domínios físico, social e intelectual. Quando as crianças brincam no centro de blocos, eles aprendem coisas muito importantes. A construção de edifícios que representam o mundo real. Solução de problemas como são tomadas as decisões sobre os edifícios e os métodos a utilizar na sua construção. As crianças trabalham geralmente com os outros como eles compartilhar idéias e colaboram em conjunto em um projeto.
Objetivo no uso de blocos:
1. Para resolver problemas - como eles constroem com diferentes tipos de blocos.
2. Para expandir a sua linguagem expressiva - como eles falam sobre a criação e construção.
3. Para aprender a cooperar e aceitar o trabalho dos outros.
4. Para organizar o seu mundo usando representações simbólicas em jogo bloco.
Etapas do Bloco de Construção:
Fase um: Blocos são colocados em torno da criança, não utilizadas para a construção. (referindo-se à criança de tenra idade)
Fase dois: Construção começa, as crianças fazem filas na maior parte, tanto horizontal (abrangendo o chão) ou vertical (empilhamento). A repetição é maior neste padrão de construção.
Fase três : Bridging: o que significa que dois blocos com um espaço no meio dos dois, que é conectado por um terceiro.
Fase quatro: Gabinetes: blocos colocados de tal maneira que criam um espaço que eles encerram. Como fazer os diferentes recintos estão entre os primeiros problemas de ordem técnica que as crianças têm de resolver.
Fase cinco: Quando facilidade com blocos é adquirida, padrões decorativos começam a aparecer. Muita simetria pode ser observada.
Estágio Seis: Nomeação das estruturas dramáticas para o jogo começar. As crianças também podem ter nomeado suas estruturas durante um estágio anterior, mas os nomes não foram relacionados para a função do prédio que foi construído.
Fazendo os Momentos de Transição parecerem fáceis
Tempo de transição pode ser um momento complicado para as crianças. Mudando o foco de uma atividade pode ser confuso para uma criança. Quando as crianças estão envolvidas diversas situações podem tornar-se fora de controle.
1. Evite mover todo o grupo, sempre que possível.
2. Se possível ter um professor no destino dado. Isto vai ajudar a s crianças a seguir as indicações e orientar um comportamento mais positivo da situação.
3. Use sinais de moderação, porque vai diminuir a eficácia com o uso constante.
4. Evite o uso de voz ou sinais estridentes.
5. Se formando uma fila ou trem deve-se encontrar métodos diferentes para fazer isso.
6. Dividindo o destino adequado em seções com pontos de parada geralmente é uma boa idéia.
7. Canções que demarcam a passagem de um tipo de atividade para outro;
8. Criar expectativa positiva para a próxima atividade;
9. Avisando o tempo que resta para a criança brincar nessa atividade antes de trocar para outra;
10. Saber jogar com atividades preferidas. Alternando-as.
Embora os professores elaborem unidades temáticas usando várias idéias vindas de muitas fontes como revistas especializadas, livros e internet, as melhores práticas indicam que os professores devem escolher entre os temas que são os mais relevantes e prioritários às crianças e suas famílias. Professores também, por vezes, devem possuir seu próprio interesse em um tema específico e deve igualmente incluir temas selecionados partindo das necessidades e /ou interesses das crianças. Além disso, os professores devem interrogar-se sobre o que as crianças estão aprendendo e iniciar experimentando atividades relacionadas a vários temas. Ao avaliar um tema para eventual introdução ao grupo, seria sensato anotar aquilo que efetivamente podem aprender com uma determinada unidade temática. Normalmente, temas simples são explorados no início do ano e ao longo do ano vão se tornando mais complexos. Quando o professor lista temas adequados àquele grupo de crianças está fazendo um plano horizontal com um longo intervalo longo. A medida em que o professor destaca um dos temas e como focá-lo com mais atenção surge a rede de áreas de conhecimento e possíveis atividades orientadas que servem para o desenvolvimento do tema.
Componentes da Unidade Temática
Essas são itens que devem compor uma unidade temática:
• Livre escolha de atividades para descobrir e explorar.
* Curtos períodos de instrução em grande grupo.
* Oportunidades para a música e movimento.
* Grande e pequenos grupos interativos para experiências com literatura.
* Aparelhos e parque ao ar livre e atividades de motricidade ampla orientada.
* Conjunto de metas em processo progressivo acompanhado pelo professor.
* Todas as crianças da classe comprometem-se com o mesmo trabalho;
* Atividades divididas em períodos curtos de tempo;
Selecionando um Tema para a Unidade Temática
Na escolha de um tema há varies coisas importantes a considerer para se chegar aos melhores resultados.. Os seguintes critérios são importantes: relevância, a oportunidade de aprender uma habilidade, material de pesquisa disponível, interesse para o professor, época do ano em que o tema será desenvolvido.
1)Relevância é como o tema poderá ser aplicado a vida das crianças.Existe significado para a criança e para o professor naquilo que se está aprendendo?
2)Oportunidade para aprender habilidades e envolver-se em experiências de escrever, ler e outras atividades que tem significado para a criança;
3)Material disponível para a pesquisa ajudará a determinar qual tema pode ser realizado porque é necessário ter informação suficiente;
4)Interesse para o professor. Se o professor não está interessado no que as crianças estarão muito provavelmente elas também não se interessarão pelo que o professor se interessa; Interessar-se verdadeiramente pela criança e pelo o que ela está procurando aprender por ela mesma a encoraja e a guia a explorar e investigar novas situações;
5) A época do ano é um bom fator a ser considerado quando se está selecionando um tema, porque existem certas coisas disponíveis em uma dada época do ano que não se encontra em outra, especialmente temas relativos a natureza;
O que a Hora da Rodinha?
A Hora da Rodinha prove experiências relativas a linguagem, cognição e habilidades sociais desenvolvidas naturalmente;
As crianças pequenas precisam estarem hábeis para interagirem e se comunicarem umas com as outras. Elas precisam expandir suas relações interpessoais e estabelecer uma interação positiva como os adultos que estão dispostos a ouvi-las e respondê-las.Eles também precisam de tempo e oportunidades para compartilhar idéias com os amigos da mesma idade e interesse, meninos e meninas; Portanto, a Hora da Rodinha se torna um momento privilegiado para oferecer às crianças essas oportunidades de desenvolvimento. Durante a Hora da Rodinha é apropriado para as crianças iniciar perguntando e respondendo perguntas, participando de canções, ouvindo e contando histórias e uma variedade de formas de auto expressar-se, além de inserirem-se em uma situação que requer um ato de paciência com os outros, pois precisam esperar que um amigo acabe sua explanação para começar a narrativa ou perguntas, deve também aprender a falar na sua vez e não atrapalhar a manifestação dos demais. Essas aprendizagens se refletirão no relacionamento entre a crianças e entre a criança e outros adultos na escola e na família;
Selecionando um Livro ou uma História para a Hora da Rodinha
Quando se precisa selecionar livros para ler para as crianças ou para que elas leiam ou olhem elas mesmas existem algumas recomendações a serem levadas em conta para que obtenhamos os melhores resultados nessa atividade:
1)A forma como o livro é apresentado visualmente à criança determina o seu uso e então antes de decidir qual livro adquirir para a classe considere a variedade de estilos de apresentação visual que os livros oferecem;
2)Ele precisa ter uma exibição atraente para a criança e ainda ajudar o professor a abordar assuntos que ensinam a criança a lidar com sentimentos e situações diárias;
3) Quando os livros estão sobre a prateleira para as crianças olharem e usarem, faça um rodízio dos livros a serem expostos, cuidando para que sempre encontrem novidades;
Contando uma História
Contar uma história não é um processo difícil, aqui vão algumas sugestões :
1) Contato Visual do livro, das gravuras, dos personagens,...
2)Faça questões , isso ajudará as crianças a compreenderem melhor a história
3)A história deve estar relacionada com o assunto que está sendo discutido em classe.
4)Segure o livro de forma que todas as crianças possam vê-lo. Vire a página criando um suspense do que encontraremos na próxima página;
5)Esteja ciente do conteúdo da história antes de partilhá-la com as crianças;
6)Faça ser divertido para ambos, tanto para as crianças quanto para o professor.
Versatilidade do Centro de Educação Infantil
O arranjo ambiental das classes de Educação Infantil deve estar adequada para nutrir o desenvolvimento total da criança pequena.
As experiências e atividades oferecem boas oportunidades para crianças realizarem tarefas individualmente, em pares e em grupos.Deve existir atividades dirigidas pelo professor e atividades dirigidas pelas crianças.Os centros também devem permitir que as crianças brinquem sozinhas e ao mesmo tempo, devem fazer surgir a interação entre diferentes crianças, de culturas, etnias, gêneros e idades diferentes. Isso ajudará a criança a ser mais independente construindo sua personalidade e igualmente, aprender a trabalhar cooperativamente.
Ensinando nos Centros de Educação Infantil
As crianças são ativas aprendem tocando, sentindo, experimentando e criando.
Os centros de educação infantil eficientes quanto a aprendizagem das crianças são projetados para encorajar as crianças a relacionarem o seu mundo infantil com a aprendizagem ativa na qual estão envolvidos. As crianças pequenas são interessadas no mundo a sua volta, então, os centros de educação infantil devem ser a representações simbólicas desse seu mundo. No seu centro mundo (a escola infantil) é permitido que eles testem de muitas maneiras suas idéias, construam a sua confiança e desse modo possam capazes de aprender.
Música
Pesquisas mostram que iniciando o convívio da criança com a música infantil desde antes dos 3 anos de idade e continuando até o final do período pré-escolar desenvolve a capacidade de responder positivamente a estímulos sonoros e ritmos, divertindo-se com isso. Um canto de música é um ambiente no qual as crianças experimentam sons enquanto criam suas próprias músicas. No canto da música as crianças são os músicos, compõem e partilham sua música com os outros.
Embora a música seja usada ao longo do dia, deve haver momento reservado para a música nos quais as crianças se dediquem a brincam e a aprenderem músicas e/ou a usarem materiais musicais (instrumentos musicais, som, cd, microfone, etc) ou seja, deve haver algum momento reservado para a música. É também importante lembrar que as crianças aprendem a partir de modelos, por isso, se o professor não dança e nem canta não deve esperar que a criança o faça.
Arte
O Centro de Arte é meio de auto-expressão. Sua linguagem é a símbolos e "rabiscos das crianças espalhados no papel e representações em argila, sucata e outros materiais. No centro da arte as crianças podem expressar o que sabem no s nível e conhecimentos que têm, que é ilimitada. Os efeitos de um Centro de Arte são os seguintes:
1) Proporcionam oportunidades para as crianças auto expressarem-se.
2) Desenvolvem as habilidades motoras finas em todo o uso de pincéis, marcadores, lápis de cor, lápis, giz e outros materiais artísticos.
3) Permitem que as crianças compreendam que símbolos têm significados.
4) Permite o alívio de tensões emocionais e experiência diária estressante na escola ou em suas casas.
5) Sublinha o valor estético de cada uma das criações.
O que um Centro de Arte deverá conter:
1) Cavaletes (dois, pelo menos, e mais, se possível)
2) Mesas e cadeiras.
3) Painéis ou espaço para exibição da arte infantil.
4) Prateleiras para armazenamento de materiais arte.
5) Pincéis, tintas, lápis de cor, marcadores, lápis, papel de todos os tipos, cola, palitos,sucatas pequenas, pintura de dedos, e um suprimento rico de materiais artísticos que existem no mercado, etc
Ciências
Crianças amam ciências muito mais do que muitos professores imaginam . Experimentar com água ou usando magnetos pela primeira vez é o que fundamenta o entendimento de conceitos complexos da física que se darão mais tarde no Ensino Fundamental. O Centro de Ciências organizado na sala é o meio lógico para trazer algo do mundo lá fora para o interior da sala de atividades.
Ciências ajuda a desenvolver o pensamento analítico. Isso ajuda a criança a descobrir a solução de problemas que elas encontram em seu ambienta. Isso promove um senso de competência em crianças quando elas entendem as causas de eventos específicos e ocorrência de fenômenos naturais.
O que o Centro de Ciências dará fazer por uma criança:
1) Introduz na criança o processo de método científico;2) Para permitir que experiências sensoriais com todos os tipos de recursos naturais e materiais sintéticos.3) Para ajudar as crianças a descobrir as relações de causa e efeito através de vários experimentos.4) Desafiar as crianças a desenvolver técnicas de resolução de problemas e habilidades de pensamento como um indivíduo e em grupos.5) Para adquirir a habilidade de escolher os dados específicos para recolher e depois cobrá-lo. 6) Para saber como gravar os dados científicos que são recolhidos e colocados no centro. (Língua Centers)
Manipulativos
Puzzles e outros materiais manipulativos realizam uma atração para as crianças que é difícil negar.
Os efeitos dos Manipulativos são muito importantes para o desenvolvimento da criança pré-escolar. Eles servem:
1) Para ajudar as crianças a aprender matemática, tais como, conhecimentos importantes sobre as relações entre inteiro e suas partes, como a contagem, as idéias de padronização, classificação, contagem do tempo, o uso do dinheiro.
2) Para proporcionar experiências sensoriais através de materiais que têm uma variedade de texturas, pesos, cores, tamanhos, formas.
3) Para permitir que as crianças desenvolvam o controle muscular bem como a experiência com eles ao manipular os diferentes materiais.
4) Para utilizar materiais manipulativos para a resolução de problemas e atividades de outros importantes conceitos matemáticos como
O que uma área de manipulação deve conter:
1) Puzzles, dominó, damas, fichas, atributo de blocos, talões e as cordas, escalas, réguas, bitola, sacos de feijão, e outros itens que são de interesse para as crianças.
2) muitas matérias-primas para a contagem.
3) professor fez jogos de pasta de arquivo que pode ser usado para correspondência, classificação, categorização, a medição, e também contando. 4) Os materiais que as crianças são capazes de usar para elaboração de gráficos, com papel extra, canetas ou marcadores.
5) Prateleiras e caixas de armazenamento para transportar itens e outros usos.
6) relógio digital ou regular, temporizadores, dinheiro de mentira.
Blocos
Jogar Block realça todas as áreas do desenvolvimento da criança, incluindo os domínios físico, social e intelectual. Quando as crianças brincam no centro de blocos, eles aprendem coisas muito importantes. A construção de edifícios que representam o mundo real. Solução de problemas como são tomadas as decisões sobre os edifícios e os métodos a utilizar na sua construção. As crianças trabalham geralmente com os outros como eles compartilhar idéias e colaboram em conjunto em um projeto.
Objetivo no uso de blocos:
1. Para resolver problemas - como eles constroem com diferentes tipos de blocos.
2. Para expandir a sua linguagem expressiva - como eles falam sobre a criação e construção.
3. Para aprender a cooperar e aceitar o trabalho dos outros.
4. Para organizar o seu mundo usando representações simbólicas em jogo bloco.
Etapas do Bloco de Construção:
Fase um: Blocos são colocados em torno da criança, não utilizadas para a construção. (referindo-se à criança de tenra idade)
Fase dois: Construção começa, as crianças fazem filas na maior parte, tanto horizontal (abrangendo o chão) ou vertical (empilhamento). A repetição é maior neste padrão de construção.
Fase três : Bridging: o que significa que dois blocos com um espaço no meio dos dois, que é conectado por um terceiro.
Fase quatro: Gabinetes: blocos colocados de tal maneira que criam um espaço que eles encerram. Como fazer os diferentes recintos estão entre os primeiros problemas de ordem técnica que as crianças têm de resolver.
Fase cinco: Quando facilidade com blocos é adquirida, padrões decorativos começam a aparecer. Muita simetria pode ser observada.
Estágio Seis: Nomeação das estruturas dramáticas para o jogo começar. As crianças também podem ter nomeado suas estruturas durante um estágio anterior, mas os nomes não foram relacionados para a função do prédio que foi construído.
Fazendo os Momentos de Transição parecerem fáceis
Tempo de transição pode ser um momento complicado para as crianças. Mudando o foco de uma atividade pode ser confuso para uma criança. Quando as crianças estão envolvidas diversas situações podem tornar-se fora de controle.
1. Evite mover todo o grupo, sempre que possível.
2. Se possível ter um professor no destino dado. Isto vai ajudar a s crianças a seguir as indicações e orientar um comportamento mais positivo da situação.
3. Use sinais de moderação, porque vai diminuir a eficácia com o uso constante.
4. Evite o uso de voz ou sinais estridentes.
5. Se formando uma fila ou trem deve-se encontrar métodos diferentes para fazer isso.
6. Dividindo o destino adequado em seções com pontos de parada geralmente é uma boa idéia.
7. Canções que demarcam a passagem de um tipo de atividade para outro;
8. Criar expectativa positiva para a próxima atividade;
9. Avisando o tempo que resta para a criança brincar nessa atividade antes de trocar para outra;
10. Saber jogar com atividades preferidas. Alternando-as.
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