Dentro das inúmeras mudanças que ocorrem na sociedade atual, de ordem econômica, política, social, ideológica, a escola, como instituição de ensino e de práticas pedagógicas, enfrenta muitos desafios que comprometem a sua ação frente às exigências que surgem.Assim, os profissionais, que nela trabalham, precisam estar conscientes de que os alunos devem ter uma formação cada vez mais ampla, promovendo o desenvolvimento das capacidades desses sujeitos.
Para tanto, torna-se necessária a presença de um coordenador pedagógico consciente de seu papel, da importância de sua formação continuada e da equipe docente, além de manter a parceria entre pais, alunos, professores e direção.
De acordo com o Regimento Escolar, Artigo nº. 129/2006-Resolução CEE/TO, "a função de coordenação pedagógica é o suporte que gerencia, coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas com o processo de ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso."
Já segundo Clementi (apud Almeida), cabe ao coordenador "acompanhar o projeto pedagógico, formar professores, partilhar suas ações, também é importante que compreenda as reais relações dessa posição."
Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.
Considerando a função formadora, o coordenador precisa programar as ações que viabilizem a formação do grupo do grupo para qualificação continuada desses sujeitos.Consequentemente, conduzindo mudanças dentro da sala de aula e na dinâmica da escola, produzindo impacto bastante produtivo e atingindo as necessidades presentes.
Assim, muitos formadores encontram na reflexão da ação, momentos riquíssimos para a formação. Isso acontece à medida que professores e coordenadores agem conjuntamente observando, discutindo e planejando, vencendo as dificuldades, expectativas e necessidades, requerendo momentos individuais e coletivos entre os membros do grupo, atingindo aos objetivos desejados.
As relações interpessoais permeiam a prática do coordenador que precisa articular as instâncias escola e família sabendo ouvir, olhar e falar a todos que buscam a sua atenção.
Conforme Almeida(2003), na formação docente, "é muito importante prestar atenção no outro, em seus saberes, dificuldades", sabendo reconhecer e conhecer essas necessidades propiciando subsídios necessários à atuação.Assim, a relação entre professor e coordenador, à medida que se estreita e ambos crescem em sentido prático e teórico(práxis), concebe a confiança, o respeito entre a equipe e faborece a constituição como pessoas.
Na parceria escola X família, esse profissional é requerido para estreitar esses laços e mantê-los em prol da formação efetiva dos educandos à medida que cada instância assuma seu papel social diante desse ato indispensável e intransponível.
Como ressalta Alves(apud Reis,2008) "homens que através de sua ação transformadora se transformam.É neste processo que os homens produzem conhecimentos, sejam oa mais singelos, sejam os mais sofisticados, sejam aqueles que resolvem um problema cotidiano, sejam os que criam teorias explicativas."
Assim, é papel do coordenador favorecer a construção de um ambiente democrático e participativo, onde se incentive a produção do conhecimento por parte da comunidade escolar, promovendo mudanças atitudinais, procedimentais e conceituais nos indivíduos.
Os órgãos colegiados são espaços que proporcionam essa formação à medida que a participação, o compromisso e o protagonismo de seus componentes, pais, alunos, professores, coordenação e direção, ocasionem transformações significativas nesse ambiente.Cabe ao coordenador atuar coletivamente e visualizar esses espaços como oportunidades para o desempenho das suas funções.
Apesar das inúmeras responsabilidades desse profissional já descritas e analisadas aqui, o coordenador pedagógico enfrenta outros conflitos no espaço escolar, tais como tarefas de ordem burocrática, disciplinar, organizacional.
Assumir esse cargo é sinônimo de enfrentamentos e atendimentos diários a pais, funcionários, professores, além da responsabilidade de incentivo a promoção do projeto pedagógico, necessidade de manter a própria formação, independente da instituição e de cursos específicos, correndo o perigo de cair no desânimo e comodismo e fatores de ordem pessoal que podem interferir em sua prática.
Muitas vezes, a escola e o coordenador se questionam quanto à necessidade desse profissional e chegam à conclusão que esse sujeito pode promover significativas mudanças, pois esse trabalha com formação e informação dos docentes, principalmente.O espaço escolar é dinâmico e a reflexão é fundamental a superação de obstáculos, socialização de experiências e fortalecimento das relações interpessoais.
O coordenador pedagógico é peça fundamental no espaço escolar, pois busca integrar os envolvidos no processo ensino-aprendizagem mantendo as relações interpessoais de maneira saudável, valorizando a formação do professor e a sua, desenvolvendo habilidades para lidar com as diferenças com o objetivo de ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade.
Referências:
ABREU,Luci C. de, BRUNO,Eliane B.G.O coordenador pedagógico e a questão do fracasso escolar.In.: ALMEIDA,Laurinda R.,PLACCO,Vera Mª N. de S.OCoordenador Pedagógico e questões da contemporaneidade.São Paulo:Edições Loyola,2006.
ALMEIDA,Laurinda R.O relacionamento interpessoal na coordenação pedagógica.In.:ALMEIDA,Laurinda R.,PLACCO,Vera Mª N. de S.Ocoordenador pedagógico e o espaço de mudança.São Paulo:Edições Loyola,2003.
CLEMENTI,Nilba.A voz dos outros e a nossa voz.In.:ALMEIDA,Laurinda R.,PLACCO,Vera Mª N. de S.O coordenador pedagógico e o espaço de mudança.São Paulo:Edições Loyola,2003.
REIS,Fátima.Disponível em:www.webartigos.com.Acesso em:20/08/2008
Regimento Escolar, Artigo nº.129/2006-Resolução CEE/TO
SILVA,Moacyr da.O coordenador pedagógico e a questão da participação nos órgãos colegiados.In.:ALMEIDA,Laurinda R.,PLACCO,Vera Mª N. de S.O Coordenador Pedagógico e questões da contemporaneidade.São Paulo:Edições Loyola,2006.
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domingo, 28 de abril de 2013
Quem é o pedagogo?
Profissional habilitado a atuar no ensino, na organização e na gestão de sistemas, unidades e projetos educacionais e na produção e na difusão do conhecimento, em diversas áreas da educação, tendo a docência como base obrigatória de sua formação e identidade profissionais.
PEDAGOGO
"Individuo que se ocupa dos métodos de educação e ensino”.
Fonte: dicionário Michaelis
O QUE É SER PEDAGOGO?
O pedagogo é o profissional especialista em educação, sua função é produzir e difundir conhecimentos no campo educacional. Ele precisa ser capaz de atuar em diversas áreas educativas e compreender a educação como um fenômeno cultural, social e psíquico complexo e capaz de produzir e difundir conhecimentos no campo educacional.
QUAIS AS CARACTERÍSTICAS NECESSÁRIAS PARA SER PEDAGOGO?
É preciso ter capacidade de planejamento e execução de planos, dinamismo, além de saber comunicar e transmitir idéias. Este profissional precisa estar preparado para enfrentar, com criatividade e competência, os problemas do cotidiano, ser flexível, tolerante e atento às questões decorrentes da diversidade cultural que caracteriza nossa sociedade.
CARACTERÍSTICAS DESEJÁVEIS:
Equilíbrio emocional
Trabalhar bem em equipe
Objetividade
Criatividade
Gostar de lidar com público
Capacidade de comunicar-se
Ter iniciativa
Gostar de ensino
Desembaraço
QUAL A FORMAÇÃO NECESSÁRIA PARA SER PEDAGOGO?
Para atuar como pedagogo, é indispensável que o profissional possua o ensino superior em pedagogia que tem duração de quatro anos.
Para se especializar na área de educação/ensino, o profissional pode optar por cursos como:
Especialização em administração escolar;
Especialização em formação de recursos para educação infantil;
Especialização em educação especial-deficiência;
Mestrado em educação escolar.
Atualmente, além da formação comprovada e do domínio das tecnologias de informação e educação, uma das características mais importantes para o pedagogo é a capacidade de gerenciamento da formação continuada.
PRINCIPAIS ATIVIDADES DE UM PEDAGOGO
Dentre as atividades do pedagogo destaca-se a administração escolar, onde realiza estudos e pesquisas nas áreas pertinentes á educação e coordenação de cursos visando ao aperfeiçoamento do ensino e suas técnicas; o magistério pré-primário, onde tem como responsabilidade o planejamento, orientação e coordenação de atividades técnico-pedagógicas e administrativas do ensino pré-primário; a educação de deficientes da áudio-comunicação, lecionando, planejando, organizando e coordenando cursos; a orientação educacional a fim de ajudar o aluno a ajustar-se ao ambiente escolar e ao meio social em que vive, através do desenvolvimento da personalidade e do encaminhamento vocacional.
O pedagogo atua também na supervisão de ensino em empresas, na área de recursos humanos (organização e coordenação de cursos).
ÁREAS DE ATUAÇÃO E ESPECIALIDADES
Administração escolar: gerenciar estabelecimentos de ensino, supervisionando recursos humanos, materiais e recursos financeiros necessários ao funcionamento.
Ensino: lecionar no ensino fundamental ou médio e, com pós-graduação no ensino universitário.
Educação especial: desenvolver material didático e lecionar para crianças e adultos portadores de alguma deficiência.
Orientação educacional: orientar e ajudar estudantes no processo de aprendizagem com uso de métodos pedagógicos e psicológicos.
Supervisão educacional: orientar e avaliar professores e educadores
visando à qualidade do ensino.
Treinamento de recursos humanos: desenvolver programas de treinamento para funcionários de uma empresa.
Assessoria pedagógica em serviços de difusão cultural (museus, centros culturais) e de comunicação de massa (jornais, revistas, televisão, editoras, rádios, agências de publicidade);
Terceiro setor (ONG’s): na coordenação de programas e projetos de natureza educativa nas áreas da saúde, meio-ambiente, trânsito, promoção social, lazer e recreação, etc.
MERCADO DE TRABALHO
Este é um mercado de trabalho bastante concorrido, mas que está sempre em expansão tanto no setor público como no privado, devido à demanda da escola gerada pelo crescimento demográfico. Uma garantia disso é que a educação é o único setor que tem desde a constituição de 1998, recursos públicos obrigatoriamente vinculados que devem ser destinados para a educação.
Os mais bem preparados têm o seu lugar assegurado no mercado de trabalho. Aí está a grande importância em escolher a escola que cursará pedagogia.
CURIOSIDADES
A história da educação e da formação de profissionais habilitados para ensinar, no brasil, começou com os jesuítas, ordem religiosa que veio juntamente com os colonizadores na tentativa de catequizar os índios. Em 1759 os jesuítas foram expulsos do território brasileiro, na época eles mantinham 36 missões, 17 colégios e seminários, além de inúmeras escolas de primeiras letras. Depois da saída da cia. de Jesus a educação ficou durante quase um século estagnada, só então no império foram fundadas as primeiras escolas de formação de professores.
Em 1934, Anísio Teixeira fundou o primeiro curso de nível superior para professores e fundou o instituto da educação, no rio de janeiro, então capital do império.
A maior contribuição brasileira à pedagogia internacional foi a invenção de um sistema de alfabetização de adultos aplicado no rio grande do norte, em Sergipe e em Pernambuco, por Paulo Freire em 1950.
Conheça as responsabilidades de cada função do trio gestor
função do trio gestor
Diretor
- Responde legalmente, judicialmente e pedagogicamente pela escola
- Assegura, acompanha e controla os materiais e os recursos financeiros da escola
- Articula o relacionamento com a comunidade interna e externa escola
- Colabora nas decisões da rede e concretiza as políticas públicas na escola
- Lidera a elaboração e revisão do projeto político-pedagógico
- Garante as condições para o cumprimento do projeto
- Assegura e acompanha os momentos de planejamento e estudo da equipe
- Cuida do desenvolvimento dos profissionais
- Levanta, analisa e acompanha o desempenho dos alunos
- Desenvolve projetos institucionais em parceria com o coordenadores e equipe
- Articula a equipe para o planejamento e a realização das reuniões de pais
- Elabora o cronograma e realiza reuniões regulares com os diferentes segmentos da escola
- Orienta a organização do espaço e assegura a exposição das produções dos alunos
- Garante o acesso ao acervo da escola
Coordenador pedagogico
- Coordena os momentos de formação em serviço dos professores
- Participa junto com os professores do planejamento das atividades e acompanha sua realização
- Observa aulas dos professores para ajudá-los no desenvolvimento das atividades
- Realiza com os professores nas reuniões de pais
- Colabora na elaboração do projeto político-pedagógico
- Cuida para que o projeto seja cumprido no dia a dia
- Acompanha e analisa junto com os professores o desempenho dos alunos
- Realiza, organiza e mantém os registros do trabalho pedagógico
- Realiza reuniões regulares com o diretor para analisar as condições e o processo de ensino e da aprendizagem
- Organiza junto aos professores a exposição das produções dos alunos
- Analisa e divulga o acervo da escola
Supervisor
- Sistematiza as diretrizes curriculares da rede
- Coordena e acompanha a formação de coordenadores e diretores
- Acompanha, organiza e mantém registros da formação continuada na rede
- Realiza e levanta estudos e pesquisas
- Articula a troca de experiências entre os profissionais das escolas
- Acompanha e articula a execução dos projetos político-pedagógicos das escolas com o Pano Educacional da Secretaria
- Acompanha e auxilia o trabalho dos gestores e coordenadores
- Avalia o desempenho dos alunos e indicadores de aprendizagem das escolas
- Participa de comissões sindicantes
- Acompanha o cumprimento dos dias letivos
Diretor
- Responde legalmente, judicialmente e pedagogicamente pela escola
- Assegura, acompanha e controla os materiais e os recursos financeiros da escola
- Articula o relacionamento com a comunidade interna e externa escola
- Colabora nas decisões da rede e concretiza as políticas públicas na escola
- Lidera a elaboração e revisão do projeto político-pedagógico
- Garante as condições para o cumprimento do projeto
- Assegura e acompanha os momentos de planejamento e estudo da equipe
- Cuida do desenvolvimento dos profissionais
- Levanta, analisa e acompanha o desempenho dos alunos
- Desenvolve projetos institucionais em parceria com o coordenadores e equipe
- Articula a equipe para o planejamento e a realização das reuniões de pais
- Elabora o cronograma e realiza reuniões regulares com os diferentes segmentos da escola
- Orienta a organização do espaço e assegura a exposição das produções dos alunos
- Garante o acesso ao acervo da escola
Coordenador pedagogico
- Coordena os momentos de formação em serviço dos professores
- Participa junto com os professores do planejamento das atividades e acompanha sua realização
- Observa aulas dos professores para ajudá-los no desenvolvimento das atividades
- Realiza com os professores nas reuniões de pais
- Colabora na elaboração do projeto político-pedagógico
- Cuida para que o projeto seja cumprido no dia a dia
- Acompanha e analisa junto com os professores o desempenho dos alunos
- Realiza, organiza e mantém os registros do trabalho pedagógico
- Realiza reuniões regulares com o diretor para analisar as condições e o processo de ensino e da aprendizagem
- Organiza junto aos professores a exposição das produções dos alunos
- Analisa e divulga o acervo da escola
Supervisor
- Sistematiza as diretrizes curriculares da rede
- Coordena e acompanha a formação de coordenadores e diretores
- Acompanha, organiza e mantém registros da formação continuada na rede
- Realiza e levanta estudos e pesquisas
- Articula a troca de experiências entre os profissionais das escolas
- Acompanha e articula a execução dos projetos político-pedagógicos das escolas com o Pano Educacional da Secretaria
- Acompanha e auxilia o trabalho dos gestores e coordenadores
- Avalia o desempenho dos alunos e indicadores de aprendizagem das escolas
- Participa de comissões sindicantes
- Acompanha o cumprimento dos dias letivos
A prática docente com os bebês
A docência com crianças pequenas envolve um universo rico e complexo de relações sociais e processos de constituição humana, que exige muito conhecimento por parte das professoras e organização do trabalho pedagógico Estar com os bebês é uma experiência que nos desafia a cada dia. Esses seres humanos com pouca idade já foram identificados como um tubo digestivo (Neyrand, 2005).
Na década de 1980, o francês Bernard Martino afirmou: “O bebê é uma pessoa!”. Embora essa frase possa sugerir uma obviedade, ela dá visibilidade a uma ideia recente de bebê: um sujeito racional, que tem sentimentos, que demonstra preferências, que se comunica. Essa novidade, que é a competência dos bebês, justifica o fato de as perspectivas que valorizam a infância e que reconhecem as crianças como informantes importantes sobre as questões que lhe dizem respeito terem avançado pouco na escuta e na consideração do ponto de vista dos bebês, já que eles põem em suspensão as nossas formas convencionais de comunicação e de relação com o outro.
O desafio de estar com os bebês passa principalmente pela comunicação, pois interpretá-los exige disponibilidade, conhecimento e interesse por parte dos adultos. Os bebês não comunicam pela fala ou pela escrita o que sentem, conhecem e desejam, mas sim por variados meios de comunicação, como o corpo, o choro, o olhar. Essa dimensão é bastante importante para a constituição da docência para a educação infantil, tendo em vista que, se já superamos a concepção do bebê como um tubo digestivo, não podemos compactuar com a defesa e a proposição de atuação profissional com crianças de 0 a 3 anos em instituições de educação infantil por profissionais sem formação específica para tais particularidades. Estar professora de bebês exige conhecimentos de base que nem sempre os cursos de formação inicial têm contemplado, visto que não se trata de uma postura docente que centraliza no sujeito adulto ações que desencadeiam o processo de desenvolvimento das crianças, mas de uma docência baseada na relação: estar com os bebês significa colocar-se intencionalmente disponível para a relação. Nesse sentido, o papel do adulto profissional é central, já que é ele quem, na relação pedagógica com as crianças, cria condições para que estabeleçam relações entre elas, com os profissionais, com os objetos e demais elementos circundantes.
Reconhecer os bebês como competentes requer do adulto uma postura atenta quanto àquilo que eles já são capazes de fazer e significar para lhes provocar a avançar nesses processos, ou seja, os profissionais devem organizar o tempo e o espaço assegurando que os bebês tenham condições de ação, porém sempre os provocando a tornar essas ações mais complexas. Um exemplo dessa atitude necessária ao adulto pode ser observado em algumas experiências educativas. Em 2009, realizei um estágio no âmbito do meu doutorado em três instituições de 0 a 3 anos da rede pública municipal de Florença, na Itália. Ao observar as práticas pedagógicas com os bebês, eu me deparava cotidianamente com a disposição de uma bela mesa para a refeição: com toalha, pratos de louça, talheres, travessas com os alimentos e uma pequena jarra com água. Essa jarra comportava apenas dois copos de água, o que exigia que as professoras repusessem a água muitas vezes durante a refeição. Mas, então, por que elas utilizavam esse utensílio?
A explicação é simples: os bebês tinham competência para suportar apenas aquele peso e, com uma jarra maior, não teriam condições de se servir sozinhos. Desse modo, interessadas em que eles se sentissem capazes de servir e aprendessem a manusear essa ferramenta culturalmente utilizada nas refeições, as professoras davam-lhes condições de ação. Eles eram capazes de se servir e, com o passar do tempo, manuseavam com destreza o objeto, o que lhes proporcionava uma imagem positiva de si, observada claramente em suas feições nos momentos em que se serviam. Ainda que esse exemplo pareça bastante simples, permite identificar elementos que constituem a docência com os bebês: as concepções basilares à nossa ação devem ser convocadas sempre que planejamos as proposições; a observação e a escuta do profissional são fundamentais à organização do trabalho pedagógico; as relações sociais estão no centro das aprendizagens; as situações com maior foco no cuidado também constituem o trabalho pedagógico e devem ser consideradas nos planejamentos. No âmbito das concepções, a ampliação da interlocução da educação com outras áreas do conhecimento, como a sociologia da infância, ajuda-nos a compreender a criança como ator social de direitos e a infância como sendo heterogênea e estando marcada por questões de gênero, etnia, cultura, classe social, as quais interferem nas experiências e nos repertórios das crianças desde que nascem. Na contemporaneidade, é sobretudo na instituição de educação infantil que se encontra tal heterogeneidade. Nesse sentido, devemos problematizar como as instituições de educação infantil lidam com essa heterogeneidade se elas próprias são marcadas por práticas homogêneas.
Conseguimos tomar essa diversidade como elemento enriquecedor (e não como dificultador) das relações pedagógicas? Como esses fatores de heterogeneidade são compreendidos quando se trata das crianças menores de 3 anos? Tais perguntas são necessárias para que superemos jargões que, na prática, não se efetivam, pois lemos nos projetos político-pedagógicos das instituições que as infâncias são heterogêneas, mas ainda nos deparamos com práticas que tentam homogeneizar as ações — por exemplo, propõem que 15 bebês sentem-se ao redor de uma mesa, pintem ao mesmo tempo e aqueles que terminam antes esperem sentados pelos demais.
Qual o sentido dessa ação? É uma prática que considera a heterogeneidade? Nessa perspectiva, precisamos partir do princípio de que essas concepções basilares são fundamentais à organização da prática pedagógica, porém a sua efetivação passa pelo conhecimento das singularidades das crianças, dos seus contextos de vida, das relações que estabelecem na família e da comunidade onde se situa a instituição. Embora o encontro entre essas diferentes dimensões nem sempre seja consonante, é justamente aí que reside a riqueza do processo. Temos de problematizar as concepções, ler a nossa realidade com um olhar crítico, que nos permita, por exemplo, questionar que a concepção da criança como ator social exige que as professoras tenham tempo para observar e conhecer quem é essa criança, debruçar-se sobre os registros que produzem, planejar a sua ação de modo intencional, organizar o tempo, o espaço e os materiais, bem como propor encontros com as famílias. A intencionalidade necessária à ação docente tem traços próprios quando se trata da educação das crianças pequenas e exige uma redefinição do que seja a docência, porque não permite a adaptação do modelo de professora do ensino fundamental; trata-se de uma docência de outra ordem. As estratégias de organização do trabalho pedagógico são comuns, pois há de se planejar, observar, registrar e avaliar. No entanto, os conteúdos da ação pedagógica diferenciam-se e lembram-nos por que a educação infantil é a única etapa da educação básica que não é caracterizada pelo termo “ensino”, como acontece com o ensino fundamental e médio.
As relações educativo-pedagógicas com as crianças pequenas são bastante amplas, abrangendo um processo de inserção em várias situações da vida social. Para os bebês, muitas situações estão ocorrendo pela primeira vez na vida, e o modo como essas situações são mediadas faz toda a diferença em sua constituição humana e em sua educação. A abrangência das relações educativas traz, a meu ver, uma dupla possibilidade: a primeira delas refere-se à complexidade dos processos educativos, permitindo que, entre todas as possibilidades de experiências a serem vividas, cada grupo de crianças tenha suas marcas, seu percurso, sua história, traçados pelos indicativos dos bebês e pelas escolhas das professoras. A segunda possibilidade situa-se na mecanização e reprodução das ações, já que, como se trata de planejar e mediar situações que nem sempre têm um produto palpável, dada a subjetividade das relações humanas e o tempo para que se consolidem, e como é muito difícil para as professoras planejar as relações e não propriamente atividades a partir das quais haja um produto materializado, por vezes a prática pedagógica com os bebês é realizada seguindo repetitivamente a rotina já prevista. Reside aí um dos paradoxos da docência com as crianças pequenas: um universo rico e complexo de relações sociais e processos de constituição humana, que exige muito conhecimento por parte das professoras e organização do trabalho pedagógico, ao mesmo tempo em que pode ser organizado com base unicamente na resposta às necessidades básicas das crianças, sem muito planejamento e intencionalidade. Nesse amplo universo de ação, indico a importância de consolidarmos nos espaços de formação os seguintes aspectos: o conhecimento sobre a importância da atenção ao bebê, seja pela fala branda que o acolhe e revela o respeito do adulto para com ele, seja pelos olhares e gestos que lhe revelam que o adulto está atento às suas ações, aos seus movimentos; o conhecimento sobre a importância de espaços e tempos que promovam as interações e qualifiquem as relações entre as crianças, delas com os adultos, com os objetos e demais elementos do espaço físico e social; o reconhecimento do corpo como linguagem, assim como componente da ação social, já que ele tanto comunica e expressa quanto estrutura e se modifica, mediante as ações e relações sociais dos bebês (Coutinho, 2010).
Importa ainda reconhecer que o cuidado é um traço marcante da profissionalidade docente na educação infantil, não por ser exclusivo das relações educativas com as crianças pequenas, mas por ser a atenção uma prerrogativa da educação em espaços coletivos. Mesmo que as crianças bem pequenas tenham certa dependência em relação aos adultos e, portanto, em muitas situações o seu bem-estar dependa diretamente deles, há uma secundarização do cuidado, como se fosse atribuída à docência uma característica não profissional.
Embora esse discurso já tenha sido bastante repetido, deve-se estar atento para que a evocação da intencionalidade pedagógica não seja novamente interpretada como reprodução de um modelo de docência que não responde à realidade da educação infantil. Ser professora de crianças pequenas envolve trocá-las, alimentá-las, acalentá-las, brincar com elas, contar histórias, cantar, enfim, ocupar-se do seu desenvolvimento integral. Reitero que a prática pedagógica deve ser sempre o encontro entre os fundamentos, as orientações legais e as realidades dos contextos educativos, tendo como centro a criança. A tradução de todos esses aspectos no processo educativo é que constitui o corpus da docência, uma profissão complexa e insubstituível.
Na década de 1980, o francês Bernard Martino afirmou: “O bebê é uma pessoa!”. Embora essa frase possa sugerir uma obviedade, ela dá visibilidade a uma ideia recente de bebê: um sujeito racional, que tem sentimentos, que demonstra preferências, que se comunica. Essa novidade, que é a competência dos bebês, justifica o fato de as perspectivas que valorizam a infância e que reconhecem as crianças como informantes importantes sobre as questões que lhe dizem respeito terem avançado pouco na escuta e na consideração do ponto de vista dos bebês, já que eles põem em suspensão as nossas formas convencionais de comunicação e de relação com o outro.
O desafio de estar com os bebês passa principalmente pela comunicação, pois interpretá-los exige disponibilidade, conhecimento e interesse por parte dos adultos. Os bebês não comunicam pela fala ou pela escrita o que sentem, conhecem e desejam, mas sim por variados meios de comunicação, como o corpo, o choro, o olhar. Essa dimensão é bastante importante para a constituição da docência para a educação infantil, tendo em vista que, se já superamos a concepção do bebê como um tubo digestivo, não podemos compactuar com a defesa e a proposição de atuação profissional com crianças de 0 a 3 anos em instituições de educação infantil por profissionais sem formação específica para tais particularidades. Estar professora de bebês exige conhecimentos de base que nem sempre os cursos de formação inicial têm contemplado, visto que não se trata de uma postura docente que centraliza no sujeito adulto ações que desencadeiam o processo de desenvolvimento das crianças, mas de uma docência baseada na relação: estar com os bebês significa colocar-se intencionalmente disponível para a relação. Nesse sentido, o papel do adulto profissional é central, já que é ele quem, na relação pedagógica com as crianças, cria condições para que estabeleçam relações entre elas, com os profissionais, com os objetos e demais elementos circundantes.
Reconhecer os bebês como competentes requer do adulto uma postura atenta quanto àquilo que eles já são capazes de fazer e significar para lhes provocar a avançar nesses processos, ou seja, os profissionais devem organizar o tempo e o espaço assegurando que os bebês tenham condições de ação, porém sempre os provocando a tornar essas ações mais complexas. Um exemplo dessa atitude necessária ao adulto pode ser observado em algumas experiências educativas. Em 2009, realizei um estágio no âmbito do meu doutorado em três instituições de 0 a 3 anos da rede pública municipal de Florença, na Itália. Ao observar as práticas pedagógicas com os bebês, eu me deparava cotidianamente com a disposição de uma bela mesa para a refeição: com toalha, pratos de louça, talheres, travessas com os alimentos e uma pequena jarra com água. Essa jarra comportava apenas dois copos de água, o que exigia que as professoras repusessem a água muitas vezes durante a refeição. Mas, então, por que elas utilizavam esse utensílio?
A explicação é simples: os bebês tinham competência para suportar apenas aquele peso e, com uma jarra maior, não teriam condições de se servir sozinhos. Desse modo, interessadas em que eles se sentissem capazes de servir e aprendessem a manusear essa ferramenta culturalmente utilizada nas refeições, as professoras davam-lhes condições de ação. Eles eram capazes de se servir e, com o passar do tempo, manuseavam com destreza o objeto, o que lhes proporcionava uma imagem positiva de si, observada claramente em suas feições nos momentos em que se serviam. Ainda que esse exemplo pareça bastante simples, permite identificar elementos que constituem a docência com os bebês: as concepções basilares à nossa ação devem ser convocadas sempre que planejamos as proposições; a observação e a escuta do profissional são fundamentais à organização do trabalho pedagógico; as relações sociais estão no centro das aprendizagens; as situações com maior foco no cuidado também constituem o trabalho pedagógico e devem ser consideradas nos planejamentos. No âmbito das concepções, a ampliação da interlocução da educação com outras áreas do conhecimento, como a sociologia da infância, ajuda-nos a compreender a criança como ator social de direitos e a infância como sendo heterogênea e estando marcada por questões de gênero, etnia, cultura, classe social, as quais interferem nas experiências e nos repertórios das crianças desde que nascem. Na contemporaneidade, é sobretudo na instituição de educação infantil que se encontra tal heterogeneidade. Nesse sentido, devemos problematizar como as instituições de educação infantil lidam com essa heterogeneidade se elas próprias são marcadas por práticas homogêneas.
Conseguimos tomar essa diversidade como elemento enriquecedor (e não como dificultador) das relações pedagógicas? Como esses fatores de heterogeneidade são compreendidos quando se trata das crianças menores de 3 anos? Tais perguntas são necessárias para que superemos jargões que, na prática, não se efetivam, pois lemos nos projetos político-pedagógicos das instituições que as infâncias são heterogêneas, mas ainda nos deparamos com práticas que tentam homogeneizar as ações — por exemplo, propõem que 15 bebês sentem-se ao redor de uma mesa, pintem ao mesmo tempo e aqueles que terminam antes esperem sentados pelos demais.
Qual o sentido dessa ação? É uma prática que considera a heterogeneidade? Nessa perspectiva, precisamos partir do princípio de que essas concepções basilares são fundamentais à organização da prática pedagógica, porém a sua efetivação passa pelo conhecimento das singularidades das crianças, dos seus contextos de vida, das relações que estabelecem na família e da comunidade onde se situa a instituição. Embora o encontro entre essas diferentes dimensões nem sempre seja consonante, é justamente aí que reside a riqueza do processo. Temos de problematizar as concepções, ler a nossa realidade com um olhar crítico, que nos permita, por exemplo, questionar que a concepção da criança como ator social exige que as professoras tenham tempo para observar e conhecer quem é essa criança, debruçar-se sobre os registros que produzem, planejar a sua ação de modo intencional, organizar o tempo, o espaço e os materiais, bem como propor encontros com as famílias. A intencionalidade necessária à ação docente tem traços próprios quando se trata da educação das crianças pequenas e exige uma redefinição do que seja a docência, porque não permite a adaptação do modelo de professora do ensino fundamental; trata-se de uma docência de outra ordem. As estratégias de organização do trabalho pedagógico são comuns, pois há de se planejar, observar, registrar e avaliar. No entanto, os conteúdos da ação pedagógica diferenciam-se e lembram-nos por que a educação infantil é a única etapa da educação básica que não é caracterizada pelo termo “ensino”, como acontece com o ensino fundamental e médio.
As relações educativo-pedagógicas com as crianças pequenas são bastante amplas, abrangendo um processo de inserção em várias situações da vida social. Para os bebês, muitas situações estão ocorrendo pela primeira vez na vida, e o modo como essas situações são mediadas faz toda a diferença em sua constituição humana e em sua educação. A abrangência das relações educativas traz, a meu ver, uma dupla possibilidade: a primeira delas refere-se à complexidade dos processos educativos, permitindo que, entre todas as possibilidades de experiências a serem vividas, cada grupo de crianças tenha suas marcas, seu percurso, sua história, traçados pelos indicativos dos bebês e pelas escolhas das professoras. A segunda possibilidade situa-se na mecanização e reprodução das ações, já que, como se trata de planejar e mediar situações que nem sempre têm um produto palpável, dada a subjetividade das relações humanas e o tempo para que se consolidem, e como é muito difícil para as professoras planejar as relações e não propriamente atividades a partir das quais haja um produto materializado, por vezes a prática pedagógica com os bebês é realizada seguindo repetitivamente a rotina já prevista. Reside aí um dos paradoxos da docência com as crianças pequenas: um universo rico e complexo de relações sociais e processos de constituição humana, que exige muito conhecimento por parte das professoras e organização do trabalho pedagógico, ao mesmo tempo em que pode ser organizado com base unicamente na resposta às necessidades básicas das crianças, sem muito planejamento e intencionalidade. Nesse amplo universo de ação, indico a importância de consolidarmos nos espaços de formação os seguintes aspectos: o conhecimento sobre a importância da atenção ao bebê, seja pela fala branda que o acolhe e revela o respeito do adulto para com ele, seja pelos olhares e gestos que lhe revelam que o adulto está atento às suas ações, aos seus movimentos; o conhecimento sobre a importância de espaços e tempos que promovam as interações e qualifiquem as relações entre as crianças, delas com os adultos, com os objetos e demais elementos do espaço físico e social; o reconhecimento do corpo como linguagem, assim como componente da ação social, já que ele tanto comunica e expressa quanto estrutura e se modifica, mediante as ações e relações sociais dos bebês (Coutinho, 2010).
Importa ainda reconhecer que o cuidado é um traço marcante da profissionalidade docente na educação infantil, não por ser exclusivo das relações educativas com as crianças pequenas, mas por ser a atenção uma prerrogativa da educação em espaços coletivos. Mesmo que as crianças bem pequenas tenham certa dependência em relação aos adultos e, portanto, em muitas situações o seu bem-estar dependa diretamente deles, há uma secundarização do cuidado, como se fosse atribuída à docência uma característica não profissional.
Embora esse discurso já tenha sido bastante repetido, deve-se estar atento para que a evocação da intencionalidade pedagógica não seja novamente interpretada como reprodução de um modelo de docência que não responde à realidade da educação infantil. Ser professora de crianças pequenas envolve trocá-las, alimentá-las, acalentá-las, brincar com elas, contar histórias, cantar, enfim, ocupar-se do seu desenvolvimento integral. Reitero que a prática pedagógica deve ser sempre o encontro entre os fundamentos, as orientações legais e as realidades dos contextos educativos, tendo como centro a criança. A tradução de todos esses aspectos no processo educativo é que constitui o corpus da docência, uma profissão complexa e insubstituível.
A avaliação descritiva como garantia do processo de aprendizagem dos alunos.
Muito se discute sobre a maneira certa de se avaliar os alunos na educação infantil.
De acordo com As Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil, propõe que a avaliação seja realizada através da observação e de registro do desenvolvimentos dos alunos, ou seja, a utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.);
O Referencial Curricular Para a Educação Infantil descreve que o momento de avaliação implica numa reflexão do professor sobre o processo de aprendizagem e sobre as condições oferecidas por ele para que ela pudesse ocorrer. Assim, caberá a ele investigar sobre a adequação dos conteúdos escolhidos, sobre a adequação das
propostas lançadas, sobre o tempo e ritmo impostos ao trabalho, tanto quanto caberá
investigar sobre as aquisições das crianças em vista de todo o processo vivido, na sua relação
com os objetivos propostos.
A avaliação não se dá somente no momento final do trabalho. É tarefa permanente
do professor, instrumento indispensável à constituição de uma prática pedagógica e
educacional verdadeiramente comprometida com o desenvolvimento das crianças.
Este tipo de avaliação faz com que todo o desenvolvimento cognitivo, motor, sensorial, espacial e de linguagens sejam acompanhados de maneira real pelo professor, proporcionando para o professor do ano seguinte, a possibilidade de ter um conhecimento prévio do aluno no ano seguinte.
A utilização de materiais diversificados em sala de aula
Existem muitos professores que utilizam materiais esteriotipados, aqueles desenhos mimeografados, onde as crianças só pintam, não há nada mais explorado nestes trabalhos.
Os educadores devem estimular as crianças, utilizar materiais diferenciados, como a massinha, quebra-cabeça, bloquinhos, recortes, colagem, dobraduras, entre outros.
Com estes tipos de atividades, as crianças ficam empolgadas para realizar outras sucessivas.
Estes materiais também ajudam na coordenação motora da criança, ajudando-as a escrever corretamente. Os trabalhos oferecidos às crianças devem ter objetivo e ser explorado, não somente para pintar e ficar sem comentar, sem ter alguma finalidade.
A importância de brincar com outras crianças
A brincadeira é muito importante para o desenvolvimento das crianças.
Porque é importante brincar com outras crianças?
Porque ela aprende a conviver e respeitar as outras crianças, a seguir regras, compartilhar brinquedos, expressar sentimentos e desenvolver sua linguagem oral.
Com a brincadeira a criança aprende a conviver em sociedade, aprende regras e valores para sua vida.
A criança se descontrai, não fica sozinha, passa a se comunicar mais, aprimora seu conhecimento, uma ensina a outra.
A chave do ensino
Didáticas específicas de cada disciplina tornam mais claro o que e como ensinar. NOVA ESCOLA reuniu o melhor dos estudos recentes em 30 atividades essenciais para quem leciona do 1º ao 5º ano
Esta reportagem trata de um tema que está transformando a Educação. Uma inovação silenciosa, mas de alcance duradouro, que pode beneficiar muito seu trabalho: estudos que se debruçam sobre a arte de ensinar, investigando as maneiras mais eficazes de ajudar a garotada a compreender os conteúdos. São investigações de conceitos e teorias de Arte, Ciências, Educação Física, Geografia, História, Língua Portuguesa e Matemática. Chamadas de didáticas específicas, enfocam as dificuldades próprias de cada área – afinal, quem disse que o jeito de explicar frações serve também para levar a meninada a ler?
Essas pesquisas se baseiam no dia-a-dia da sala de aula. “Com meus alunos de Pedagogia, procuro cada vez mais discutir as circunstâncias peculiares que eles vivenciam com as crianças”, afirma Carmem Lúcia Enterer, que leciona Didática e Práticas Educativas na Universidade Federal de Minas Gerais. As perguntas que nascem da prática vão muito além do “como ensinar?”. O que a turma já sabe sobre o tema a ser tratado? Quais os efeitos esperados de minha atuação? E o principal: o que ensinar – e como as crianças vão aprender esse conteúdo?
Em busca da aprendizagem
Currículos e conteúdos precisam encaminhar o estudante rumo à aprendizagem. “Para que ele seja capaz de buscar o conhecimento, é importante que desenvolva habilidades de leitura, interpretação, estudo independente e pesquisa”, diz Maria Inês Marcondes, especialista em formação e prática pedagógica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Como forma de contribuir para o avanço da atividade docente, NOVA ESCOLA coletou práticas de ensino e aprendizagem indispensáveis do 1º ao 5º ano. São situações didáticas essenciais que conjugam conteúdos e formas de ensino que levam as crianças a construir os esquemas de conhecimento necessários para a compreensão (leia no quadro na página ao lado a relação completa). Elas não funcionam de forma isolada, mas são úteis como parte de atividades permanentes, seqüências didáticas ou projetos.
O conjunto de 30 atividades foi elaborado com a colaboração de 10 pesquisadores e profissionais de formação continuada. Como as práticas selecionadas já fazem parte do cotidiano de diversos educadores, dez deles demonstram como as aplicam. Para todas as disciplinas há planos de aula – oito deles na revista e mais de 42 no site Nova Escola.
A sugestão é encarar este material não como um manual de receitas, mas como um ponto de partida a ser adaptado a sua realidade e confrontado com sua experiência. Esses procedimentos vão ajudá-lo a refletir sobre a prática, o que é essencial para o aprimoramento profissional.
O que não pode faltar
Nas seguintes páginas você vai conhecer situações didáticas específicas de cada
disciplina, indicadas por especialistas consultados por NOVA ESCOLA. Confira a lista.
Arte
1 Produção
2 Percurso de criação pessoal
3 Interpretação de imagens
4 Fala, leitura e escrita sobre Arte
Ciências
5 Observação
6 Experimentação
7 Pesquisa em textos
8 Leitura e escrita sobre Ciências
Educação Física
9 Leitura de práticas corporais
10 Atividades práticas
11 Aprofundamento dos conhecimentos
Geografia
12 Leitura e escrita sobre Geografia
13 Atividades com imagens e mapas
14 Trabalho de campo
História
15 Trabalho com sujeitos históricos e perspectivas
16 Leitura e escrita sobre História
17 Leitura de mapas geográficos e históricos
18 Representação gráfica do tempo
19 Análise de imagens
Língua Portuguesa
20 Leitura para a classe
21 Leitura para aprender a ler
22 Escrita para aprender a escrever
23 Produção textual
24 Comunicação oral
Matemática
25 Estratégias de cálculo
26 Resolução de problemas
27 Registros oral e escrito
28 Construção, reprodução e identificação de figuras
29 Exploração e reconhecimento de corpos geométricos
30 Medição e comparação de medidas
domingo, 14 de abril de 2013
Quando e como devemos tirar as fraldas?
Retirada das fraldas
A retirada das fraldas é um momento muito delicado para a família e a criança.
É importante que os pais compreendam que o controle do xixi e do cocô não acontece de uma hora para outra. A partir de um ano e meio de idade, ela passa a sentir o que acontece com o seu corpo e tem maior controle sobre os músculos do ânus e do genital.Algumas vezes, a criança avisa que vai fazer xixi ou cocô, outras vezes só avisa depois que já fez.
Aos 3 anos, já sabe fazer xixi e cocô sozinha, mas ainda precisa da ajuda dos adultos para se limpar. A família deve perguntar repetidas vezes se ela deseja ir ao banheiro e premiá-la quando ela avisa. No entanto, quando ela não conseguir fazer xixi e cocô no lugar adequado, a família não deve bater, repreender ou ridicularizar a criança.
A retirada das fraldas deve ser gradual e sem violência.
Planejamento anual pré
PORTUGUÊS/PRONTIDÃO/LINGUAGEM
I - PERÍODO PREPARATÓRIO
OBJETIVO
Desenvolver coordenação motora fina.
Discriminação esquerda direita.
Organizar espacialmente os traçados no papel.
Desenvolver coordenação viso-motora.
CONTEÚDO
Exercícios para desenvolver:
esquema corporal;
esquema espacial;
orientação temporal;
coordenação motora viso-manual (coordenação ampla e coordenação fina);
percepções sensoriais (visão, audição, tato, olfato, gosto);
lateralidade.
Desenvolver campo lingüístico.
ESTRATÉGIA
Exercícios gráficos em folhas.
Jogos.
Brincadeiras.
Músicas.
Histórias.
Atividades com sucata.
Cartazes.
Atividades em caderno pedagógico.
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua e diária, observando e descrevendo o desempenho do aluno quanto à: participação, atenção, cooperação, interesse, execução das atividades, coordenação viso-motora, execução correta dos movimentos da esquerda para a direita.
II – ALFABETIZAÇÃO
1)- VOGAIS
OBJETIVOS
Identificar, ler e escrever as vogais.
Discriminar os sons oral e nasal.
Discriminar sons aberto e fechado.
Completar palavras de acordo com as figuras.
Traçar vogais corretamente.
Discriminar o som das vogais dentro de um contexto, utilizando músicas.
CONTEÚDO
Palavras-chave e vogais em letras maiúsculas, minúsculas, de imprensa e cursivas.
Exercícios para desenvolver o campo lingüístico: desenvolvimento da expressão oral, início da expressão escrita, leitura incidental.
ESTRATÉGIA
Apresentação de histórias, músicas, poesias, parlendas.
Execução de exercícios gráficos.
Cartazes.
Coordenação-motora: andar sobre a letra no chão, desenhar (no chão, na lousa).
Pintura, recorte, desenho, colagem, atividade com sucatas (embalagem).
Transcrição da letra de imprensa para letra cursiva.
AVALIAÇÃO
Avaliação diária. Através de exercícios orais e escritos o professor deve verificar se o aluno: traça corretamente as vogais, discrimina visualmente e auditivamente a vogal em estudo, lendo e escrevendo.
Avaliar o aluno através da participação, atenção e execução das atividades.
2)- ENCONTROS VOCÁLICOS/ VOGAIS NASALADAS
OBJETIVO
Identificar encontros vocálicos e vogais nasaladas.
Ler, escrever e empregar os encontros vocálicos.
Identificar o sinal gráfico ~ (til), ler e escrever.
CONTEÚDO
Encontros vocálicos em letras maiúsculas, minúsculas de imprensa e cursivas.
Vogais nasaladas: ã, ão, ãe, õe.
Desenvolver campo lingüístico e vocabulário.
ESTRATÉGIA
Apresentação dos encontros vocálicos e das vogais nasaladas em atividades gráficas, pequenos textos, músicas, desenhos, poesias e parlendas.
Transcrição, cópias, ditados e exercícios.
Leitura, recorte e colagem.
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua, com a participação e atenção dos alunos. Verificar se o aluno: traça, transcreve, lê, interpreta e emprega corretamente os encontros vocálicos e a vogais nasaladas.
3)- FAMÍLIAS SILÁBICAS
OBJETIVO
Identificar, ler e escrever as famílias silábicas corretamente.
Automatizar o processo de formação.
Empregar corretamente o uso das famílias.
Treinar a escrita.
Executar os exercícios corretamente.
CONTEÚDO
Palavras-chave, famílias silábicas.
Pequenos textos, músicas, poesias, parlendas, histórias e desenhos.
Ortografia.
ESTRATÉGIA
Apresentação das famílias silábicas através de: cartazes, recortes, colagem, desenhos, figuras, histórias, leitura, músicas, jogos, e brincadeiras.
Exercícios gráficos orais e escritos, caderno ortográfico, cartilha, ditado, palavras cruzadas e etc.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua através de: cópias, treino ortográfico, e exercícios gráficos com correções.
Verificação: se o aluno domina a grafia corretamente e atinge os objetivos propostos; se o aluno identifica, transcreve, copia e lê as famílias silábicas.
Avaliação diária através da atenção, interesse e participação da criança.
MATEMÁTICA
OBJETIVO
Desenvolver os conceitos matemáticos, para que possam reconhecer, identificar e executar as atividades propostas.
Identificar figuras geométricas.
Desenvolver aprendizagem dos números (adição, subtração).
Desenvolver raciocínio lógico-matemático.
Ampliar os conceitos matemáticos.
Realizar as atividades propostas com interesse, atenção, entendimento e compreensão.
CONTEÚDO
Conceitos matemáticos: grande/pequeno; maior/menor; dentro/fora; mais/menos; em cima/embaixo; na frente/atrás; linha aberta/ linha fechada; etc.
Conjuntos (unitário, vazio).
Formas geométricas, numeração, cores, blocos lógicos, sinais (=, #), seqüência numérica e representação gráfica.
ESTRATÉGIA
Apresentar conteúdo de forma dinâmica e estimuladora, através de: cartazes, jogos, brincadeiras, músicas, histórias, atividades gráficas, blocos lógicos, sucatas, recortes, colagens, lousa, caderno quadriculado e etc.
AVALIAÇÃO
Avaliação continua e diária para que o aluno desenvolva: interesse, atenção, raciocínio lógico-matemático e assimilação dos conteúdos.
Avaliar o aluno através de exercícios gráficos através da execução das atividades e correções.
ARTES PLÁSTICAS
OBJETIVO
Desenvolver a potencialidade criadora de cada aluno, respeitando suas naturais limitações.
Desenvolver habilidades e formas próprias desenhando, pintando, construindo e modelando.
Desenvolver o domínio de técnicas, instrumentos e procedimentos expressivos.
Desenvolver a habilidade de discriminar cor, forma, dimensão, espaço, harmonia.
CONTEÚDO
Desenho.
Pintura.
Impressão.
Recorte.
Alinhavo.
Tapeçaria.
Colagem.
Modelagem.
Dobradura.
Montagem.
Construção.
ESTRATÉGIA
Atividades gráficas como desenhos, para pintura, recorte e colagem.
Tinta, pincel, cola, tesoura, papel de diferentes tipos, formas e cores.
Revista, jornal e sucata.
Barbante, lã, linhas, madeira, argila, algodão, gesso, garrafa, etc.
AVALIAÇÃO
Avaliação será continua e diária através dos trabalhos e atividades realizados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: criatividade, interesse, espontaneidades, auto-estima, capricho, atenção, curiosidade, raciocínio, cooperação, companheirismo e a motivação.
CIÊNCIAS
OBJETIVO
Identificar as diversas partes do corpo e suas funções.
Formar bons hábitos de higiene e saúde.
Identificar o valor nutritivo e a procedências dos alimentos.
Identificar e observar o processo de germinação e crescimento das plantas.
Identificar, distinguir e caracterizar os animais.
Desenvolver habilidades como: observação, analise, descrição, classificação e medida.
Explorar o ambiente em que vive.
CONTEÚDO
As Partes do Corpo/Higiene e Saúde/Órgãos do sentido.
Alimento/Culinária.
Plantas/Horticultura.
Animais.
ESTRATÉGIA
Explorar o meio em que estamos.
Confecção de cartazes, desenhos, figuras, fotos, atividades gráficas.
Pinturas colagens, recortes.
Horta.
Passeios, excursões.
Atividades com os próprios alunos (jogos e brincadeiras).
Músicas, histórias, diálogos, conversa dirigida, atividade com sucatas.
Alimentos (frutas, verduras, legumes).
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua e diária através das atividades e exercícios realizados e executados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: interesse, atenção, cooperação, espontaneidade, aprendizagem, capacidades de observação, análises e etc.
INTEGRAÇÃO SOCIAL
OBJETIVO
Adaptar a criança à escola e à vida social.
Promover condições de um convívio agradável.
Desenvolver atitudes de polidez, respeito e cooperação.
Adquirir habilidades sociais.
Compreender a necessidade da cooperação de todos os membros da família e da escola, entre si.
Desenvolver: atividades e conhecimentos sociais, habilidades de disciplina, independência e habilidades quanto ao trabalho.
CONTEÚDO
Eu/Família.
Casa/Comunidade.
Escola.
Meios de Transporte/Meios de Comunicação.
Datas Comemorativas:
(Alguns exemplos) Carnaval, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, 07 de Setembro, Dia das Crianças, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
ESTRATÉGIA
Desenhos, cartazes, músicas, jogos, brincadeiras, atividades com sucata, folhas (atividades gráficas), pintura, recortes e colagens.
Festas, bailes, exposição, excursão ou passeios.
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua através das atividades e exercícios realizados e propostos aos alunos, no qual se verifica o: interesse, assimilação, compreensão, aprendizagem, comportamento, espontaneidade, capacidade, cooperação, participação e a execução das atividade.
INGLÊS
OBJETIVO
Desenvolver algumas noções sobre a língua estrangeira (inglês).
Executar as atividades propostas com atenção, compreensão e aprendizagem.
Desenvolver a linguagem de palavras, pequenas frases e músicas.
CONTEÚDO
Cores.
Números.
Nomes de animais, alimentos, familiares, objetos, brinquedos, etc.
Músicas.
ESTRATÉGIA
Vídeo.
Cartazes.
Desenhos.
Atividades gráficas.
Pintura, colagem e recorte.
AVALIAÇÃO
Avaliação será feita através dos exercícios e atividades realizadas pelos alunos verificando a aprendizagem, assimilação e compreensão.
Pronúncia e o interesse.
OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS
Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.
Permitir que a criança seja independente.
Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
Mante-la ocupada.
Levar a criança a participar das atividades de grupo.
Planejamento anual jardim
PORTUGUÊS/PRONTIDÃO/LINGUAGEM
OBJETIVO
Ampliar a coordenação viso-motora, na busca do desenvolvimento integral da criança.
Desenvolver vocabulário, linguagem e a comunicação entre os alunos.
Reconhecer, ler e escrever vogais encontros vocálicos e o alfabeto.
Desenvolver interesse e atenção por músicas, leitura, histórias e escrita.
Preparar o aluno para que fique apto ao processo de alfabetização no Pré – 3º Estágio.
Iniciação as famílias silábicas.
CONTEÚDO
Período Preparatório: traçar linhas (retas, curvas, sinuosas e mistas), desenho livre, labirinto, pintura, recorte, colagem, pontilhado, atividade gráficas e no caderno pedagógico, etc.
Estudo das vogais: reconhecer, ler, traçar e escrever as vogais.
Encontros Vocálicos: identificar, ler e escrever, palavras formadas apenas por encontros vocálicos.
Estudo do Alfabeto: identificar visual e auditivamente as letras do alfabeto, cobrir e copiar as letras maiúsculas e minúsculas (de imprensa e cursiva).
Famílias Silábicas: proporcionar aos alunos atividades referentes as famílias silábicas, de forma natural e espontânea, pois terão continuidade no Pré – 3º Estágio.
ESTRATÉGIA
Utilizar: caderno, atividades gráficas, desenho, pintura colagem, recorte e o material escolar.
Confeccionar cartazes, murais, parlendas, poesias e etc.
Histórias, músicas, vídeo e livros.
Atividades com sucatas (ex: embalagens).
Jogos, brincadeiras e material pedagógico.
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua e diária através da participação, interesse e execução das atividades feita pelos alunos.
Correção das lições e atividades.
Verificação da aprendizagem: leitura, identificação e assimilação das atividades, exercícios gráficos.
MATEMÁTICA – JARDIM II
OBJETIVO
Desenvolver e ampliar os conceitos matemáticos para que os alunos possam executar as atividades propostas com interesse, atenção e principalmente que ocorra assimilação e aprendizagem.
Identificar números, cores, formas geométricas, medidas, etc.
Desenvolver raciocínio lógico-matemático.
Desenvolver o processo de adição.
CONTEÚDO
Estruturas Lógicas: discriminação: semelhanças e diferenças; conjuntos; identificação/comparação.
Numerais: revisão dos números (0 até 9), idéia de unidade, número 0 (zero), unidade e dezena, idéia de ordinal, números de 0 até 20, quantidades: igual/diferente, mais/menos, cheio/vazio.
Operação com Números: adição: total até 9.
Espaço e forma: traçado de linhas: curvas (aberto/fechado), posicionamento: frente/ atrás, em cima/embaixo, dentro/fora, longe/perto, primeiro/último, direita/esquerda; identificação de figuras geométricas (círculo, triângulo, retângulo, quadrado).
Medidas: tamanho: maior/menos, grande/pequeno; espessura: grosso/fino, largo/estreito.
Fração: inteiro/metade.
ESTRATÉGIA
Utilizar: figuras, desenhos, cartazes, lousa, material escolar, caderno quadriculado, atividades gráficas.
Confeccionar: cartazes, murais, fichas, números.
Recorte, colagem e pintura.
Atividade com sucatas.
Músicas e histórias.
Jogos, brincadeiras e material pedagógico.
AVALIAÇÃO
Avaliação através das atividades realizadas pelos alunos e correções das lições, sempre verificando a participação, interesse e aprendizagem.
Avaliação contínua e diária desenvolvendo raciocínio lógico-matemático.
ARTES PLÁSTICAS
OBJETIVO
Desenvolver a potencialidade criadora de cada aluno, respeitando suas naturais limitações.
Desenvolver habilidades e formas próprias desenhando, pintando, construindo e modelando.
Desenvolver o domínio de técnicas, instrumentos e procedimentos expressivos.
Desenvolver a habilidade de discriminar cor, forma, dimensão, espaço, harmonia.
CONTEÚDO
Desenho.
Pintura.
Impressão.
Recorte.
Alinhavo.
Tapeçaria.
Colagem.
Modelagem.
Dobradura.
Montagem.
Construção.
ESTRATÉGIA
Atividades gráficas como desenhos, para pintura, recorte e colagem.
Tinta, pincel, cola, tesoura, papel de diferentes tipos, formas e cores.
Revista, jornal e sucata.
Barbante, lã, linhas, madeira, argila, algodão, gesso, garrafa, etc.
AVALIAÇÃO
Avaliação será continua e diária através dos trabalhos e atividades realizados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: criatividade, interesse, espontaneidades, auto-estima, capricho, atenção, curiosidade, raciocínio, cooperação, companheirismo e a motivação.
CIÊNCIAS
OBJETIVO
Identificar as diversas partes do corpo e suas funções.
Formar bons hábitos de higiene e saúde.
Identificar o valor nutritivo e a procedências dos alimentos.
Identificar e observar o processo de germinação e crescimento das plantas.
Identificar, distinguir e caracterizar os animais.
Desenvolver habilidades como: observação, analise, descrição, classificação e medida.
Explorar o ambiente em que vive.
CONTEÚDO
As Partes do Corpo/Higiene e Saúde/Órgãos do sentido.
Alimento/Culinária.
Plantas/Horticultura.
Animais.
ESTRATÉGIA
Explorar o meio em que estamos.
Confecção de cartazes, desenhos, figuras, fotos, atividades gráficas.
Pinturas colagens, recortes.
Horta.
Passeios, excursões.
Atividades com os próprios alunos (jogos e brincadeiras).
Músicas, histórias, diálogos, conversa dirigida, atividade com sucatas.
Alimentos (frutas, verduras, legumes).
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua e diária através das atividades e exercícios realizados e executados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: interesse, atenção, cooperação, espontaneidade, aprendizagem, capacidades de observação, análises e etc.
INTEGRAÇÃO SOCIAL
OBJETIVO
Adaptar a criança à escola e à vida social.
Promover condições de um convívio agradável.
Desenvolver atitudes de polidez, respeito e cooperação.
Adquirir habilidades sociais.
Compreender a necessidade da cooperação de todos os membros da família e da escola, entre si.
Desenvolver: atividades e conhecimentos sociais, habilidades de disciplina, independência e habilidades quanto ao trabalho.
CONTEÚDO
Eu/Família.
Casa/Comunidade.
Escola.
Meios de Transporte/Meios de Comunicação.
Datas Comemorativas:
(Alguns exemplos) Carnaval, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, 07 de Setembro, Dia das Crianças, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
ESTRATÉGIA
Desenhos, cartazes, músicas, jogos, brincadeiras, atividades com sucata, folhas (atividades gráficas), pintura, recortes e colagens.
Festas, bailes, exposição, excursão ou passeios.
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua através das atividades e exercícios realizados e propostos aos alunos, no qual se verifica o: interesse, assimilação, compreensão, aprendizagem, comportamento, espontaneidade, capacidade, cooperação, participação e a execução das atividade.
INGLÊS
OBJETIVO
Desenvolver algumas noções sobre a língua estrangeira (inglês).
Executar as atividades propostas com atenção, compreensão e aprendizagem.
Desenvolver a linguagem de palavras, pequenas frases e músicas.
CONTEÚDO
Cores.
Números.
Nomes de animais, alimentos, familiares, objetos, brinquedos, etc.
Músicas.
ESTRATÉGIA
Vídeo.
Cartazes.
Desenhos.
Atividades gráficas.
Pintura, colagem e recorte.
AVALIAÇÃO
Avaliação será feita através dos exercícios e atividades realizadas pelos alunos verificando a aprendizagem, assimilação e compreensão.Pronúncia e o interesse.
OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS
Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.Permitir que a criança seja independente.
Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
Mante-la ocupada.
Levar a criança a participar das atividades de grupo.
Planejamento anual maternal II
LINGUAGEM ORAL
OBJETIVO
Desenvolver na criança o conceito de eu em relação ao seu nome, idade e em relação aos pais (família) e colegas.
Desenvolver coordenação motora grossa (livre).
Despertar na criança o interesse por estímulos sonoros, para que ela consiga perceber, identificar e localizar sons forte e fraco.
Desenvolver a capacidade da criança de identificar diferentes objetos e movimentar-se no espaço com facilidade.
Incentivar e permitir a fala da criança em toda as atividades possíveis, corrigindo e ampliando seu vocabulário, utilizando também as músicas.
Estimular o vocabulário através de contos e histórias pequenas que despertem a fantasia da criança.
Incentivar a memorização de pequenas músicas e gestos.
Identificar e reconhecer as vogais.
Identificar o nome próprio e as letras do nome.
CONTEÚDO
Eu (nome, idade, pais e colegas).
Coordenação motora.
Discriminação auditiva.
Discriminação visual.
Expressão oral (pronúncias, relatos de acontecimentos, músicas).
Histórias e contos.
Memorização.
Vogais.
Nome próprio e letras do nome próprio.
ESTRATÉGIA
Através de músicas, jogos com bola pronunciando o nome e estimulação oral.
Utilização de recortes, colagem, traçado de linhas em folha e no chão, incentivando jogos e brincadeiras.
Utilização de instrumentos sonoros, músicas, batidas de palmas e pés e sons produzidos pela boca.
Utilização de sucatas, jogos e materiais pedagógicos com exploração dos objetos do ambiente interno e externo.
Utilização de leitura de histórias curtas, músicas e conversas diárias com a criança sobre sua rotina, dando atenção as perguntas e respondendo-as sempre de acordo com sua maturidade emocional.
Histórias curtas com gestos, estimulando o interesse e fantasia da criança.
Repetição de músicas, gestos e histórias curtas.
Através de materiais pedagógicos, fichas, desenhos, cartazes, etc.
Fichas, crachás, cartazes, materiais concretos e pedagógicos, jogos e brincadeiras, etc.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
MATEMÁTICA
OBJETIVO
Iniciar a aprendizagem de conceitos de longe, perto, dentro, fora, em cima, em baixo, atrás, na frente, ao lado, dentro, fora, cheio, vazio, etc.
Discriminar na criança o sentido de ontem hoje e amanhã.
Estimular o uso do raciocínio da criança.
Classificação e nomeação de objetos pelas cores primárias (azul, amarelo e vermelho), formas (círculo, triângulo e Quadrado), tamanho (grande e pequeno) e quantidade (1 a 9).
Nomear e identificar iguais e diferentes.
CONTEÚDO
Conceitos de lateralidade: todo, dentro/fora, grande/pequeno, cheio/vazio, grosso/fino, muito/pouco.
Organização espacial: antes/durante e depois, hoje/ontem/amanhã.
Jogos de raciocínio (quebra-cabeça e jogos de encaixe).
Classificar e nomear objetos pela cor, forma (círculo, triângulo e quadrado), tamanho e quantidade.
Nomear iguais e diferentes.
ESTRATÉGIA
Através de jogos, músicas e atividades que incentivam o aprendizado da criança como movimento da esquerda para a direita, jogos de dentro para fora, etc. Incentivar e explorar o meio ambiente.
Utilização do calendário e estimulação de perguntas e respostas que distingam o dia e a noite, o ontem, o hoje e amanhã.
Através de jogos como quebra cabeça, encaixes, de formas e situações problemas que incentivem a criança a pensar, não respondendo tudo para criança, sem que ela tente responder sozinha.
Através de objetos, sucatas e material dourado que tenham estas características, utilizando-os em jogos, como procurar cor e forma.
Através de jogos, sucatas e objetos que permitam a identificação e classificação de iguais e diferentes.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
ESTUDOS SOCIAIS
OBJETIVO
Estimular o conhecimento da história Brasileira, através das Datas Comemorativas.
Desenvolver noção de hoje, ontem e amanhã, bem com o dia, a noite a relação com espaço/tempo.
Identificar, nomear e reconhecer a família e sua importância.
Estimulação do meio ambiente físico.
CONTEÚDO
Datas Comemorativas: Carnaval, Outono, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, Folclore, Independência, Inverno, Dia dos Animais, Dia das Crianças, Dia dos Professores, Proclamação da República, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
Calendário (relação espaço tempo).
Família.
Escola (ambiente/colegas).
ESTRATÉGIA
Contar histórias sobre o significado das Datas Comemorativas e a produção de lembrancinhas que traduzam a data em questão.
Produção de Calendário e exercício do mesmo ao iniciar a aula (manhã e tarde), e aniversários das crianças.
Nomeação, explicação e cartazes, através de estimulação de situação problema que envolva o conceito família.
Jogos e brincadeiras que explorem o ambiente e colegas.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
CIÊNCIAS
OBJETIVO
Desenvolver capacidade de auto-higiene corporal.
Identificar, reconhecer, localizar e nomear partes do próprio corpo.
Estimulação dos 5 sentidos.
Estimular o cuidado com a natureza.
Nomear e reconhecer diferentes animais.
Discriminação entre liso e áspero.
Apresentação de diferentes alimentos, diferenciando de doce e salgados.
CONTEÚDO
Higiene Corporal (mãos, dentes, uso do banheiro).
Esquema corporal.
Órgãos dos sentido: olhos (discriminação visual), ouvidos (discriminação auditiva), tato, olfato e paladar.
Horticultura e jardinagem.
Animais.
Texturas (liso e áspero).
Alimentos.
ESTRATÉGIA
Incentivar o lavar as mãos, escovar os dentes e ir ao banheiro sozinho, sempre que necessário, através de músicas e histórias que despertem o interesse das crianças.
Utilizando quebra-cabeça, músicas, figuras, bonecas e nomeação que desenvolvam o reconhecimento do corpo humano.
Exercícios, atividades e jogos que desenvolvam a visão, audição, tato e gustação.
Plantação de mudas e flores.
Através de figuras, desenhos, gestos musicais e histórias.
Através de objetos que mostrem tais diferenças, estimulando jogos e atividades.
Apresentação de alimentos.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
ARTES
OBJETIVO
Incentivar e desenvolver o hábito de desenho, estimulando assim a fantasia da criança.
Estimulação de confecção de brinquedos através da sucata.
Estimular a coordenação da criança e a criatividade com o uso da argila e massinha.
CONTEÚDO
Artes: desenho livre e pintura.
Sucata.
Argila e massinha.
ESTRATÉGIA
Utilização de lápis, pincéis, cola com muito incentivo, estimulando a criança através de elogios.
Material de sucata e criatividade do professor.
Apresentação de argila e massinha.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS
Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.
Permitir que a criança seja independente.
Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
Mante-la ocupada.
Levar a criança a participar das atividades de grupo.
JARDIM I - PORTUGUÊS
OBJETIVO
Desenvolver percepção visual, auditiva, coordenação viso-motora.
Desenvolver Orientação temporal (começo, meio e fim).
Desenvolver Orientação espacial.
CONTEÚDO
Coordenação viso-motora:
Desenho livre.
Labirinto.
Pintura.
Recorte e colagem.
Traçado de linhas com movimentos livres e dirigidos.
Percepção visual:
Cor.
Forma.
Tamanho
Detalhes.
Complementação de figuras.
Letras (a, e, i, o, u).
Orientação temporal: começo, meio e fim, mais velho, mais novo, primeiro e último.
Orientação espacial: dentro/fora, em cima, entre, em baixo, na frente, atrás, mais alto, mais baixo, mais perto e mais longe.
ESTRATÉGIA
Folhas que promovam o interesse da criança. Pode-se também trabalhar as vogais com músicas.
Trabalhar as noções do conteúdo no dia-a-dia da criança, explicando-a sempre que ocorrer dúvidas. Pode-se trabalhar também com jogos, brincadeira, histórias e músicas.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
MATEMÁTICA
OBJETIVO
Estimular o raciocínio lógico, estabelecendo relações entre os conceitos: todo, parte, igual, diferente, grande, pequeno, tamanho, cor, forma, etc.
Desenvolver o conceito numérico através da expressão verbal e gráfica.Desenvolver a noção de diferente medidas em relação aos objetos e ao tempo.
CONTEÚDO
Estruturas lógicas:
Discriminação (semelhanças e diferenças).
Comparação.
Identificação.
Conjuntos.
Correspondência.
Cores.
Tamanho e formas (círculo, triângulo, quadrado, retângulo).
Número de 1 a 9, quantidade (mais, menos, muito, pouco, cheio e vazio).
Medidas:
Tamanho de objetos (pequeno, grande, maior, menor, grosso e fino).
Distância entre os objetos (longe, perto).
Velocidade (rápido, lento, devagar, depressa).
Massa (leve, pesado).
Temperatura (quente, frio).
Som (alto, baixo).
Tempo (muito tempo, pouco tempo, dia, noite, hoje, ontem e amanhã).
ESTRATÉGIA
Através do uso de material concreto e/ou dourado que promovam a discriminação.
Através do uso de material concreto onde a criança consiga visualizar e conceituar a contagem dos objetos, e mais tarde a apresentação dos números em lousa, caderno, folhas de sulfite, cartazes e músicas.
Através de material concreto que permita a visualização de diferente medidas, utilizando também jogos e brincadeiras. Em relação ao tempo é interessante o uso de calendário mostrando o dia, mês, ano e tempo meteorológico, e o aniversário das crianças da sala.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
ESTUDOS SOCIAIS
OBJETIVO
Identificar, nomear e se reconhecer como membro de sua família, reconhecendo sua importância e valor que possui em casa.
Desenvolver socialização.
Identificar os meios de transportes que circulam em nosso país, relacionando-os com o trânsito.
Identificar os meios de comunicação existentes em nosso país.
Identificar diferentes profissões, bem como sua importância para economia familiar e do país.
Estimular o reconhecimento da história Brasileira.
CONTEÚDO
Eu/Família/Casa.
Escola
Meios de Transporte/Trânsito.
Meios de Comunicação.
Profissões.
Datas Comemorativas:
Carnaval.
Páscoa.
Dia Nacional do Livro Infantil.
Dia do Índio.
Dia do Trabalho
Dia das Mães.
São João.
Dia dos Pais.
Dia do Soldado.
Folclore.
Independência.
Dia da Árvore.
Primavera.
Semana do Trânsito.
Dia das Crianças.
Proclamação da República.
Primavera.
Dia da Árvore.
Natal e outros.
ESTRATÉGIA
Através de figuras, desenhos, gestos, músicas, histórias e explicações sobre o significado de cada item, e produções de lembrancinhas que traduzam a data em questão.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
CIÊNCIAS
OBJETIVO
Estimulação dos 5 sentidos, desenvolvendo a capacidade de auto-higiene e a identificação e nomeação das partes do corpo.
Incentivar a importância ecológica, através da jardinagem e horticultura.
Apresentar a diferença entre campo/cidade e praia, estabelecendo a noção de tempo.
Identificar a importância da água para os seres vivos mostrando a diferenciação entre seres vivos e não vivos.
Nomear e reconhecer diferentes animais.
CONTEÚDO
O corpo humano (os sentidos, hábitos de higiene, e partes do corpo).
A natureza (dia/noite/tempo, água, campo, cidade, praia, seres vivos e não vivos, plantas e animais).
ESTRATÉGIA
Exercícios e atividades que desenvolvam a visão, audição, tato, olfato e gustação. Incentivar também o lavar as mãos, escovar os dentes sempre que necessário, através de músicas e histórias, que despertem o interesse da criança.
Plantar mudas e flores explorando o meio ambiente, livros e revistas que auxiliam a explicação sobre a natureza para o professor.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
ARTES
OBJETIVO
Incentivar e desenvolver o hábito de desenho, estimulando assim a fantasia da criança.
Estimulação de confecção de brinquedos através da sucata.
Estimular a coordenação da criança e a criatividade com o uso da argila e massinha.
CONTEÚDO
Artes: desenho livre e pintura.
Sucata.
Argila e massinha.
ESTRATÉGIA
Utilização de lápis, pincéis, cola com muito incentivo, estimulando a criança através de elogios.
Material de sucata e criatividade do professor.
Apresentação de argila e massinha.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS
Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.
Permitir que a criança seja independente.
Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
Mante-la ocupada.
Levar a criança a participar das atividades de grupo
Planejamento anual maternal I
OBJETIVO
Desenvolver os movimentos amplos: saltar, pular, andar...
Desenvolver os movimentos finos que envolvam as mãos, adquirindo controle e expressão gráfica com a progressão de exercícios que irão auxiliar no futuro aprendizado da escrita e da leitura.
Desenvolver estímulos sonoros e auditivos através de operações concretas.
Ampliar vocabulário e linguagem como meio de comunicação, desenvolvendo a imaginação, criatividade, organização de idéias.
Identificação do nome próprio.
Identificação das letras do nome próprio.
Identificação das vogais.
CONTEÚDO
Coordenação Motora Ampla.
Coordenação Motora Fina.
Discriminação Auditiva e Visual.
Expressão Oral (histórias, contos, músicas, teatro, etc).
Estudo do nome próprio.
Estudo das letras do nome próprio.
Apresentação das vogais.
ESTRATÉGIA
Através de jogos, brincadeiras e atividades lúdicas envolvendo operações concretas.
Através de materiais pedagógicos, sucatas, brincadeiras, jogos e atividades visomanuais concretas (pinturas, desenhos, etc).
Utilização de recursos audiovisuais como: músicas, histórias, parlendas vídeo, CD, figuras, rótulos, livros, portadores de textos, etc.
Leituras, interpretações, cantos, conversas, brincadeiras, jogos, recursos audiovisuais, livros, materiais pedagógicos, etc.
Apresentação de crachás, fichas, cartazes, desenhos, jogos e brincadeiras, etc.
Fichas cartazes, desenhos, materiais pedagógicos, jogos e brincadeiras.
Materiais pedagógicos, brincadeiras, atividades visomanuais concretas, etc.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança, no desempenho de suas atividades, no desenvolvimento da atenção, interesse assimilação e aprendizagem.O instrumento de avaliação será uma ficha de avaliação, que entregaremos aos pais durante as Reuniões.
OBSERVAÇÕES:CARACTERÍSTICAS: Aproximadamente 2 a 3 anos.
Egocentrismo.
Descobertas: tato, movimentos, formas, pessoas, texturas, reprodução de sons, andar, comunicação, etc.
Coordenação Motora: abrir, fechar, empilhar, encaixar, puxar, empurrar, etc.
Fantasia, Invenção e Representação (imitação de situações conhecidas: escolinha, casinha).
Criatividade
TIPOS DE BRINCADEIRAS:
Brincadeiras referentes à educação sensório-motora (sentir/executar).
Exploração, canto, perguntas e respostas, esconder.
Brincadeiras sem regras.
Brincadeiras com poucas regras simples.
Utilização das formas básicas de movimentos (andar, correr, saltar, rolar, etc).
Estimulação e motivação.
Atividades lúdicas.
MATEMÁTICA
OBJETIVO
Introduzir o raciocínio lógico, através de suas estruturas.
Desenvolver a lateralidade através de estímulos, motivações e atividades de coordenação.
Desenvolver a capacidade de situar cronologicamente os fatos para organizar seu tempo e suas ações, orientando-se também no espaço.
Desenvolver coordenação motora através de atividades lúdicas, concretas, pedagógicas e visomanuais.
Reconhecer e discriminar estímulos visuais, interpretando-os e associando-os.
Reproduzir seqüências e seriações, ex: ordenar objetos do mais alto para o mais baixo.
Reconhecer e discriminar numerais. Desenvolver contagem de 1 até 10.
CONTEÚDO
Estruturas lógicas: discriminação – comparação – identificação – cor – forma – tamanho – conjuntos – quantidade.
Conceito de lateralidade.
Orientação Temporal Espacial: antes/depois, atrás/na frente/no meio/entre, aberto/fechado, na frente/de costas, em cima/embaixo, em pé/deitado/sentado, longe/perto, direita/esquerda.
Coordenação Motora.
discriminação audiovisual.
Seqüência e seriação.
Numeração:• Números de 1 à 5• Contagem de 1 à 10
ESTRATÉGIA
Utilização de materiais pedagógicos, sucatas, figuras, livros, jogos, brincadeiras, ...
Brincadeiras lúdicas, materiais pedagógicos, atividades audiovisuais.
Através do uso de materiais concretos, materiais pedagógicos, jogos e brincadeiras, registro de atividades.
Jogos, brincadeiras, músicas, atividades lúdicas, materiais pedagógicos, registro de atividades.
Recursos Audiovisuais: rádio, CD, TV, vídeo, músicas, histórias, cartazes, fichas.
Cartazes, fichas, jogos, brincadeiras, materiais pedagógicos, atividades lúdicas e de registro.
Materiais pedagógicos e concretos, jogos, brincadeiras, cartazes, fichas, desenhos, etc.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança, no desempenho de suas atividades, no desenvolvimento da atenção, interesse assimilação e aprendizagem.O instrumento de avaliação será uma ficha de avaliação, que entregaremos aos pais durante as Reuniões.
OBSERVAÇÕES:
Devemos desenvolver na criança a capacidade de pensar logicamente.Trabalhar problemas relacionados ao seu cotidiano para melhor entendimento do meio em que vive.
A Matemática pode ser considerada uma linguagem simbólica que expressa relações espaciais e de quantidade. Sua função é pois, desenvolver o “pensamento”.
A medida que brinca com formas, com quebra-cabeças e com caixas que cabem dentro de caixas, a criança adquire uma noção do conceito pré-simbólico de tamanho, número e forma. Ao enfiar contas em um barbante ou colar figuras, adquire a noção de seqüência e de ordem. E quando utiliza as palavras “não cabe” e “acabou”, vai adquirindo a noção de quantidade.
“Esse trabalho deve se muito concreto, baseado no manuseio de materiais. Isso permito que as crianças se famialiarizem mais facilmente com os conceitos matemáticos.”
ESTUDOS SOCIAIS
OBJETIVO
Estimular o conhecimento da história Brasileira, através das Datas Comemorativas.
Desenvolver noção de hoje, ontem e amanhã, bem com o dia, a noite a relação com espaço/tempo.
Identificar, nomear e reconhecer a família e sua importância.
Estimulação do meio ambiente físico.
CONTEÚDO
Datas Comemorativas: Carnaval, Outono, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, Folclore, Independência, Inverno, Dia dos Animais, Dia das Crianças, Dia dos Professores, Proclamação da República, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
Calendário (relação espaço tempo).
Família.
Escola (ambiente/colegas).
ESTRATÉGIA
Contar histórias sobre o significado das Datas Comemorativas e a produção de lembrancinhas que traduzam a data em questão.
Produção de Calendário e exercício do mesmo ao iniciar a aula (manhã e tarde), e aniversários das crianças.
Nomeação, explicação e cartazes, através de estimulação de situação problema que envolva o conceito família.
Jogos e brincadeiras que explorem o ambiente e colegas.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
CIÊNCIAS
OBJETIVO
Desenvolver capacidade de auto-higiene corporal.
Identificar, reconhecer, localizar e nomear partes do próprio corpo.
Estimulação dos 5 sentidos.
Estimular o cuidado com a natureza.
Nomear e reconhecer diferentes animais.
Discriminação entre liso e áspero.
Apresentação de diferentes alimentos, diferenciando de doce e salgados.
CONTEÚDO
Higiene Corporal (mãos, dentes, uso do banheiro).
Esquema corporal.
Órgãos dos sentido: olhos (discriminação visual), ouvidos (discriminação auditiva), tato, olfato e paladar.
Horticultura e jardinagem.
Animais.
Texturas (liso e áspero).
Alimentos.
ESTRATÉGIA
Incentivar o lavar as mãos, escovar os dentes e ir ao banheiro sozinho, sempre que necessário, através de músicas e histórias que despertem o interesse das crianças.
Utilizando quebra-cabeça, músicas, figuras, bonecas e nomeação que desenvolvam o reconhecimento do corpo humano.
Exercícios, atividades e jogos que desenvolvam a visão, audição, tato e gustação.
Plantação de mudas e flores.
Através de figuras, desenhos, gestos musicais e histórias.
Através de objetos que mostrem tais diferenças, estimulando jogos e atividades.
Apresentação de alimentos.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
ARTES
OBJETIVO
Incentivar e desenvolver o hábito de desenho, estimulando assim a fantasia da criança.
Estimulação de confecção de brinquedos através da sucata.
Estimular a coordenação da criança e a criatividade com o uso da argila e massinha.
CONTEÚDO
Artes: desenho livre e pintura.
Sucata.
Argila e massinha.
ESTRATÉGIA
Utilização de lápis, pincéis, cola com muito incentivo, estimulando a criança através de elogios.
Material de sucata e criatividade do professor.
Apresentação de argila e massinha.
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS
Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.
Permitir que a criança seja independente.
Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
Mante-la ocupada.
Levar a criança a participar das atividades de grupo.
Planejamento anual mini-maternal
OBJETIVO
Promover o desenvolvimento físico, psíquico e social da criança respeitando sua maturidade emocional.Incentivar o uso do raciocínio através de atividades recreativas que valorizem a auto estima do aluno.
ATIVIDADES
Controle dos esfíncteres, de forma gradativa e com grande paciência e estímulo/incentivo por parte do professor.
Higiene Bucal apõe as refeições, estimulando e incentivando para o uso da escova.
Alimentar-se sozinho, com ajuda do professor, aos poucos as crianças aprendem a levar a colher sozinho à boca.
Introdução de alimentos sólidos, onde aos poucos as crianças deverão se alimentar normalmente, como as crianças maiores, tirando a sopa e a fruta.
Estimulação do próprio corpo,m identificando e nomeando as partes do corpo. Pode utilizar músicas e brincar de lavar a boneca. No banho também nomeia-se o corpo.
Garatuja: folhas em branco, onde a criança poderá pintar com lápis, giz de cera e/ou guache (tomando muito cuidado para não levar à boca e aos olhos).
Exercícios de encaixe, sempre incentivando para que a criança acerte. De início o professor deve ajudar a criança, até que ela consiga associar a forma ao buraco.
Jogos de bola em rodas, promovendo a integração social, onde a criança deverá joga-la para o amigo, dizendo o nome (ou dito pelo professor).
Trabalhos manuais com massinhas e argila, deixando que estes manuseiem bastante.
Incentivo e desenvolvimento da fala, onde o professor deverá conversar e estimular para que a criança consiga manifestar o que quer, não permitindo que ela só se manifeste por gestos.
Ampliar seu vocabulário, conversando diariamente, com a criança sobre os aspectos do dia-a-dia.
Incentivar e permitir a fala da criança em todas as atividades possíveis, falando corretamente com a criança. Mostrar à criança a conveniência de falar em voz baixa, trabalhando com a criança o saber escutar.
Apresentação das cores.
Trabalhos com músicas gestuais, cantigas de roda e dança, estimulando partes do corpo.
Contos de histórias curtas.
Coordenação motora livre, como rasgar papel, brincar de massinha, etc.
Brincadeiras de imitar os adultos, como escovar os dentes de bonecas, fazer comidinha, ir as compras, banho de bonecas, etc.
>Explorar o ambiente escolar, mostrando árvores, passarinhos, parquinho, etc.
O uso do parquinho diário, pois nessa idade a criança tem bastante energia e grande dificuldade de concentração, por isso todas as atividades devem ser curtas e com bastante estímulo/incentivo por parte do professor.
Imposição de limites e boas maneiras, dizendo “não” à criança, toda vez que colocar em perigo si mesmo, os colegas, tias e o ambiente escolar.
Traçados simples: Coordenação Motora.
Formas Geométricas: círculo, quadrado e triângulo
OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS
Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.
Permitir que a criança seja independente.
Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
Mante-la ocupada.
Levar a criança a participar das atividades de grupo.
OBSERVAÇÕES:
CARACTERÍSTICAS:
Aproximadamente 2.
Egocentrismo.
Descobertas: tato, movimentos, formas, pessoas, texturas, reprodução de sons, andar, comunicação, etc.
Coordenação Motora: abrir, fechar, empilhar, encaixar,puxar, empurrar, etc.
TIPOS DE BRINCADEIRAS:
Brincadeiras referentes à educação sensório-motora (sentir/executar).
Exploração, canto, perguntas e respostas, esconder.
Planejamento anual berçário
OBJETIVO Desenvolver harmonicamente os aspectos físicos, psíquicossociais do bebê, respeitando sua maturidade emocional. Desenvolver a psicomotricidade da criança através do corpo e do movimento.
ATIVIDADES
Estimulação tátil (acariciando o bebê sempre que possível e conversas diárias).
Estimulação visual, através de objetos coloridos, que permitam o manuseio com as mãos e a boca.
Estimulação de movimentos como se arrastar, engatinhar para buscar um objeto. Incentivar também o andar, segurando-o com as mãos.
Estimulação verbal conversando com a criança todo o tempo, brincando e sorrindo.
Introdução de alimentos com a paciência do professor, pois a adaptação nem sempre é fácil.
Trocas de roupas e fraldas contínuas, sempre que for necessário.
Banhos agradáveis, acompanhados de conversas e músicas.
Músicas gestuais e cantigas de roda (sentados).
Exercícios com bolas e brinquedos de encaixe, quando a criança apresentar maturidade.
Incentivo a fala.
Imposição de limites, dizendo não, toda vez que a criança colocar em perigo si mesmo, os colegas, tias e o ambiente escolar.
Projeto e plano de aula: passo a passo
1º Passo: Tema
Escolha um tema geral para a sua aula;
2º Passo: Série ou turma
É preciso ser identificado para saber qual o tipo de atividade poderá ser aplicado para os alunos de acordo com a sua idade e suas dificuldades;
3º Passo: Duração
Nem sempre a duração do plano de aula ou de um projeto tem a duração prevista ou recomendada, pode ser que dure mais ou menos, depende muito do tempo e do processo de andamento de cada atividades e das dificuldades da turma, o importante é que vc consiga chegar ao objetivo principal do seu temo escolhido;
4º Passo: Disciplina
Qual a matéria escolar que está encolvida com o tema;
5º Passo: Objetivos
Como todo projeto e plano de aula, o objetivo é a parte central do trabalho, como o nome já diz, é o objetivo que vc qr alcançar com os seus alunos.
Importante, nesta estapo do processo, você deverá usar verbos no tempo presente, como:
- Desenvolver a ação coletiva;
- Articular o cotidiano com a vida escolar;
- Despertar o impteresse pelo assunto;
- Instigar o trabalho em grupo;
6º Passo: Desenvolvimento
Aqui você vai colocar as suas idéias de como ira desenvolver o tema escolhido, propondo atividades, brincadeiras, jogos, diálogos, como irá utilizar os recursos escolhidos, etc;
7º Passo: Recursos
São materias que vc irá utilizar em sala de aula, como: som, livro didático, lápis de cor, cd, quadro negro, materias rescicláveis, etc;
8º Passo: Avaliação
Avaliar qual o desempenho da criança durante o processo de ensino e arendizagem durante a aula. Qual foi a sua meta? Conseguiu alcançá-la? Avalie o trabalho indivial e o trabalho em grupo, e qual o conhecimento adiquirido por seu aluno durante o projeto.
Observação: Nenhum projeto e nenhum plano de aula é igual ao outro, devemos seguir a exigencia de cada instituição de ensiino, se a sua idéia não deu certo, vale a pena improvisar e melhorar, o importante é sempre produzir conhecimento e auto confiança. Imprevistos fazem parte do cotidiano escolar.
Hora do sono
Não existe uma regra, cada criança possui o seu padrão de sono e despertar. Padrão que afeta a saúde e desenvolvimento da criança. Os pais podem influenciar no sono da criança através da rotina estabelecida no horário de dormir.
Crianças – de 01 a 03 anos
A necessidade de sono vai diminuindo. Dorme mais tempo durante a noite.
Tempo Total Tempo Noturno Tempo Diurno
01 ano 14 horas 11,5 horas 2,5 horas
03 anos 13 horas 11,5 horas 1,5 horas
Obs: estes dados referem-se a uma média. Cada criança reage de uma maneira diferente.
Cada criança tem o seu sinal de sono: passam fraldinha de pano no rosto, choram, esfregam os olhos, coçam as orelhas, etc. Observe o seu filho e descubra os seus hábitos.
Algumas crianças preferem dormir direto no berço, outras preferem que alguém a faça nanar. Monte uma rotina para a criança se sentir segura na hora de dormir, é importante que a mamãe e o seu filho curtam esta rotina, que pode ser:
Massagem;
Banho;
Cantar uma canção de ninar;
Contar uma história;
Proporcione um ambiente calmo;
Crie, a mãe conhece o seu filho e sabe como agradá-lo.
Evite que a criança tire soneca próxima do horário de dormir.
Seja qual for o estilo do seu filho, tenha certeza de que o mesmo está descansado. Para a criança, é muito desgastante estar excessivamente cansada.
Como trabalhar identidade com crianças do maternal I e II
SUGESTÃO DE TRABALHO
ATIVIDADES DO PROJETO:- TUDO SOBRE MIM
• Registro com fotos – álbum;
• Medir as crianças com barbante, fazer um cartaz, colocar a foto e o nome;
• Pesquisar sobre o corpo humano ( espelho/ tato/ dança/ recorte e colagem/ desenhar/ nomear)
• Quebra-cabeça do corpo humano
• Pesquisa da cor dos olhos/ dos cabelos
• Linha do tempo através de figuras e desenhos
• Percepção ( 5 sentidos tato/ olfato/paladar/ visão/ audição)
• Livro “Os dez Amigos” – Ziraldo
• Carimbo das mãos
• Quebra-cabeça das mãos
• Auto-retrato depois de observação no espelho
• Observação triste/ feliz / bravo /
• Fotos de caretas
• Foto complementando com desenho
• Foto grande para montar quebra-cabeça
• Confeccionar uma boneca para ser a amiga da turma
• Observar a sombra do próprio corpo e dos colegas
• Teatro de sombra
• Livro “Valentim é a cara de...” – Graciela Montes
• Pesquisa – “ Dizem que eu sou parecido com...”
• Mostrar figuras de esqueleto / radiografias
• Livro “ Diversidade” Tatiana Belinsky
• Pesquisa “ O que eu gosto, o que eu não gosto”
• Árvore genealógica
• Trabalho com nome e sobrenome (oralidade)
Como trabalhar a alimentação na sala de aula
As aulas de melhor alimentação é muito importante, o aluno aprende a comer melhor, estas aulas devem ser executadas desde faixa etária de 1 a 2 anos.
Através destas atividades, os alunos começam a degustar melhor os alimentos, comendo verduras, legumes, alimentos saudáveis, frutas, etc. O professor deve estimular a degustação dos alunos, com isso melhora a saúde deles.
Nas aulas, o professor oferece os alimentos diversificados, explicando o que é cada um, de onde cada um veio, como é fabricado, qual tipo de árvore, se é colhido no chão, entre outras curiosidades que as crianças quiserem saber.
Estas atividades são muito importante para o desenvolvimento alimentício das crianças, ajudando-as no fortalecimento e na boa saúde.
Devemos moderar alimentos que não fazem bem à saúde, como guloseimas, salgadinhos, esfihas, etc, e incluir alimentos ricos em ferro e vitamina C (como as frutas Cítricas).
"Com este tipo de atividade as crianças aprendem a comer melhor".
sábado, 6 de abril de 2013
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